quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Cristalino
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
So fragile yet so devious
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Água corrente
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Novum Futurum
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Nova paz
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Olhos do abismo
Volto a ser. Estou voltando a ser. Aviso a vocês que estou voltando a ser. Minha mente está num turbilhão, a cabeça dói, sempreterna transformação. A besta de outrora ruge, gani, pia, agora inexorável dentro de mim. Novos caminhos, algo distante, mas acessível. Caminhos abertos, volto a ser, deixando de ser, transformando-se.
Não sei se o espelho me mostra o que estou ansiando em ver. Talvez não. Volto a ser algo antigo, o que era passado, nalgo que minha memória nem mais recordava. Discórdia, gritos. Gritos não, pandemônio na mente. Eu tenho que concordar comigo mesmo. Refazer minha dualidade vã. Fragmentos.
Fragmentos...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
disturbed mind loaded
Não quero ver o que é belo. Dentro de mim eu adoraria o isolamento, dias sem nada, somente comigo mesmo. Impossível. O pior é que há um mundo insano ao meu redor, e ele depende de mim, como uma droga daquelas que eu nunca experimentei. Patife, sou patife!
Acho que vou me mudar. Estou cercado de uma beleza que me lembra o roundabout, e isso não é vida. Deixo sangrar um pouco meus desejos, vertente insana dos meus melhores momentos, mas isso não adianta. A cada esquina eu vejo a beleza, e isso me faz lembrar.
Já estou seco. Sem malícia. Queria voltar a ter o coração de pedra, como diria a Flora, e não mais perseguir o rabo com essa idéia de beleza, mas isso não sai da minha mente. O trabalho distrae, não tem um fone de ouvido pra eu ouvir o rap Zoeira aqui na lan e minha paciência está acabando. Sigo no submundo me destruindo aos poucos.
Não vou procurar a cura! Quero a beleza. A maior dela. Aquela que não me quer mais. Soluço. Choro, engano, sou enganado. Drogas, lícitas. Maioria dos neurônios querem correr. Estou triste. A minha mente está realmente fragmentada e nada me conforta. Nem o próprio conforto.
Realidade...
terça-feira, 7 de junho de 2011
400
A palavra aberta na minha mente...
Cheers!
sábado, 28 de maio de 2011
Procurando o caos
Talvez hoje. Procurar o caos. Provocar o caos displicente e abertamente. Rasgar aquelas páginas amargas do ser de outrora. Sair do caminho, me tornar o errante, pouca atenção aos detalhes... me tornar dois novamente. Bem vinda dualidade!
E deixar na tarde a alma do passado.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Saudosismo eufórico
Ela me deixou feridas abertas, sangrando palavras, vontades, desejos, e principalmente, um futuro. Sangro e bebo do meu próprio sangue, e ainda acredito que ela ajudaria. Engano. Não conseguiria porque ela mesma não está se ajudando.
Vou tentando me permitir. Ser permissivo. Fumar, beber, esquecer, rotina, rotina, rotina... me perder um pouco nessa merda. Tento ser permissivo, libertino, fumar, fumar, beber, beber, testemunhar, rotina, bebida, rotina, rotina, emprego, rotina, rotina. Não funciona na casa dos meus pais. A mão dela tá impressa na parede do lado da cama...
E isso vai me torturar...
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Nuvem de esperança
Cabe a mim ficar atento. Não posso errar dessa vez, com tão pouco ânimo. Preservar somente aquilo que se tornou imortal, e esquecer aquilo que se tornou fatal. Juntar as lembranças e escreve-las no livro, e rumar pra outra página. Assim farei meu amanhã, com os pés no hoje.
Mas por quanto tempo?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Desabafo
O Odioso meio que se tornou o único veículo disposto a me ouvir. Mas ele não fala...
Entendo...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Antagonistas eternos
O corpo, velha ferrugem, nobres engrenagens, está soçobrando em seus vícios, como se realmente não reagisse ao mundo exterior. Na verdade o corpo sem mente e espírito suporta tudo, a dor é somente uma criação mentespírito, autopreservação, autopiedade.
O corpo range, sempredorme às temperaturas, e não percebe nada...
domingo, 17 de abril de 2011
Pense
Leia essa frase. Pense que você não tem uma família. Pense em você sozinho. Sozinho por ser deixado, não por deixá-los. Sozinho não por opção mas por imposição, por uma vontade manifestada.
Agora pense na sua família. Pense no seu futuro. Pense em como vocês poderiam ou são felizes. Pense positivo. Pense no conforto de saber que se tem uma família. E pense na hipótese disso tudo durar sua vida inteira.
