quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

What's do my thing do

Pobre blog, seu hálito frio está me matando...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Na alma desses dias

Voltando de algum lugar que ainda não fui... futuro incerto.

Cheers!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cristalino

Eu fico pensando em você. Penso em você. Sempre pensando em você. Nos olhos. Olhos nos olhos. Na aventura. Na fuga. Está em tudo. Penso em você. Misturo tudo. Misturo lembranças. Prefiro pensar em você. Prefiro estar com você. Prefiro você. Quero pensar em você. Quero você. Sempre quero pensar em você. Beijo. Abraço. Afago. Sozinho...

...dá saudade...
Cheers!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

So fragile yet so devious

Talvez ainda por não ter certeza, sem dúvida nenhuma, o velho sentimento de auto obrigação esteja se tornando absoleto. De nada adianta querer o abismo, se ele te engole. O espaço pros devaneios estão raros, o caminho do meio parece ser o único possível. Pães franceses na mesa, leite, café solúvel, inveja das crianças brincando despreocupadamente, um velho que toma conta delas cochilando numa cadeira de balanço perigosamente à beira da rua.

Não noto mais o vermelho, não consigo mais o azul turquesa e o cinza parece que está na moda. O plural de inferno é minha casa. Sensação amarga.

Mudando de ares. Ares. Não sei se amar depende de ser aceito, se pra amar você deve ser aceito. O amor agora é um clube exclusivo. Não se pode mais amar só. Não se pode mais amar. E eu acho que eu não sou da tal "tribo", simplesmente porque, magicamente, não sou aceito. Então bebei-vos. Bebei-vos para esquecer, esquecer que tem vergonha. Vergonha de que amas. Amor que te faz beber. Da fonte.

Cheers!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Água corrente

Tudo vem sendo, intenso, cada dia mais, e quando me deparo com o que passou, logo vem muito mais, sendo, intenso. Assim procuro ir, levado, numa vibração, longo caminho, sempreluz distante que se aproxima.

Estou me tornando, devagar, alguém aqui dentro. Estou me tornando alguém possível, paciente, novo, tão próximo de algo que jamais eu achei poder ser. Meu coração já fala, sem medo, mas a mente ainda me trai um pouco. Dia a dia mais que perfeito, companhia muito mais que perfeita.

Espero ter o tempo ao meu favor. Tanta coisa contra, o tempo tem que ser a favor. Eu mesmo não reconheço mais minhas forças. Nada está tão difícil, como em eras atras. Sempredistante equilíbrio que persigo. Semprepresente vontade de viver um novo amor. Vivendo...

Cheers!

P.S.: Matando a saudade de escrever-te, blog maldito...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novum Futurum

O último destino da saudade.
A última palavra.
Vejo imagens.
Imagens.
Vejo uma pessoa.
Vejo uma pessoa.
E vejo a mim...

Cheers!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Retrô

Eu era feliz e não sabia.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nova paz

Novas correntes, novas algemas. Um saco plástico amassado no lugar do coração, bombeando ar, bombeando a fumaça. Lume na mão, rodopios. Uma máquina registra os passos, traços, a capacidade de se reaver os velhos hábitos. Máquina insana, me pede poses, closes e me deixa mais triste. A máquina.

Daí eu morri. Não me deram a oportunidade de carregar sequer um pouco de dignidade. Máquina insana, circuitos perfeitos e fora do comum. Meu corpo agora está sendo velado pelos agentes funerários, ninguem no salão. A máquina não me deu sequer a voz de pedir umas flores. Não me deu sequer o suicídio, do espírito, passo em falso pro abismo, um novo batismo, a queda.

Daqui de baixo eu os olho agora. Não tenho paz. Olho por entre a fumaça, engano da mente. Não tenho paz, não tenho um momento de paz. Não tenho mais a minha paz. Aqui em baixo as coisas fervem por dentro, nessa idéia de frio. Aqui em baixo estamos sufocados, acorrentados, algemados. Ainda assim é um conforto. Estou repleto de cinzas, queimando o antigo plano de ter uma vida. Aos poucos a máquina me supõe em seus cálculos. E um fio ainda me liga ao mundo lá de cima.

Não tenho paz. Não tenho paz. Não tenho paz. Não. Tenho.

Paz.

sábado, 2 de julho de 2011

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Olhos do abismo

Olhar para o abismo. Sentir aquele impulso de se deixar ir. Tramar sozinho a queda. Mas, acima de tudo, saber que o abismo me olha de volta, me impulsiona, também trama. Velho gosto amargo na boca, daquelas sensações de solidão e inquietude que eu sentia.

Volto a ser. Estou voltando a ser. Aviso a vocês que estou voltando a ser. Minha mente está num turbilhão, a cabeça dói, sempreterna transformação. A besta de outrora ruge, gani, pia, agora inexorável dentro de mim. Novos caminhos, algo distante, mas acessível. Caminhos abertos, volto a ser, deixando de ser, transformando-se.

Não sei se o espelho me mostra o que estou ansiando em ver. Talvez não. Volto a ser algo antigo, o que era passado, nalgo que minha memória nem mais recordava. Discórdia, gritos. Gritos não, pandemônio na mente. Eu tenho que concordar comigo mesmo. Refazer minha dualidade vã. Fragmentos.

Fragmentos...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

disturbed mind loaded

Eu não aguento mais a beleza. Não suporto mais nada que é belo. Isso faz me lembrar, e lembrar me deixa triste, e a tristeza me faz ficar deprimido.

Não quero ver o que é belo. Dentro de mim eu adoraria o isolamento, dias sem nada, somente comigo mesmo. Impossível. O pior é que há um mundo insano ao meu redor, e ele depende de mim, como uma droga daquelas que eu nunca experimentei. Patife, sou patife!

Acho que vou me mudar. Estou cercado de uma beleza que me lembra o roundabout, e isso não é vida. Deixo sangrar um pouco meus desejos, vertente insana dos meus melhores momentos, mas isso não adianta. A cada esquina eu vejo a beleza, e isso me faz lembrar.

Já estou seco. Sem malícia. Queria voltar a ter o coração de pedra, como diria a Flora, e não mais perseguir o rabo com essa idéia de beleza, mas isso não sai da minha mente. O trabalho distrae, não tem um fone de ouvido pra eu ouvir o rap Zoeira aqui na lan e minha paciência está acabando. Sigo no submundo me destruindo aos poucos.

Não vou procurar a cura! Quero a beleza. A maior dela. Aquela que não me quer mais. Soluço. Choro, engano, sou enganado. Drogas, lícitas. Maioria dos neurônios querem correr. Estou triste. A minha mente está realmente fragmentada e nada me conforta. Nem o próprio conforto.

Realidade...

terça-feira, 7 de junho de 2011

400

Nunca ia imaginar 400 posts. Pra um blog que começou sem pretensões, o Oodioso passou por muita coisa. Um amigo silencioso, uma ferramenta, a máscara perfeita. Assim sempre fomos fiéis um ao outro, ideologicamente ou não, com ou sem conceitos, por percepção ou pela falta dela, o blog se mostrou o companheiro da palavra na minha mente.