Só agora pense na sua casa. Pense no seu futuro novamente. Pense que você mora ali porque ali é SUA casa. E pense na sua família dentro dessa casa. Repito: dentro da SUA casa. Pense que sua casa é perfeita, por mais defeitos ela tenha. Aquelas rachaduras, e o piso, não são imperfeições, são o charme da sua casa. Daí pense numa família feliz dentro desse lugar.
Leia a primeira frase novamente. E mais uma vez. Pense que você tem essa oportunidade, não por já saber ter uma família, mas como se não houvesse uma. Pense nessa oportunidade como a eterna busca de sua vida. Daí acrescente "e uma casa" ao final da primeira frase, antes do ponto. Leia na sua mente a frase como ela ficou com a adição.
Então... de um dia para o outro... ter a oportunidade de ter uma família e uma casa é tirada de você. Subitamente. Por capricho. Por raiva. Desilusão. Por...
até você ter perdido tudo...
Agora não pense em nada.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Ódio à ele
Cinco minutos mais haviam passado e agora somente uns dez alunos estavam em sala. De lá de fora já ouvíamos os burburinhos, alunos inconformados com sua presença, alguns à beira de chegar às vias de fato. Haviam aqueles que racionalizavam, buscavam uma explicação que não existia, e por isso mesmo geravam tais embates: os que "queriam acreditar que era possível que você estivesse lá" versus os que "simplesmente não toleravam essa idéia".
Mais tempo se passara e você ali, sentado à frente dos remanescentes impacientes pelo fim daquela aula. Uma névoa de fumaça de cigarro entrava pelas frestas das janelas, fumaça cuspida, uma forma de boicotar aquela situação, e de não levá-la adiante. Mesmo assim o professor, procurando ser profissional, tolerou mais alguns minutos de explanação. Ninguém copiava, ou prestava atenção, exceto você. Todos olhavam muito putos pras suas costas, e para mim parecia que a qualquer momento alguém partiria sua cabeça com uma cadeira. Sei lá...
Eu pensava nisso tudo dessa maneira por sentir que isso me confortava, me tornava neutro, quase impossível de percebê-lo ali, e lembrar de você. Eu tentava me manter sóbrio na minhas próprias convicções, com algum esforço para notar a aula, claro, a coisa mais desimportante daquele momento, daquele cenário. Além do mais, você não se importava. Ou pelo menos mostrava isso. E assim eu percebi seu plano: fazer com que eles sentissem somente o que você sentiu na solidão dos rumores. Uma inexplicável solidão dolorosa. Você os deu o esquecimento. Você os esqueceu!
Não há nada pior do que não existir pro pensamento...
Cheers!
quarta-feira, 16 de março de 2011
Poeira
Cheers!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Fora do Ar Loaded
Cheers!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Caminho imaginário
Molha o caminho.
Cheers!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Roundabout III (ou MMXI)
assim sendo existia a chance de mudar
com a transformação analítica do pensamento
viver se baseou em pensar
Pensar existia na mudança
sendo amálgama turbulenta da razão
transmitindo em vibrações novos seres
dentro e fora de mim.
Longo tempo longe do que seja
ser era tão distante
e a mudança opera mudança
radicalmente fora do projetar
Faltou água na noite passada
ninguém percebeu, só eu
nenhuma diferença para eles
exceto a mim.
Cheers!
sábado, 13 de novembro de 2010
Apologize
Meu blog anda abandonado. Serve the servants, eu pensaria comigo mesmo, mas daí não seria justo com esse meio que já viu adentro minhas facetas. Pensava que era maior do que simplesmente falar, e vocês lerem, ou dar uma prova que o contrário também ocorre. Sim, dá pra ler vocês daqui, leitores.
Estou mesmo com saudades de escrever. Vez ou outra o mesmo ocorre com as falhas. Outrora fui um pai mais severo, hoje relaxado.
Filho amado, o pai voltou!
Cheers!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
T.R.A.M.P.O. S.A.
Novos viveres...
Cheers!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Algo nada dantes verdadeiro
Destino que é verdade, outro passo pra qualquer lado. Passo ao lado não é um progresso, então não tomemos passos por evolução. Jaz aqui uma incendiosa e lânguida volúpia. Outros tempos, há quem se lamente. Horror na TV, algumas notícias da saudade e velhos novos amigos para sempre.
Ser...
Cheers!
terça-feira, 13 de julho de 2010
Lembrança do teatro
O salto no texto, do texto, para fora da compreensão, quem entendeu não leu, mas quem leu pediu atenção. Então de súbito da coxia vinham sussurros, ouvidos perdidos tentando ouvir. Era um erro, ou uma saliente atitude libertária? Ora só, seus parnasianos duma figa, que só escutam os ecos que suas mentes toscas lhes dizem. Coitada da criança!
Cheers!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Solari ainda pulsa
Pena que meus leitores debandaram. Infelizmente!