A palavra aberta na minha mente...
Cheers!

sábado, 28 de maio de 2011

Procurando o caos

Procurando o caos, evidente maneira de expurgar aquele ser de outrora. Arrancar de mim aquele sentido de retidão e disciplina. Perder-se um pouco. Fumar, beber, rodar, respirar outros ares, e fumar novamente. Fumar bastante. E tomara que meu pulmão derreta!

Talvez hoje. Procurar o caos. Provocar o caos displicente e abertamente. Rasgar aquelas páginas amargas do ser de outrora. Sair do caminho, me tornar o errante, pouca atenção aos detalhes... me tornar dois novamente. Bem vinda dualidade!

E deixar na tarde a alma do passado.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Saudosismo eufórico

Para onde caminha essa minha mente fragmentada? Não suporto mais ver as fotos, e o cotidiano está me matando com lembranças dela. Sofro por que? Ninguem pergunta, mas eu respondo dentro de mim, justa chance de me abrir e curar as feridas.

Ela me deixou feridas abertas, sangrando palavras, vontades, desejos, e principalmente, um futuro. Sangro e bebo do meu próprio sangue, e ainda acredito que ela ajudaria. Engano. Não conseguiria porque ela mesma não está se ajudando.

Vou tentando me permitir. Ser permissivo. Fumar, beber, esquecer, rotina, rotina, rotina... me perder um pouco nessa merda. Tento ser permissivo, libertino, fumar, fumar, beber, beber, testemunhar, rotina, bebida, rotina, rotina, emprego, rotina, rotina. Não funciona na casa dos meus pais. A mão dela tá impressa na parede do lado da cama...

E isso vai me torturar...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Nuvem de esperança

Há uma nuvem de esperança espreitando, sempre espreitando, buscando uma oportunidade. Ainda que somente uma nuvem, essa esperança é como um verão frente ao inverno dos meus últimos dias. Algo que sinto melhorar cada dia, mais certezas que dúvidas. Não me iludo, pois somente nuvem, nada mais que uma sombra do que era minha vida, ela é somente isso. Nuvem.

Cabe a mim ficar atento. Não posso errar dessa vez, com tão pouco ânimo. Preservar somente aquilo que se tornou imortal, e esquecer aquilo que se tornou fatal. Juntar as lembranças e escreve-las no livro, e rumar pra outra página. Assim farei meu amanhã, com os pés no hoje.

Mas por quanto tempo?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Desabafo

Normalmente eu diria umas palavras de esperança depois de tantas de desespero, mas é impossível, impraticável, agora, neste momento.

O Odioso meio que se tornou o único veículo disposto a me ouvir. Mas ele não fala...

Entendo...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Antagonistas eternos

Eu digo: na batalha entre a mente e o espírito nenhum dos dois se rende. Novo roundabout implícito naquilo que são idéias somente. Mente se sobressaindo como naquele tempo em que eu não contava o tempo. Espírito inquieto como naquele tempo em que eu jamais tornara a lembrar.

O corpo, velha ferrugem, nobres engrenagens, está soçobrando em seus vícios, como se realmente não reagisse ao mundo exterior. Na verdade o corpo sem mente e espírito suporta tudo, a dor é somente uma criação mentespírito, autopreservação, autopiedade.

O corpo range, sempredorme às temperaturas, e não percebe nada...

domingo, 17 de abril de 2011

Pense

Ter a oportunidade de ter uma família.

Leia essa frase. Pense que você não tem uma família. Pense em você sozinho. Sozinho por ser deixado, não por deixá-los. Sozinho não por opção mas por imposição, por uma vontade manifestada.

Agora pense na sua família. Pense no seu futuro. Pense em como vocês poderiam ou são felizes. Pense positivo. Pense no conforto de saber que se tem uma família. E pense na hipótese disso tudo durar sua vida inteira.

Só agora pense na sua casa. Pense no seu futuro novamente. Pense que você mora ali porque ali é SUA casa. E pense na sua família dentro dessa casa. Repito: dentro da SUA casa. Pense que sua casa é perfeita, por mais defeitos ela tenha. Aquelas rachaduras, e o piso, não são imperfeições, são o charme da sua casa. Daí pense numa família feliz dentro desse lugar.

Leia a primeira frase novamente. E mais uma vez. Pense que você tem essa oportunidade, não por já saber ter uma família, mas como se não houvesse uma. Pense nessa oportunidade como a eterna busca de sua vida. Daí acrescente "e uma casa" ao final da primeira frase, antes do ponto. Leia na sua mente a frase como ela ficou com a adição.

Então... de um dia para o outro... ter a oportunidade de ter uma família e uma casa é tirada de você. Subitamente. Por capricho. Por raiva. Desilusão. Por...

até você ter perdido tudo...

Agora não pense em nada.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Nota triste

Estou profundamente triste. Estamos em crise, e minha fé esta abalada...

Luciano!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ódio à ele

Poderíamos dizer que todos ali estavam pouco confortáveis com a sua presença. Com pouco mais de quinze minutos mais da metade dos alunos saíram da sala. Era insuportável a idéia de estudar com tal pessoa, e você sabia disso. E por isso mesmo ficou ali, impassível, anotando tudo o que o tambem relutante professor tentava ensinar.

Cinco minutos mais haviam passado e agora somente uns dez alunos estavam em sala. De lá de fora já ouvíamos os burburinhos, alunos inconformados com sua presença, alguns à beira de chegar às vias de fato. Haviam aqueles que racionalizavam, buscavam uma explicação que não existia, e por isso mesmo geravam tais embates: os que "queriam acreditar que era possível que você estivesse lá" versus os que "simplesmente não toleravam essa idéia".

Mais tempo se passara e você ali, sentado à frente dos remanescentes impacientes pelo fim daquela aula. Uma névoa de fumaça de cigarro entrava pelas frestas das janelas, fumaça cuspida, uma forma de boicotar aquela situação, e de não levá-la adiante. Mesmo assim o professor, procurando ser profissional, tolerou mais alguns minutos de explanação. Ninguém copiava, ou prestava atenção, exceto você. Todos olhavam muito putos pras suas costas, e para mim parecia que a qualquer momento alguém partiria sua cabeça com uma cadeira. Sei lá...

Eu pensava nisso tudo dessa maneira por sentir que isso me confortava, me tornava neutro, quase impossível de percebê-lo ali, e lembrar de você. Eu tentava me manter sóbrio na minhas próprias convicções, com algum esforço para notar a aula, claro, a coisa mais desimportante daquele momento, daquele cenário. Além do mais, você não se importava. Ou pelo menos mostrava isso. E assim eu percebi seu plano: fazer com que eles sentissem somente o que você sentiu na solidão dos rumores. Uma inexplicável solidão dolorosa. Você os deu o esquecimento. Você os esqueceu!

Não há nada pior do que não existir pro pensamento...
Cheers!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Poeira

Por uma nova pergunta, aquela bebida aquecida que descia pela garganta. Vídeos velhos das bicicletas, os mutantes andando em rampas de barro. E muita poeira.

Cheers!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Fora do Ar Loaded

Dois meses e quatro dias eu finalmente termino uma capa nova pra blog, depois de mais de ano...