Cheers!
sábado, 20 de março de 2010
Força Poética
domingo, 21 de fevereiro de 2010
By: Escudeiro...
Para os interessados no meu projeto, que queiram falar comigo:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16955145184215495020&rl=t
http://twitter.com/pedrovalls
www.formspring.me/pedrovalls
Cheers!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
DesNovas
Sinto falta, nessa corrida galáctica, dos pomares, dos bolevares, das trancinhas, sobrinhas e amigos carniceiros... dá pra dizer que os amo.
Cheers!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Idílio
Cheers!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Vivo
Contando os dias para salvar-nos!
Cheers!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Há uma Lua nos teus espelhos
Havia dentro de mim a poeira. A longe imagem de um fruto apodrecido, dos mais alvos e finos galhos, sob a qualquer luminância do sol. Ao meio dia de minha vida, eu penso, eu era agora a pouco uma videira. Eu penso, eu penso. Sempre calada mudança, sempre matreira chance de se transformar. E vi a receita da mudança em olhos de lua, que como toda a lua, tem seu lado escuro.
Eu ainda não conheço seu lado escuro, respiro quente vapor das noites, inebriante cheiro, ah mas que engano, inebriantes cheiros, há mais de um! O célere desejo de possuir a mim mesmo, então eu acho o espelho tão atraente. Olho no espelho de sua alma, novamente, o encanto recai. Conseguir resistir, é forçoso! Se respondem a mim, alegria que me toma conta. Saldo salgado pela vitória inconteste, só há o pulso, e mãos, e cheiros, e olhos, e boca, e gosto, e toque e...
há algo privando minha razão de controlar meu corpo!
Cheers!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A recíproca dantes verdadeira
Cheers!
sábado, 7 de novembro de 2009
Representa para mim?
Eu faço escolhas mais difíceis agora. Não são opções difíceis a fazer, mas o modo de toma-las é que torna tudo complicado. Antes de pensar em mim eu tenho que lembrar do espelho. Após ter aceito, eu só posso pensar nos meus, e em suas difíceis escolhas. Eu faço escolhas mais difíceis agora.
Eu não me perdoou!
Cheers!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
As ondas que vibram
Cheers!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Para você
Ela veio assim, devagar, me conquistou suave. Olhos nos olhos, sempre inquietos, às vezes uma porção dentro dos meus, às vezes tão distantes. E eu não via o que era certo, mas sabia o que eles diziam. Fez nascer vida no deserto árido. Trouxe chuva ao recanto onde não há eco, mas só poeira e dor. Então eu me convenci, havia estado muito tempo no frio de longas noites...
Ela veio assim, devagar, me conquistou suave. Ela tem medo, ela tem dúvidas, eu sei, eu sei. Já não diz os tão bem preparados "nãos", mas agora os tão fáceis "o que foooi?", e se faz de menina. Não, ela não é só uma menina, há uma mulher! E me faz tão feliz. Ela me faz feliz, e começa a ver isso, começa a aceitar isso.
Há algo nos olhos dela. Há algo nos olhos dela. Há algo dentro de mim que...
Cheers!
sábado, 31 de outubro de 2009
Hoje não!
Talvez amanhã...
Cheers!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Mecânica
Parece enternecida pelo alvo sentido do muito gostar, mas são só palavras. Haveriam outras palavras? Eu perco o caminho dos meus olhos. Meus olhar encontra o dela. Eu a olho nos olhos, quanta bravura, quanta covardia. Ela só me diz não! Ela só me diz não!
Eu só queria, da minha vida, um porto seguro nos olhos dela...
Cheers!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Pesadelo, O
Cheers!
Ainda mais longe do pesadelo
Cheers!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O lenço para a moça
Eu sempre desejei a quem me faz feliz o triplo da mesma receita. Desejo estar sempre solícito quando desta alcunha de amigo, ou apenas presente quando da de companheiro. E ser justo me parece ser tão mais nobre. Mas ali, naquele momento marrom, onde o cheiro da pele dela mudara tão repentinamente, a nobreza não vestia seus saltos. Era tão plebeu chorar em público. E ela desabara a chorar por injusta razão. Razão que eu ainda não conhecia.
Sondei-a com minha perguntas. Eram doloridas demais. Não para mim, mas as respostas. Eu sou um ser sem coração que percebe o coração do outro. Eu sou a águia que não pousa antes da boa caçada. Eu sou um insensível. Passo a cobri-la com meu corpo, afim de esconder seu pranto. Ela somente responde. Era mais fácil esconder, que saber da razão. Então ficamos lá, como um casal que briga, abraçados, como um casal que termina. Termina. Só.
Cheers!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Aonde eu estava
Cheers!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
À Flora
- Vós não sois absolutamente iguais a minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda: Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
Conhecida esta verdade, a raposa ensina ao principezinho a maior lição que se aprende quando se cativa um outro ser.
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
O essencial é invisível para os olhos, repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.
Essa é a maneira que eu aprendi que eu também sou rico de uma rosa. Uma rosa não, uma flor. Uma flor não, uma Flora! Que no meu íntimo é rainha de tanta coisa. Que no meu coração vive. Uma Flora que me cativou, e por quem eu serei eternamente responsável...
Parabéns por mais um ano, Flora da família Valls!
Cheers!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Transliteração densa
Garanto sermos noite por todo os dias. E quando passeia a luz, os outros se escondem. Coração de pedra, é o eco, é o eco. Coração de pedra. É o eco, o eco, o eco, o... eco...
Cheers!
Boyfriend
Uma hora depois nós acordamos. Custo pela noite: 80 reais.
A transa foi boa, se os sintomas persistirem, eu deverei ser consultado.
Cheers!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Viva!
Não evite perder. Perca sempre que puder. Há perdas melhores que qualquer ganho irreparável. Há ganhos que nunca serão tão bons quanto uma boa perda.
Cheers!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Aquarela
O jeans te falta. Uma calça de outro tecido. Uma nova cor. Mistura, mistura. Obtenho pouco mais que os tons necessários. Te visto.
A paisagem ficará sombria com tão pouca luz nas cores. Ah se eu não tivesse o branco, melhor seria se fosse noite. Mas a lembrança é um fim de tarde. E fins de tardes são quentes...
Derrubo água sobre você, diluo os primeiros traços. Busco a exata forma de seu rosto romântico. Pincéis, sombras e notas baseadas nas músicas do fundo de minhas lembranças...
O sol se pôs, mas amanhã ele virá. Amanhã é tarde. O amanhã já se pintou. O futuro é de tintas de cores frias. Frias.
Cheers!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Filme no retroprojetor
Eu noto que o ar está diferente, as cores bruxuleantes do final da tarde, meu olhos veem o que está próximo, e somente o que está próximo. Mais de um século se passou dentro de mim, e a sensação é de que nada evoluiu. Ah, eu estive errado por tanto tempo! Não me dei a noção do tempo, mas somente das consequências. Errado como um garoto que brinca com fogo. Mas o fogo me queima, já me queimou outras vezes.
Outrora eu não sabia...
Cheers!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Vida nova, Solari
True psychedelic advertising II
.olam a son arebil des
;menoitatpmet ni sacudni son en tE
.sirtson subirotibed sumittimid son te tucis
,artson atibed sibon ettimid tE
.eidoh sibon ad munaiditouq murtson menaP
arret ni te oleac ni tucis
aut satnulov taiF
.muut munger tainevdA
.muut nemon rutecifitcnas
sileac ni se iuq, retson retaP
True psychedelic advertising I
eartson sitrom aroh ni te cnuN
subirotacep sibon orp arO
,ieD retaM, airaM atcnaS
suseJ iut sirtnev sutcurf sutcideneb tE
mucet sunimoD
anelp aitarg, airaM evA
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Flores do mato
Eu senti teu ar, a tensão do que me contavas, vi os raios de sol nas tuas palavras, e a singela vida que me presentavas. Eu desejei que aquele momento nunca acabasse. Desejava saber mais, mas essencialmente sentir mais tudo aquilo. Meigas palavras, meigos olhares. Eu havia parado de pensar em mim, eu havia perdido algumas coisas. Perdi o medo de olhar nos olhos. Sim, não. Eu havia perdido o medo de olhar nos olhos, e de deixar-te olhar nos meus. Queria que visses o meu espelho d'alma. Desejava ser descoberto.
E agora eu desejo te descobrir...
Cheers!
sábado, 3 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
A Luz chegou!
Eu invoquei as trevas por muito tempo. Suas teias macias e frias demoram pra desgrudar da pele. Tanto a se construir, refazer, reaprender, realizar, repensar. Talvez uma das Graças me visitassem, e contasse uma de suas histórias. Mas mesmo assim eu expurgava o que não tinha nome. Só a luz libertava-me. Só a luz elevava-me à alegria de antes. Mesmo com histórias, eu já havia habituado meus olhos com a luz. E a luz está invadindo minha alma. A Luz está em minha luz.
Cheers!
sábado, 26 de setembro de 2009
Novus Lux
Preparo os olhos para o período de luz. Saberei que será o lume novo que tanto busquei na vida, e que já havia desistido de procurar. Eram o que diziam os sonhos insistentes. A nova boa nova das novas expectativas, medroso meio de dizer "apaixonado". Pela vida, pela vida, pela luz. E eu ainda nem a conheço...
Como pode um coração conhecer a luz sem tê-la visto, somente sentindo seu calor?
Cheers!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Por detrás do que se esquece há...