Cheers!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Caminho imaginário

Andando e pela frente tendo flores; atrás o caminho pisado, pés furados por espinhos. Singular tempo adiantando temporais, somente a roupa do corpo, e o vento levanta o pólen dalgumas. Pedras escondidas pelo caminho, tropeços. Novos ventos sopram soluços e mordidas, animais pelo campo. Mal irradiados raios de sol, lume perfeito, saem por meio as sombras das nuvens. Começa a chover...

Molha o caminho.
Cheers!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Roundabout III (ou MMXI)

A prioridade era ser
assim sendo existia a chance de mudar
com a transformação analítica do pensamento
viver se baseou em pensar

Pensar existia na mudança
sendo amálgama turbulenta da razão
transmitindo em vibrações novos seres
dentro e fora de mim.

Longo tempo longe do que seja
ser era tão distante
e a mudança opera mudança
radicalmente fora do projetar

Faltou água na noite passada
ninguém percebeu, só eu
nenhuma diferença para eles
exceto a mim.

Cheers!

sábado, 13 de novembro de 2010

Apologize

Sou um pai em chamas, um pai que chora pelo filho, na chuva eu me entardeço, e estou com saudade de mim ainda por aqui, pois sozinho é que não estou. Por aqui.

Meu blog anda abandonado. Serve the servants, eu pensaria comigo mesmo, mas daí não seria justo com esse meio que já viu adentro minhas facetas. Pensava que era maior do que simplesmente falar, e vocês lerem, ou dar uma prova que o contrário também ocorre. Sim, dá pra ler vocês daqui, leitores.

Estou mesmo com saudades de escrever. Vez ou outra o mesmo ocorre com as falhas. Outrora fui um pai mais severo, hoje relaxado.

Filho amado, o pai voltou!
Cheers!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

T.R.A.M.P.O. S.A.

Aparte a nova era, eu era todo síncrono com a idéia de começar nova rotina. Pensei que ia encontrar um padrão, algo que me deixasse pouco interessado, mas fui surpreendido com uma sempre pulsante (estressante) rotina. É tudo tão volátil, instável, que eu procuro "desmontar a bomba" antes de descobrir como monta-la...

Novos viveres...
Cheers!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Algo nada dantes verdadeiro

Destino que reaparece, uma vela do passado que eu não assoprei. Nada dantes irreconhecível, ainda crível e cheio de malícia. Tenho vontade de contos, e dos neologismos, bagana de cigarro de bar amassado no bolso esquerdo, onde guardo o dinheiro.

Destino que é verdade, outro passo pra qualquer lado. Passo ao lado não é um progresso, então não tomemos passos por evolução. Jaz aqui uma incendiosa e lânguida volúpia. Outros tempos, há quem se lamente. Horror na TV, algumas notícias da saudade e velhos novos amigos para sempre.

Ser...
Cheers!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Lembrança do teatro

Faz falta a flor que figurava no palco, em meio às poucas árvores com gente dentro. Temo não haver sequer o grito da raposa, pequena atriz, no entremeio da tragédia. O público adora, com seus conceitos e pais cheios de expectativas. Eu mesmo estou velho de tanta tristeza, triste com tanta velhice...

O salto no texto, do texto, para fora da compreensão, quem entendeu não leu, mas quem leu pediu atenção. Então de súbito da coxia vinham sussurros, ouvidos perdidos tentando ouvir. Era um erro, ou uma saliente atitude libertária? Ora só, seus parnasianos duma figa, que só escutam os ecos que suas mentes toscas lhes dizem. Coitada da criança!

Cheers!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Solari ainda pulsa

Sempre que eu podia mostrava um pouco do material de Solari. Ando um pouco ocupado pro blog, mas Solari pulsa a cada dia. Guerras, poderes, novos personagens e a incrível nova concepção de magia. É tanta coisa nova...

Pena que meus leitores debandaram. Infelizmente!
Cheers!

sábado, 20 de março de 2010

Força Poética

Eu vim do vácuo, e sempredistante hora em que nasço sem fazer barulho, partida equidistante à sua chegada, luz que alumia a vida cadente...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

By: Escudeiro...

Olá de novo caros mortais! Estou aqui em missão de falar sobre meu projeto, o meu projeto de Black Metal. Como funcionará? Este meu projeto, é focado em duas bandas: Mayhem e Dimmu Borgir. Estou pensando numa banda formada por mim (na qual tocarei bateria, cantarei e tocarei teclado) e outro indivídio (que tocará guitarra e baixo). Nesse projeto, pretendo gravar uma demo com 6 músicas: duas com a raíz mais crua (Mayhem), que falará sobre o movimento de Black Metal na Noruega, e o Inner Circle. Depois, as duas músicas de raíz mais sinfônica (Dimmu Borgir) que falará da Mitologia Pagã, e seus Deuses (tais como: Odin e Thor). E depois, dois covers das respectivas bandas: Mayhem (The Freezing Moon) e Dimmu Borgir ( The Insight And The Catharsis, na qual pegarei a bateria eletrônica, pois fica difícil ainda pra mim).


Para os interessados no meu projeto, que queiram falar comigo:


http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16955145184215495020&rl=t
http://twitter.com/pedrovalls
www.formspring.me/pedrovalls

Cheers!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Next stop allowed

Saudade que não cabe numa colher de sopa...

sábado, 9 de janeiro de 2010

DesNovas

Eu ouso dizer que estamos todos num ritmo alucinante, como se estrelas fossem frutas em galhos baixos, e pudéssemos correr à velocidade da luz. Respiro, continuo, minha mente uma hora mais cansada. Eu ouso dizer que somos o melhor momento de nossas vidas, e o presente é a apoteose magnífica da peça mal escrita do rumo malamado por nossas opiniões pessoais. Se não existe futuro, o possível não existirá, e passado é somente um aglomerado de circunstâncias e acasos. Já não sei no que acreditar...

Sinto falta, nessa corrida galáctica, dos pomares, dos bolevares, das trancinhas, sobrinhas e amigos carniceiros... dá pra dizer que os amo.
Cheers!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Idílio

Mais um ano se acaba, mais um ano começa! Adeus 2009, olá 2010! é tão bom quando termina algum ano, pois, assim lembramos daquilo de bom que fizemos e de tudo que lutamos, e lembramos que agora podemos comemorar descansando! O bom disso, é que nós já fazemos planos para o ano que virá, e entraremos prontos. Meu nome é Dead, e hoje vou escrever este post, por causa da ausência de Yabukishin, mas garanto que farei um bom trabalho. Para eu que sou estudante, o meu ano de 2009 foi marcado por estudos, e preocupação com formatura de 8ª série. Para os adultos, a sua preocupação foi de trabalhar e ganhar seu sustento e ser feliz com sua família. Mas agora, é momento de esquecer o que passou, o que aconteceu, e pensar no que vai acontecer, que é o mais importante! Natal, Ano novo, são festas bem felizes que reúnem a família, pra comemorar a vinda do ano que vem, e celembrações católicas. Essa será a última postagem de o Odioso Yabukishin, mas não se preocupem, ano que vem, continuaremos a postar, eu (Dead) e Yabukishin. Um feliz 2010 para todos, saúde, paz e prosperidade.