Sim, eu voltara ali para provar do velho veneno. Desejava saber se minha mente ainda adoecia ao sabor daquela peçonha. A minha velha peçonha. Uma reação tão natural quanto querer saber se o fogo ainda queima quando se põe a mão nele. E eu não estou ficando louco, só estava me testando. Por muito mais que a esperança pode supor, por tudo isso, eu devo estar preparado. E a minha sorte é saber que a velha peçonha, aquele veneno que a anos eu destilei, está sem força. Então eu penso no limbo.
Ah, o limbo. De onde eu tirei tais velhos cadernos venenosos. Que eu saiba o limbo já foi maior. Hoje é só a vaga lembrança. Aliás, é depósito de poeira, das aranhas, do meu velho hábito de revisitar. Ouço velhas canções, vejo velhos momentos congelados em papel brilhoso, velhos que hoje estão muito mais velhos, e novos que se tornaram velhos. Sim, todos congelados, no limbo, em papéis brilhosos, dentro de álbuns bolorados. Mesmo assim eu mesmo não me sinto um velho. Só me sinto. Só.
Cheers!
No outro dia, a realidade
Ordem: Primata. Espécie: Homo sapiens sapiens. Aliás, nem tão sapiens assim...
Cheers!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Lentes
Cheers!
A avalanche
Uma alegria que toma conta, que deixa o rubor para trás, então eu não conheço mais desafios maiores que eu mesmo. Há uma conspiração permeada de riscos que controla tudo isso. Uma conspiração orgânica, uma batalha sem vencedores por interesses campeões. Cartas, papéis de carta, canetas, tinta e milhares de palavras. Os livros passaram a ter sabor. Viajar nas histórias agora é a garantia de felicidade. Outrora me dizias...
E é no âmago de velhas letras, em velhos papéis, que eu encontro o alento para a avalanche. Um canto tão maior que toda a minha preocupação mundana, racional e cruel. Mágicas palavras que me condenaram no passado, e me libertam agora, no presente. Sim, o futuro ainda não chegou. Está custando para dar notícias, e eu já me encontro tão ansioso...
Cheers!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Da Magia
O amor constrói, a paixão destrói.
Cheers!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Da Aurora Doutro Dia
Aquelas dores egoístas, dores marrons, estão sumindo. Melhor, estão sendo substituídas. Viro aquela metamorfose ambulante, nasço de novo, o sol de novo, a lua me olha. Espasmo de uma nova vida que virá. Está vindo. Só não está aqui ainda porque precisa resolver umas coisas por lá, mas vem. E da aurora eu consigo retirar o novo dia.
Os espaços vazios estão sendo preenchidos pelo novo sangue. As coisas começam a se arrumar. Sentidos aguçados. Coração, ah, o coração!
Cheers!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Gotcha!
Cheers!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Esquadros
Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que não sei o nome, e raios rápidos e a chuva, neblina do dia. Inspira a que todo dia sorria cada vez mais, o lapso daquela alegria, tardia, novamente nova hoje, mais.
Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone, cantando Bach e os seus, acordes sonoros daltos sons. E meus amigos, cadê, eu me questiono, do frio do meu âmago até a luz das estrelas mais altas do céu.
Outrora já diziam...
Cheers!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Brevíssimo
Cheers!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
15 anos
Dia a dia maravilhoso, as meninas sempre, hum, comportadas. Aquelas conversas cheias de mistérios da Rê, os dilemas da Mari, o bom humor da D. Ray, tanta coisa. Já dá até saudade. Desde cedo a alegria pela casa, as brincadeiras, os cachorros, a arte do Rafa, o Ruan contando histórias. E eu pensando em quem não pensa em mim. E sentindo a ausência da magrela da Rai. Tanta coisa, tanta coisa. Festa assim é realmente uma celebração!
No comecinho da madrugada o Fecani. Cidade grande, trânsito caótico, muuuita gente nas ruas. Bebida, agitação, mulheres e música! Não era um show de rock, mas bombou, rsrs. Parecia o sambódromo de Manaus em dia de festa, dada a proporção da festa. E olha que me disseram que nem estava muito cheio! Imagina aquela festa maior então! Deu saudade da muvuca mais organizada lá de Manacá...
Cheers!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A Deusa da Palavra Ainda Vive
Canta-me, ó deusa, o fulgor da minha alma, nos dias do passado. Já não lembro de quando amava, o sentimento finito que não deixava a velha chama apagar. Canta-me a história do pouco que sou, com voz calma. Senhora! Eu mereço tanto saber o quanto fui feliz.
Senhora! Eu mereço ainda ser tão feliz? O que fazes para mim é mesmo o que eu faço a ti? Vivo perscrutando minha alma em busca da velha chama, o que me torna triste. Não a encontro, nem sequer o mísero calor. Meu amor acabou, ó deusa?