Cheers!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vivo

Os ventos me levam cada dia mais longe, mas ainda há aquela nuvem cinza que insiste em trazer o passado à tona. Não posso deixar de viver. Ao seu toque eu me sinto vivo...

Contando os dias para salvar-nos!
Cheers!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Há uma Lua nos teus espelhos

O estímulo querido, a sempre equidistante forma de se aproximar, talvez uma leva de outros olhares, o significado dos sentidos; és uma mistura de fino retrato com felizes destinos. O caminho é tão cinza, e me lamento, fatídico enfado dos outros que não compreendem que, alhures, é que nos danamos. A perfeita sinestesia, longos caminhos elementais, nos sentidos sempre acesos, nos corpos sempre alertas. Ah, os sentidos, todos borrados, compassos complexos que enganam, perceba, não deixam a razão assumir o controle.

Havia dentro de mim a poeira. A longe imagem de um fruto apodrecido, dos mais alvos e finos galhos, sob a qualquer luminância do sol. Ao meio dia de minha vida, eu penso, eu era agora a pouco uma videira. Eu penso, eu penso. Sempre calada mudança, sempre matreira chance de se transformar. E vi a receita da mudança em olhos de lua, que como toda a lua, tem seu lado escuro.

Eu ainda não conheço seu lado escuro, respiro quente vapor das noites, inebriante cheiro, ah mas que engano, inebriantes cheiros, há mais de um! O célere desejo de possuir a mim mesmo, então eu acho o espelho tão atraente. Olho no espelho de sua alma, novamente, o encanto recai. Conseguir resistir, é forçoso! Se respondem a mim, alegria que me toma conta. Saldo salgado pela vitória inconteste, só há o pulso, e mãos, e cheiros, e olhos, e boca, e gosto, e toque e...

há algo privando minha razão de controlar meu corpo!
Cheers!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A recíproca dantes verdadeira

No fundo dos olhos dela, a sombria raiva. No fundo da minha alma, alguma dor inacabada, irrecíproca. Eu faço sacrifícios, e de mim eu conheço a força, mas e da alma dela...

Cheers!

sábado, 7 de novembro de 2009

Representa para mim?

Não é a busca pela perfeição, é somente uma disciplina que norteia meus atos, algo que, imagine, está sempre se auto criticando, umas regras de velhas sortes que ainda dão certo. Eu não busco a perfeição, eu busco a realização. Eu não busco a idealização, eu busco a noção exata do que tenho, se possuo e o que possuo. Edifico passos possíves ao passo das palmas que ecoam ainda desde aquelas velhas cantigas cantadas nas juninas de minha infância. Eu busco edificar lembranças. Eu, não busco a perfeição. Eu não me perco. E não quero que te percas.

Eu faço escolhas mais difíceis agora. Não são opções difíceis a fazer, mas o modo de toma-las é que torna tudo complicado. Antes de pensar em mim eu tenho que lembrar do espelho. Após ter aceito, eu só posso pensar nos meus, e em suas difíceis escolhas. Eu faço escolhas mais difíceis agora.

Eu não me perdoou!
Cheers!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

As ondas que vibram

Eu nunca mais havia sentido meu coração pulsar desse jeito. A vida está me presenteando com surpresas incomuns. Mas, é tão difícil continuar?
Cheers!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Para você

O amor alcança limites que pareciam inalcansáveis. O amor supera barreiras antes intransponíveis. Ele eleva minha frequencia cardíaca, é totalmente instável, contrariando minha autocrítica, a arma mais poderosa a favor da minha ansiedade. É o amor.

Ela veio assim, devagar, me conquistou suave. Olhos nos olhos, sempre inquietos, às vezes uma porção dentro dos meus, às vezes tão distantes. E eu não via o que era certo, mas sabia o que eles diziam. Fez nascer vida no deserto árido. Trouxe chuva ao recanto onde não há eco, mas só poeira e dor. Então eu me convenci, havia estado muito tempo no frio de longas noites...

Ela veio assim, devagar, me conquistou suave. Ela tem medo, ela tem dúvidas, eu sei, eu sei. Já não diz os tão bem preparados "nãos", mas agora os tão fáceis "o que foooi?", e se faz de menina. Não, ela não é só uma menina, há uma mulher! E me faz tão feliz. Ela me faz feliz, e começa a ver isso, começa a aceitar isso.

Há algo nos olhos dela. Há algo nos olhos dela. Há algo dentro de mim que...
Cheers!

sábado, 31 de outubro de 2009

Hoje não!

Hoje eu queria escrever só palavras doces, mas não vou. Apesar de meu coração estar sereno e feliz, há algo agora que me preocupa. E não, este blog não trata de certos assuntos.

Talvez amanhã...
Cheers!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Mecânica

Ela sorria tão singela, e parecia carregar consigo uma felicidade maior que seu corpo. Simples modo de levar a vida, mistérios fundados nos olhos, uma sempre marcante expressão de seriedade, talvez uma má expressão de minha parte, óculos, e o franzir da testa. Dizer coisas ao ouvido, receber afago imediato. Ela só me diz não! Ela só me diz não!

Parece enternecida pelo alvo sentido do muito gostar, mas são só palavras. Haveriam outras palavras? Eu perco o caminho dos meus olhos. Meus olhar encontra o dela. Eu a olho nos olhos, quanta bravura, quanta covardia. Ela só me diz não! Ela só me diz não!

Eu só queria, da minha vida, um porto seguro nos olhos dela...
Cheers!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A energia do coração

Um novo amor está começando...
Cheers!

sábado, 24 de outubro de 2009

Parabéns, Mãe

Ó Mãe
mãe feliz e bela
hoje fazes do meu amor
a sua festa.

Parabéns Manaus!
Cheers!

Pesadelo, O

Eu sou uma árvore seca, plantada num árido deserto, cercado de folhas secas, e mato queimado pelo sol, distante léguas da civilização pulsante, acreditado da renovação da vida, curto verão, longo calor. Eu sou uma árvore seca que nunca dará frutos, plantada numa árida ilusão, cercado de deserto e distante léguas da renovação da vida...
Cheers!

Ainda mais longe do pesadelo

Eu sou uma árvore seca, plantada num árido deserto, cercado de folhas secas, e mato queimado pelo sol...
Cheers!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Longe do pesadelo

Eu sou uma árvore seca...
Cheers!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O lenço para a moça

O suspiro lento da moça, um afago, retiro um lenço do bolso e enxugo as lágrimas dela. Naquele momento todos ali, naquela praça escura, eram meros personagens cinzas. Ela tenta se recompor, mas não consegue. Entrega-se ao choro. E eu me dano dentro de mim, odeio ver cena tão triste. Tento alcançar a mão dela. A esquerda, ela esquiva, a direita, ela esquiva novamente. A quem olha parecemos um casal brigando. Mas há no universo uma razão para tanto lamento. E essa razão não sou eu.

Eu sempre desejei a quem me faz feliz o triplo da mesma receita. Desejo estar sempre solícito quando desta alcunha de amigo, ou apenas presente quando da de companheiro. E ser justo me parece ser tão mais nobre. Mas ali, naquele momento marrom, onde o cheiro da pele dela mudara tão repentinamente, a nobreza não vestia seus saltos. Era tão plebeu chorar em público. E ela desabara a chorar por injusta razão. Razão que eu ainda não conhecia.