Sei que descobres para mim nova chama, senhora. Então a alegria vai habitar-me por longo, e perdida estará a lembrança dos dias do passado. E novo hábito será meu quinhão. E novos dias eu estarei suspirando. E mais anos eu perseguirei novas lembranças.
O novo, novíssimo amor!
Cheers!
The Sun I Saw
As vezes perdido no tempo, respiro os dias antigos, novamente com a força dum touro na alma e a fragilidade da porcelana no corpo. Uma tristeza quer tomar conta de mim, e me esforço para acordar. Durmi à drogas pesadas, e os sonhos foram horríveis. O corpo todo está muito cansado. Todo tipo de sentimento, como se no passado, a ousadia me tomasse por horas...
As vezes me encontro no tempo, respiro novos dias, com força nenhuma e a vontade de um touro. Minha mente é um deserto, e meu coração é a areia. Minha energia toda irradiada por longos anos, espalhada pelo ar gelado do deserto. As madrugadas, a bebida. Os amores antigos. O novo amor...
O novo amor!
Cheers!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O Sonho Das'alvas Noites
O velho mirou bem, atirou o dardo e acertou o círculo do 60. Alegrou-se. Semana passada só acertava o 80 e quando muito o 90. Seus amigos lhe davam tapinhas nas costas e davam-lhe mais outros dardos, incentivando-o a atirar mais uma vez. Ele se achava feliz, olhava para os dardos pretos em sua mão, e agradecia pelo sucesso. Mais tapinhas e afagos. Ele mira, e acerta o 50.
Sonhei que eu era um velho abandonado, morador de um asilo poucasportas, onde corações que já estão cansados descansavam, em meio a papéis de parede igualmente velhos. Eu estava lá, tão triste e morimbundo, onde viva alma não havia para nutrir minhas histórias. Somente outros velhos morimbundos que gorjeavam horas nas varandas daquele lugar úmido. E eu me sentia deveras triste!
Ah, se houvesse, noutros tempos, a minha tão malograda sorte. Outrora me dizias...
Cheers!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Minha Viagem
Ansioso pela viagem. Dia 6 próximo estarei em Itacoatiara para o aniversário de 60 anos do seu Walmir, pai da Renata, e a festa de 15 anos de minha adorada afilhada Ranna Kelly. Será, com certeza, uma grande festa com muita alegria. Devo ressaltar que fui eu quem fiz o convite, algo que agradou os dois aniversariantes. E o carinho especial que tenho por Ranna, e pela Renata, me fazem ficar bem ansioso. Quero que tudo dê certo, nessa celebração. De verdade!
Cheers!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Formula 8
Ando mergulhado em memórias. Em breve farei algum, mas por enquanto, o que escrevo está sendo execrável. Sou muito detalhista. Mais crítico até.
Cheers!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
I can't get no sleep...
Meu corpo dói em alguns lugares costumeiros, em outros nem tanto. Disposição tão pouca, a mente está realmente falhando. Mesmo ela que, no seu domínio pandemônico, se mostra incansável, está titubeando. E pareço ser tão jovem, outrora dizes...
E, para citar um verso do Faithless, na música Insomnia (bem apropriado, não?).
I gets no sleep
I can't get no sleep"
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O Sol do Meio Dia
Embora eu saiba que quem ler essa frase acima vá fazer o mau juízo perfeito, não me perco na opiniosa questão, mas somente nos seus fatores, nos seus fatos. Ainda que por desacato, há uma porção de mim que ainda se enamora das'alvas armadilhas da paixão. Ainda que contrariando qualquer bom senso, há uma porção de mim que se arrisca aos sóis da conquista da velha chama. Então eu me sinto um criminoso. Milhões de perguntas, muitas delas as conhecidas do antigo roundabout que minha vida é.
O que se dirá de mim daqui a algumas décadas? Dirão que eu fui o mais ousado, mas aquele que não se permitiu. Me orgulharia muito poder ouvir que fui o mais insistente, mas penso que não faça a menor diferença para alguém, constar nos autos, lembrar-se disso. O livro da vida então me deixará viver tão somente nas notas de rodapé. Minha estória será sempre um nada visto com nada de novo. Então me reaproximarei da velha chama, tentando alumiar essa miserável vida.
Como pode ser o impossível? Por que luto? Por quem luto?
Ninguém...
Cheers!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Neo Romantismo
Sempre pareceu distante. Quando se olhava mais de perto, era mero bicho selvagem tentando se esconder no fundo de um pote. Quando se olhava com ternura, era a perfeição de atos e palavras. E quando se notava na frente do espelho, todas as manhãs são normais. A mesma aparência.
Outrora me dizias...