Sondei-a com minha perguntas. Eram doloridas demais. Não para mim, mas as respostas. Eu sou um ser sem coração que percebe o coração do outro. Eu sou a águia que não pousa antes da boa caçada. Eu sou um insensível. Passo a cobri-la com meu corpo, afim de esconder seu pranto. Ela somente responde. Era mais fácil esconder, que saber da razão. Então ficamos lá, como um casal que briga, abraçados, como um casal que termina. Termina. Só.
Cheers!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Do Príncipe

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Aonde eu estava

Eu não estava ali. Não exatamente ali. Havia somente um corpo lá. A mente voava ao vento dumas lembranças bem escarninhas. A alma vagava por um oblíquo destino. Eu não estava ali, suportando aquilo. Eu estava em vários lugares...
Cheers!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

À Flora

O príncipe aprende com a raposa que ele é rico de uma rosa, que o cativou. Então ele vai às demais rosas.

- Vós não sois absolutamente iguais a minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.

- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda: Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

Conhecida esta verdade, a raposa ensina ao principezinho a maior lição que se aprende quando se cativa um outro ser.

- Adeus, disse ele...

- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.

O essencial é invisível para os olhos, repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.

- Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez tua rosa tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.

- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.

Essa é a maneira que eu aprendi que eu também sou rico de uma rosa. Uma rosa não, uma flor. Uma flor não, uma Flora! Que no meu íntimo é rainha de tanta coisa. Que no meu coração vive. Uma Flora que me cativou, e por quem eu serei eternamente responsável...

Parabéns por mais um ano, Flora da família Valls!

Cheers!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Transliteração densa

Achei que o amor fosse um eco guardado num pote, no alto da prateleira esquecida daquela sala mais longínqua de minha mente. Não havia fuga. Não haviam termos usuais. Era mesmo o amor ali naquele pote. A barganha havia sido descoberta. Mas a lascívia está num pote maior. O que fazer?

Garanto sermos noite por todo os dias. E quando passeia a luz, os outros se escondem. Coração de pedra, é o eco, é o eco. Coração de pedra. É o eco, o eco, o eco, o... eco...

Cheers!

Boyfriend

Acordei ao seu lado, vi no cinzeiro os rastros da noite anterior. Estavam pelo chão papéis, peças de roupa, um violão, copos com a numeração raspada e uma vergonha na cara abandonada, pândega. O calor era insuportável. Olhei para o outro lado e vi uma janela fechada. O corpo pesava, acho que o vinho me escravizava, e nem meu olhos queriam permanecer abertos. Me voltei para o teu lado e vi que teu cabelo era mais claro que eu pensava. Duas covinhas ladeando uma boca pequena e carnuda, uma tez firme. Restos de maquiagem de noite. Meu corpo ousava me desafiar. Eu não podia levantar. Segurei em tuas ancas, aninhei-me no teu colo suado e fechei os olhos...

Uma hora depois nós acordamos. Custo pela noite: 80 reais.

A transa foi boa, se os sintomas persistirem, eu deverei ser consultado.

Cheers!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Viva!

Viva pela droga que consome teu dinheiro, pela marca que a prostituta deixou no seu pescoço, pelo roubo dos seus sonhos, a troca do útero pelo depósito no banco. Viva pelo abraço do falso amigo, pela viagem da amada, por um trocado dado ao mendigo alcóolatra no sinal de trânsito. Viva pelo o que você sabe, pela última palavra numa discussão, pela virgindade perdida, pela perda, pelo sono.

Não evite perder. Perca sempre que puder. Há perdas melhores que qualquer ganho irreparável. Há ganhos que nunca serão tão bons quanto uma boa perda.
Cheers!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Aquarela

Nada está azul. A paleta de cores perdeu suas cores quentes. Escorre o guache pela tela úmida. Eu ainda vejo seu rosto quando fecho os olhos. A pintura está assumindo os tons do cinza, novamente. Não é um retrato, tento te pintar como uma distante e crível porcelana frágil. As cores quentes realmente fazem falta. As cores frias não tem o azul.

O jeans te falta. Uma calça de outro tecido. Uma nova cor. Mistura, mistura. Obtenho pouco mais que os tons necessários. Te visto.

A paisagem ficará sombria com tão pouca luz nas cores. Ah se eu não tivesse o branco, melhor seria se fosse noite. Mas a lembrança é um fim de tarde. E fins de tardes são quentes...

Derrubo água sobre você, diluo os primeiros traços. Busco a exata forma de seu rosto romântico. Pincéis, sombras e notas baseadas nas músicas do fundo de minhas lembranças...

O sol se pôs, mas amanhã ele virá. Amanhã é tarde. O amanhã já se pintou. O futuro é de tintas de cores frias. Frias.
Cheers!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Filme no retroprojetor

Eu noto que as flores estão voltadas para o sol, exatas almas pensantes, ocupadas colhendo uma luz demasiadamente forte para os meus olhos. Eu não sigo mais pelo jardim, mas pelos espinhos do entremeio da realidade, o desejo e o sonho. Meus dons dão más notícias, e de novo. Num outro dia, más notícias, e tudo se repete, numa repetição de novos pesadelos que jamais se repetem. Trato da trilha somente os pés, que me avisam: já estivemos aqui!

Eu noto que o ar está diferente, as cores bruxuleantes do final da tarde, meu olhos veem o que está próximo, e somente o que está próximo. Mais de um século se passou dentro de mim, e a sensação é de que nada evoluiu. Ah, eu estive errado por tanto tempo! Não me dei a noção do tempo, mas somente das consequências. Errado como um garoto que brinca com fogo. Mas o fogo me queima, já me queimou outras vezes.

Outrora eu não sabia...
Cheers!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vida nova, Solari

Estão germinando em mim novas histórias, um novo material sobre Solari. A cada dia o pandemônio deste universo me canta histórias, epopéias e tragédias. Muito toma forma, e a minha imaginação libera novos capítulos, sempre da forma caótica, com suas nuances.


Realmente um novo tempo!
Cheers!

True psychedelic advertising II

nemA.
.olam a son arebil des
;menoitatpmet ni sacudni son en tE
.sirtson subirotibed sumittimid son te tucis
,artson atibed sibon ettimid tE
.eidoh sibon ad munaiditouq murtson menaP
arret ni te oleac ni tucis
aut satnulov taiF
.muut munger tainevdA
.muut nemon rutecifitcnas
sileac ni se iuq, retson retaP

True psychedelic advertising I

.nemA
eartson sitrom aroh ni te cnuN
subirotacep sibon orp arO
,ieD retaM, airaM atcnaS
suseJ iut sirtnev sutcurf sutcideneb tE
mucet sunimoD
anelp aitarg, airaM evA

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Flores do mato

A razão silenciou diante teus olhares, o corpo era todo obediente aos teus toques, meus olhos falavam e a boca secava frases disputadas. Sim, as palavras disputavam nascer e te ver, na luz daquele encontro. E o meu coração estranhamente pulsava. Eu era todo feliz. Uma felicidade plena. Uma felicidade compartilhada.