Cheers!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Desconexa alegria
De repente o velho se torna novo, dá vontade de rever os antigos, crêr nos mais novos sonhos, e tentar alcançar aquele nível de compreensão tão magnífico...
Outrora me dizias...
Cheers!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Dois Resumos
O sentido original abalaria meus dias. E eles estão tão mornos! Eu não consigo deixar de sentir que deveria perguntar, mas meu instinto, aliado ao grande histórico que tenho de casos comuns como esses, me permite ir somente aonde o bom senso reina. A angústia de não ter respostas é grande. A penumbra sobre sonhos é sempre espessa. Mas impera a boa convivência. Polêmica não...
Mas há uma grande perspectiva de melhora. Os dias, esses com sol, estão reservando muita coisa boa...
Cheers!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
O Caminho Para Agreio
Algumas crianças, sempre elas, em nossos pensamentos estavam felizes. Como se nós não nos retirássemos, elas só brincavam por todo caminho. Eram a preocupação de nós, os pais. Embora elas merecessem, sempre que parávamos, o descanso que dávamos aos cavalos. E como que certa vez elas mesmas pediram para brincarem numa cachoeira próxima, percebemos também que o nosso ânimo estava se extinguindo.
Eles crescem, vão se aparentando conosco, e talvez com nossos pais. Uns mais, outros menos. Os meninos vão descobrindo a força, as meninas, a ternura. E isso me faz pensar que nem é assim tão difícil a arte de criá-los. Eles aparentam estar sempre bem em seus rostos, como nós aparentávamos quando da tenra idade que agora eles possuem. Isso me alegra, agora na minha ousada maturidade.
Roubamos frutas para alimenta-los. E eu não sei mais se isso pode ser dado como roubo. A viagem cansa, e a comida é pouca. Pensem, o que fariam se vocês vissem seus filhos famintos com tanto chão por andar? Vocês não roubariam?
Cheers!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Eu não sei do amor
Vivos e sempre amantes, a nossa vida é a mesma, com outros coadjuvantes. A nossa vida é a mesma, com outros enredos. Sei que somos os mesmos.
Como campeões da nossa ternura, nos gostamos...
Cheers!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Sempre é muito, muito tempo...
You think you see me ’cause you’ve seen every line of my face
You want to want me just because I say that I want you
But does it matter if anything I’m saying is the truth
You need somebody, somebody to hold on to
But this ain’t the movies and we ain’t the heroes
Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
My boots just keep on walkin’, but my heart don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand
I say I want you, but when we woke up one of us was crying
You rolled over and all you said was ‘Man I think I’m dying’
Our song is over, the band of gold has been feeling like a nose
You place your bets, ’cause no one thinks they’ll lose
Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
My boots just keep on walkin’, but my heart don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand
The light of love can blind you ’til it covers up your eyes
And you try to find the reason not to say goodbye
It’s the course of every sailor standing on dry land
Staring at your window with a suitcase in my hand
The night is fading, like my old tattoo
A heart and a dagger, that says ‘Forever’
Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
I'm gettin' tired of talking, and I don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand
Staring At Your Window With A Suitcase In My Hand - Jon Bon Jovi
Essa era a nossa música favorita. E a deixo aqui por profunda saudade de ti...
Cheers Darlin'!
Relato de Guerra #48
A terra ao meu redor estava enegrecida. Não parecia ter vida, e meus companheiros todos mortos banhados de sangue. Uma terra que exalava o odor da morte...
...naqueles dias, Coradeh se tornou a reunião de tudo que é impuro, que é caótico.
Cheers!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Um conto desonesto
As pessoas o acham tão distraído. Nicanor é daqueles que sustentam a idéia de que está tudo bem com a família, não importa a real situação. Assim ele cala a boca daqueles que o difamam. Como se isso fosse adiantar. Sua mulher o trae. Transa na cama do casal, aos gritos, sempre que o marido não está. E Nicanor está sempre cansado quando chega para perceber alguma coisa estranha. Algum cheiro. Na verdade ele só se incomoda com os boatos. Ah, esses boatos dos infernos!
Darlene era uma mulher fumegante. Fumava demais. Tinha tantos amantes que o centro todo da cidade a conhecia por sua tara. Vestia-se para o trabalho, mas trabalhava mesmo era sem roupa. Devassa. Doente. Clinicamente taxada com doente, desde a adolescência. Mas de que adianta o passado se a mensagem é nenhuma? Ninguém sabe de onde veio, mas a maioria sabe para onde vai. Quer dizer, menos o Nicanor.
Corno mesmo era o seu irmão, pensava Nicanor. A cunhada traia seu irmão com o dono de um barco que sempre aportava na cidade. Ele se deixava levar pela conversa mole da malcriada, mas morria de vontade de denunciá-la. Pobre Nicanor, achava que ninguem ia lhe dar crédito. Vivia, ele mesmo, o descrédito do povo. Ninguem o achava homem suficiente pra nada. Nem a Darlene.