Eu senti teu ar, a tensão do que me contavas, vi os raios de sol nas tuas palavras, e a singela vida que me presentavas. Eu desejei que aquele momento nunca acabasse. Desejava saber mais, mas essencialmente sentir mais tudo aquilo. Meigas palavras, meigos olhares. Eu havia parado de pensar em mim, eu havia perdido algumas coisas. Perdi o medo de olhar nos olhos. Sim, não. Eu havia perdido o medo de olhar nos olhos, e de deixar-te olhar nos meus. Queria que visses o meu espelho d'alma. Desejava ser descoberto.

E agora eu desejo te descobrir...
Cheers!

sábado, 3 de outubro de 2009

O menor mal

Nunca mais desista dos seus sonhos...
Cheers!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Luz chegou!

A luz se aproximou, mas meus olhos já estavam prontos para ela. No meu íntimo eu pensei que eu havia esperado por tanto tempo, mas um sentimento rogou dentro de mim a minha brevidade, e a minha serenidade. Eu lacrimejava como um pequeno que ganha um presente. Um rico presente, com sua caixa bonita e laço largo, daqueles que se tem cuidade em abrir. Por que agora eu acreditava que seria diferente? Por ter saído do longo caminho, eu aprendi que não havia ficado parado, mas caminhando; a paisagem é que era a mesma por muito tempo!

Eu invoquei as trevas por muito tempo. Suas teias macias e frias demoram pra desgrudar da pele. Tanto a se construir, refazer, reaprender, realizar, repensar. Talvez uma das Graças me visitassem, e contasse uma de suas histórias. Mas mesmo assim eu expurgava o que não tinha nome. Só a luz libertava-me. Só a luz elevava-me à alegria de antes. Mesmo com histórias, eu já havia habituado meus olhos com a luz. E a luz está invadindo minha alma. A Luz está em minha luz.

Cheers!

sábado, 26 de setembro de 2009

Novus Lux

Havia uma trilha muito longa até a luz. Um caminho ladeado por árvores semfolhas desfolhadas, como no outono que nunca havia vindo. Das rosas eu só sei que elas estavam ocupadas com seu próprio brilho, nos almiscarados vales do sonho. Só por ser só, eu me preocupava. Havia ficado velho por muito tempo, era o momento de mudar. Plantei-me a caminhar, por ser muda nova a crescer, era necessário fenecer primeiro.

Preparo os olhos para o período de luz. Saberei que será o lume novo que tanto busquei na vida, e que já havia desistido de procurar. Eram o que diziam os sonhos insistentes. A nova boa nova das novas expectativas, medroso meio de dizer "apaixonado". Pela vida, pela vida, pela luz. E eu ainda nem a conheço...

Como pode um coração conhecer a luz sem tê-la visto, somente sentindo seu calor?
Cheers!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Por detrás do que se esquece há...

Revirando velhos cadernos, vi os restos mortais do ser que eu já fui um dia. Alguns traços, outras aberrações e velhos fantasmas. A viagem àquele passado parecia anunciar uma noite longa, e era tão mais breve em meus pensamentos. Na verdade tudo parecia um longo anúncio de longa data, onde o amor e apego àquelas coisas velhas clamavam por seus tronos em minha memória. Como se eu ainda desse ouvido aos caprichos de horrorosas metáforas atordoantes.

Sim, eu voltara ali para provar do velho veneno. Desejava saber se minha mente ainda adoecia ao sabor daquela peçonha. A minha velha peçonha. Uma reação tão natural quanto querer saber se o fogo ainda queima quando se põe a mão nele. E eu não estou ficando louco, só estava me testando. Por muito mais que a esperança pode supor, por tudo isso, eu devo estar preparado. E a minha sorte é saber que a velha peçonha, aquele veneno que a anos eu destilei, está sem força. Então eu penso no limbo.

Ah, o limbo. De onde eu tirei tais velhos cadernos venenosos. Que eu saiba o limbo já foi maior. Hoje é só a vaga lembrança. Aliás, é depósito de poeira, das aranhas, do meu velho hábito de revisitar. Ouço velhas canções, vejo velhos momentos congelados em papel brilhoso, velhos que hoje estão muito mais velhos, e novos que se tornaram velhos. Sim, todos congelados, no limbo, em papéis brilhosos, dentro de álbuns bolorados. Mesmo assim eu mesmo não me sinto um velho. Só me sinto. Só.
Cheers!

No outro dia, a realidade

As crianças esperando no carro, um buquê de flores amarelas, uma grande expectativa. Um grande jantar, luz branda, música lenta. Ingredientes de um sonho açucarado, com a cobertura doce dalgum doce bem melado. Argh, como eu odeio floreios!

Ordem: Primata. Espécie: Homo sapiens sapiens. Aliás, nem tão sapiens assim...
Cheers!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Lentes

Saindo da caverna, a luz era demasiadamente dolorida aos olhos. Mas como pode a luz trazer dor?
Cheers!

A avalanche

A ressaca que aquela chuva me causou, ainda sinto que o calor invade meu coração, sempre a mesma cor nascida do lume cardíaco, o ocre. I don't want to call my friends / For they might wake me from this dream, é a frase que me vem a mente neste instante. Lentamente eu cedo, cada dia melhor, sem nenhum medo. Então pareço estar alegre.

Uma alegria que toma conta, que deixa o rubor para trás, então eu não conheço mais desafios maiores que eu mesmo. Há uma conspiração permeada de riscos que controla tudo isso. Uma conspiração orgânica, uma batalha sem vencedores por interesses campeões. Cartas, papéis de carta, canetas, tinta e milhares de palavras. Os livros passaram a ter sabor. Viajar nas histórias agora é a garantia de felicidade. Outrora me dizias...

E é no âmago de velhas letras, em velhos papéis, que eu encontro o alento para a avalanche. Um canto tão maior que toda a minha preocupação mundana, racional e cruel. Mágicas palavras que me condenaram no passado, e me libertam agora, no presente. Sim, o futuro ainda não chegou. Está custando para dar notícias, e eu já me encontro tão ansioso...
Cheers!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Da Magia

Imagine que a magia está nos olhares, nos lábios, nos gestos das mãos. A magia nos rodeia, por um círculo de atitudes, de fatos, de repetições, e da quebra dessas mesmas repetições. A nossas ligações com o mundo, tudo isso é parte da magia ativa do mundo, embora não reconheçamos em nosso dia a dia.

O amor constrói, a paixão destrói.

Cheers!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Da Aurora Doutro Dia

Os espaços vazios estão sendo preenchidos pelo novo sangue. As coisas começam a ter cheiro, como quando a mente se lembra de que se é ser vivo quando o ânimo retorna. Há um amor no ar, uma trilha, uma presença, uma harmonia. As horas não passam, os ventos sussuram nos meus ouvidos. A casa também não está mais vazia. As horas não passam, insistem.

Aquelas dores egoístas, dores marrons, estão sumindo. Melhor, estão sendo substituídas. Viro aquela metamorfose ambulante, nasço de novo, o sol de novo, a lua me olha. Espasmo de uma nova vida que virá. Está vindo. Só não está aqui ainda porque precisa resolver umas coisas por lá, mas vem. E da aurora eu consigo retirar o novo dia.

Os espaços vazios estão sendo preenchidos pelo novo sangue. As coisas começam a se arrumar. Sentidos aguçados. Coração, ah, o coração!
Cheers!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Gotcha!

Eu achei que o amor estava numa caixinha lá no alto daquela prateleira que eu havia esquecido. Mas não, ele estava solto, feito um gato, sorrateiro...
Cheers!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Esquadros

"Nunca sou bom o suficiente..."

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que não sei o nome, e raios rápidos e a chuva, neblina do dia. Inspira a que todo dia sorria cada vez mais, o lapso daquela alegria, tardia, novamente nova hoje, mais.

Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone, cantando Bach e os seus, acordes sonoros daltos sons. E meus amigos, cadê, eu me questiono, do frio do meu âmago até a luz das estrelas mais altas do céu.

Outrora já diziam...
Cheers!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Brevíssimo

Tomado por novas idéias... absolutamente triste com o vento, e felicíssimo com as circunstâncias...

Cheers!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

15 anos

Maravilhosa. É essa a definição do aniversário da minha futura afilhada Ranna Kelly e de seu avô Walmir, dia 6 passado. Ambiente familiar, muita comida, convidados, alegria, festa bem decorada (eu tive minha participação, sim, sim). Os aniversariantes estavam radiantes, e numa festa assim, sempre há muita participação dos familiares. Os presentes sempre em dobro, sorrisos e abraços. Me orgulhava estar ali, e ver a felicidade daquelas pessoas que amo tanto.

Dia a dia maravilhoso, as meninas sempre, hum, comportadas. Aquelas conversas cheias de mistérios da Rê, os dilemas da Mari, o bom humor da D. Ray, tanta coisa. Já dá até saudade. Desde cedo a alegria pela casa, as brincadeiras, os cachorros, a arte do Rafa, o Ruan contando histórias. E eu pensando em quem não pensa em mim. E sentindo a ausência da magrela da Rai. Tanta coisa, tanta coisa. Festa assim é realmente uma celebração!

No comecinho da madrugada o Fecani. Cidade grande, trânsito caótico, muuuita gente nas ruas. Bebida, agitação, mulheres e música! Não era um show de rock, mas bombou, rsrs. Parecia o sambódromo de Manaus em dia de festa, dada a proporção da festa. E olha que me disseram que nem estava muito cheio! Imagina aquela festa maior então! Deu saudade da muvuca mais organizada lá de Manacá...
Cheers!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A Deusa da Palavra Ainda Vive

"Nunca sou bom o suficiente..."

Canta-me, ó deusa, o fulgor da minha alma, nos dias do passado. Já não lembro de quando amava, o sentimento finito que não deixava a velha chama apagar. Canta-me a história do pouco que sou, com voz calma. Senhora! Eu mereço tanto saber o quanto fui feliz.

Senhora! Eu mereço ainda ser tão feliz? O que fazes para mim é mesmo o que eu faço a ti? Vivo perscrutando minha alma em busca da velha chama, o que me torna triste. Não a encontro, nem sequer o mísero calor. Meu amor acabou, ó deusa?

Sei que descobres para mim nova chama, senhora. Então a alegria vai habitar-me por longo, e perdida estará a lembrança dos dias do passado. E novo hábito será meu quinhão. E novos dias eu estarei suspirando. E mais anos eu perseguirei novas lembranças.

O novo, novíssimo amor!
Cheers!

The Sun I Saw

"Nunca sou bom o suficiente..."

As vezes perdido no tempo, respiro os dias antigos, novamente com a força dum touro na alma e a fragilidade da porcelana no corpo. Uma tristeza quer tomar conta de mim, e me esforço para acordar. Durmi à drogas pesadas, e os sonhos foram horríveis. O corpo todo está muito cansado. Todo tipo de sentimento, como se no passado, a ousadia me tomasse por horas...

As vezes me encontro no tempo, respiro novos dias, com força nenhuma e a vontade de um touro. Minha mente é um deserto, e meu coração é a areia. Minha energia toda irradiada por longos anos, espalhada pelo ar gelado do deserto. As madrugadas, a bebida. Os amores antigos. O novo amor...

O novo amor!
Cheers!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O Sonho Das'alvas Noites

"Nunca sou bom o suficiente..."

O velho mirou bem, atirou o dardo e acertou o círculo do 60. Alegrou-se. Semana passada só acertava o 80 e quando muito o 90. Seus amigos lhe davam tapinhas nas costas e davam-lhe mais outros dardos, incentivando-o a atirar mais uma vez. Ele se achava feliz, olhava para os dardos pretos em sua mão, e agradecia pelo sucesso. Mais tapinhas e afagos. Ele mira, e acerta o 50.

Sonhei que eu era um velho abandonado, morador de um asilo poucasportas, onde corações que já estão cansados descansavam, em meio a papéis de parede igualmente velhos. Eu estava lá, tão triste e morimbundo, onde viva alma não havia para nutrir minhas histórias. Somente outros velhos morimbundos que gorjeavam horas nas varandas daquele lugar úmido. E eu me sentia deveras triste!

Ah, se houvesse, noutros tempos, a minha tão malograda sorte. Outrora me dizias...
Cheers!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Minha Viagem

"Nunca sou bom o suficiente..."

Ansioso pela viagem. Dia 6 próximo estarei em Itacoatiara para o aniversário de 60 anos do seu Walmir, pai da Renata, e a festa de 15 anos de minha adorada afilhada Ranna Kelly. Será, com certeza, uma grande festa com muita alegria. Devo ressaltar que fui eu quem fiz o convite, algo que agradou os dois aniversariantes. E o carinho especial que tenho por Ranna, e pela Renata, me fazem ficar bem ansioso. Quero que tudo dê certo, nessa celebração. De verdade!

Cheers!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Formula 8

Uma pepita de ouro, um tiro, uma família enriquecida e dois velhos amigos que não se viam a quarenta anos...

Ando mergulhado em memórias. Em breve farei algum, mas por enquanto, o que escrevo está sendo execrável. Sou muito detalhista. Mais crítico até.
Cheers!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

I can't get no sleep...

Hoje não há muito do que se tratar aqui no blog. Meu corpo está falho. Acredito estar à beira de um colapso nervoso! Não durmo a algumas noites consecutivas, e para falar a verdade estou com todos os sintomas que uma prática dessas causa em uma condição intolerável como essa. Não lembro de datas, ando meio perdido no tempo e as horas passam numa velocidade tão vertiginosa que me dá a impressão que estou mesmo desperdiçando minha vida, por ora.

Meu corpo dói em alguns lugares costumeiros, em outros nem tanto. Disposição tão pouca, a mente está realmente falhando. Mesmo ela que, no seu domínio pandemônico, se mostra incansável, está titubeando. E pareço ser tão jovem, outrora dizes...

E, para citar um verso do Faithless, na música Insomnia (bem apropriado, não?).