Eu, pobre Nicanor, também comi sua mulherzinha, a Darlene. Eu também me lambuzei com ela. Ganhei aquilo que você nem pede. Ela deu. Deu e repetiu. Tanto que estou aqui relatando pro mundo. Obrigado pela sua cornice. Agradeço por mim, e pelos demais. Obrigado!
Brevíssima análise do caos
Agora sendo mais direto. Sejamos curtos ao opinar, e mostremos o que sabemos; não há quem aguente tanto tempo calado. Tínhamos um prefeito que herdou antigos pecados mas não se confessou. Agora temos um excomungado que abriu a janela do inferno sobre nós. Santa Paciência!
Cheers!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Esquecerás ao amanhecer, povo
Pesa, já disse, contra nós a acusação de sermos responsáveis indiretos por esse caos. Beiramos a nostalgia doutros tempos onde o pior era menos pior. Ficamos com o gosto de que somos mesmo sempre aqueles que, lesados, ainda ouvimos o escárnio de políticos e empresários.
Os dias vão passando, e vamos sendo o povo desmemoriado de sempre. Logo esqueceremos, é nisso que eles apostam. Uma aposta sempre bem feita, pois blefamos sempre. Aposta ganha!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Nein!
Antes de reclamar, arrumemos nossa própria casa!
P.S.: Bem feito pra máfia dos Souza. Aparecer no Fantástico não é nenhuma humilhação. Humilhação seria passar no Canal Livre. Contudo, punição que seria bom, não virá!
Cheers!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Factum negantis, nulla probatio est
Lá vai mais um aumento. É inegável que o retorno será nenhum, ou, se preferirmos ser menos racionais, retorno mínimo. Com a parcela de culpa dividida entre Poder Judiciário, Poder Legislativo e Poder Executivo, o preço da passagem de ônibus está se tornando praticamente um dos itens da "cesta básica", um luxo digno de entrar naquelas contas que fazemos no começo do ano para não perdermos de vista nosso orçamento. Somos forçados a pagar por algo que sequer nos dá um mínimo de garantias, digamos, de vida. Quem aí não concordaria que é crime a não garantia do arbítrio de ir e vir?
Pior do que contar com a apatia e a ignorância do povo é contar com os políticos velhacos que foram eleitos. Quem não tem nojo dos que estão no poder? É fato que eles deixam transparecer os motivos que os guiam, e muitos deles tem a consciência vendida por qualquercoisaquevalhanada, concordando e muito com as peças que os antecederam. Os políticos de Manaus, veja bem caro leitor, só não vendem aquilo que eles não conhecem! E sim, eles não estão lá pelo povo...
Eu realmente espero que tudo isso piore bastante. Acredito que não merecemos mais do que estamos sujeitos a aceitar, e ver todo esse caos imperando, com empresários mandando na coisa pública, é realmente entristecedor. Espero que piore. Espero que o prefeito finalmente deixe sua máscara cair e permita mais abusos, como costumeiramente ele permite, afinal, factum negantis, nulla probatio est. Espero que o Poder Judiciário continue advogando a favor dos empresários, e o Legislativo continue os seus trabalhos, mostrando que realmente não interessa preço de passagem a quem não usufrui (é forçoso dizer assim!) do transporte público.
Por fim, espero que essa humilhação continue. O povo é históricamente uns bananas mesmo...
Cheers!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Amul Deseresfadt II
Organismo
Eu leio a letra duma música, me distraio, e de novo. A idéia não me deixa quieto. Tantos sons que não deixam sequer a música que ouço chegar em meu cérebro. Pouco tempo, e de novo. Repetido. Mesmo assim eu me sinto bem, e feliz.
Cheers!
terça-feira, 28 de julho de 2009
U 4
devil reven evah dluoc I
uoy rof ti do I
hguorht em tup lla uoy tahW
uoy rof enod ev'I tahW
wonk reven lliw uoY
?etah dna yresim fO
efil a ot denmad llits I mA
?etaf ym siht sI
kaerb ot tuoba m'I
em tuoba s'ti kniht lla uoY
ees nac I secaf ruoy llA
uoy rof si ereh thgir tihs sihT
Amul Deseresfadt
Novo de novo
Sinto minha mente livre, filosoficamente falando. Tudo flui, como já dito algumas vezes, e repetido. Eu me orgulho de poder dar passos tão largos. Textos, colagens, imagens, músicas, sons. Só não tem espaço pra desperdício. Logo em tempos tão fartos. Mas se me conheço desde que nasci, sou assim porque não sei ser de outro jeito (citando frase jeca que ouvi).
Cheers!