"Keep the beast in my nature under ceaseless attack
I gets no sleep
I can't get no sleep"
Cheers!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Sol do Meio Dia

Fiz uma promessa a mim mesmo de tentar não me apaixonar novamente. Mas tá difícil...

Embora eu saiba que quem ler essa frase acima vá fazer o mau juízo perfeito, não me perco na opiniosa questão, mas somente nos seus fatores, nos seus fatos. Ainda que por desacato, há uma porção de mim que ainda se enamora das'alvas armadilhas da paixão. Ainda que contrariando qualquer bom senso, há uma porção de mim que se arrisca aos sóis da conquista da velha chama. Então eu me sinto um criminoso. Milhões de perguntas, muitas delas as conhecidas do antigo roundabout que minha vida é.

O que se dirá de mim daqui a algumas décadas? Dirão que eu fui o mais ousado, mas aquele que não se permitiu. Me orgulharia muito poder ouvir que fui o mais insistente, mas penso que não faça a menor diferença para alguém, constar nos autos, lembrar-se disso. O livro da vida então me deixará viver tão somente nas notas de rodapé. Minha estória será sempre um nada visto com nada de novo. Então me reaproximarei da velha chama, tentando alumiar essa miserável vida.

Como pode ser o impossível? Por que luto? Por quem luto?

Ninguém...

Cheers!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Neo Romantismo

Feliz daquele que persegue seus objetivos!

Sempre pareceu distante. Quando se olhava mais de perto, era mero bicho selvagem tentando se esconder no fundo de um pote. Quando se olhava com ternura, era a perfeição de atos e palavras. E quando se notava na frente do espelho, todas as manhãs são normais. A mesma aparência.

Outrora me dizias...
Cheers!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Desconexa alegria

A gente vai se permitindo, vai rumando sem olhar para trás. É belo o caminho, bela companhia. Aquela velha chama que teima em reacender já foi pira magnífica que aquecia dias do passado. Ela, velha chama, é maior cada dia. É ela, velha chama, que causa tanta dúvida, embora não mais tão desconhecida.

De repente o velho se torna novo, dá vontade de rever os antigos, crêr nos mais novos sonhos, e tentar alcançar aquele nível de compreensão tão magnífico...

Outrora me dizias...
Cheers!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Dois Resumos

Não procurei sanar nenhuma de minhas dúvidas. Originalmente elas não eram dúvidas, mas apenas pequenos resquícios da minha falta de atenção. Os sonhos cada vez mais constantes se tornam fortes. É uma luta noturna. Pouca luz irradiada naquilo que tudo isso significa. Ou então eu estou ficando louco.

O sentido original abalaria meus dias. E eles estão tão mornos! Eu não consigo deixar de sentir que deveria perguntar, mas meu instinto, aliado ao grande histórico que tenho de casos comuns como esses, me permite ir somente aonde o bom senso reina. A angústia de não ter respostas é grande. A penumbra sobre sonhos é sempre espessa. Mas impera a boa convivência. Polêmica não...

Mas há uma grande perspectiva de melhora. Os dias, esses com sol, estão reservando muita coisa boa...
Cheers!

A gratidão do mais forte

Obrigado àqueles que me deram força, pois eu não precisei dela...
Cheers!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O Caminho Para Agreio

Indo pela direita, sempre adiante, os rumos foram determinados por uma extensa discussão sobre quantos dias duraria o estoque de comida. A viagem já durava quinze dia a mais do previsto, e nosso guia já demonstrava certo enfado quando perguntado: quando chegamos?

Algumas crianças, sempre elas, em nossos pensamentos estavam felizes. Como se nós não nos retirássemos, elas só brincavam por todo caminho. Eram a preocupação de nós, os pais. Embora elas merecessem, sempre que parávamos, o descanso que dávamos aos cavalos. E como que certa vez elas mesmas pediram para brincarem numa cachoeira próxima, percebemos também que o nosso ânimo estava se extinguindo.

Eles crescem, vão se aparentando conosco, e talvez com nossos pais. Uns mais, outros menos. Os meninos vão descobrindo a força, as meninas, a ternura. E isso me faz pensar que nem é assim tão difícil a arte de criá-los. Eles aparentam estar sempre bem em seus rostos, como nós aparentávamos quando da tenra idade que agora eles possuem. Isso me alegra, agora na minha ousada maturidade.

Roubamos frutas para alimenta-los. E eu não sei mais se isso pode ser dado como roubo. A viagem cansa, e a comida é pouca. Pensem, o que fariam se vocês vissem seus filhos famintos com tanto chão por andar? Vocês não roubariam?
Cheers!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Eu não sei do amor

Dá tempo de dormir um pouquinho, e realizar teus sonhos. Não precisaria nem do Sonhar pra ver que nosso futuro é estar sempre juntos. Somos as almas que se completam. Você sabe que sim, eu sei que sim. Vemos no espelho as rugas que conseguimos com tanto esforço, a tantos sóis. E vemos também a nossa obra prima ser exposta nos museus.

Vivos e sempre amantes, a nossa vida é a mesma, com outros coadjuvantes. A nossa vida é a mesma, com outros enredos. Sei que somos os mesmos.

Como campeões da nossa ternura, nos gostamos...
Cheers!

Sobre a Meia Passagem

Fazendo a digestão...
Cheers!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Sempre é muito, muito tempo...

You think you know me just because you know my name
You think you see me ’cause you’ve seen every line of my face
You want to want me just because I say that I want you
But does it matter if anything I’m saying is the truth
You need somebody, somebody to hold on to
But this ain’t the movies and we ain’t the heroes

Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
My boots just keep on walkin’, but my heart don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand

I say I want you, but when we woke up one of us was crying
You rolled over and all you said was ‘Man I think I’m dying’
Our song is over, the band of gold has been feeling like a nose
You place your bets, ’cause no one thinks they’ll lose

Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
My boots just keep on walkin’, but my heart don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand

The light of love can blind you ’til it covers up your eyes
And you try to find the reason not to say goodbye
It’s the course of every sailor standing on dry land
Staring at your window with a suitcase in my hand

The night is fading, like my old tattoo
A heart and a dagger, that says ‘Forever’

Staring at your window with a suitcase in my hand
The streetlights buzz as the cars roll by
And the moon don’t give a damn
I'm gettin' tired of talking, and I don’t understand
Why I’m staring at your window with a suitcase in my hand

Staring At Your Window With A Suitcase In My Hand - Jon Bon Jovi

Essa era a nossa música favorita. E a deixo aqui por profunda saudade de ti...
Cheers Darlin'!

Relato de Guerra #48

Era difícil manter-se limpo com todo aquele limbo, a ferrugem, a cinza que descia do céu. Sentia me realmente imundo, como se nada pudesse lavar minha alma das cenas que havia visto outrora. Nem a mais pura luz do sol aqueceria meu corpo naquele momento de treva. Pois era dela que eu estava envolvido, das trevas primevas.

A terra ao meu redor estava enegrecida. Não parecia ter vida, e meus companheiros todos mortos banhados de sangue. Uma terra que exalava o odor da morte...

...naqueles dias, Coradeh se tornou a reunião de tudo que é impuro, que é caótico.
Cheers!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Um conto desonesto

Nicanor não sabe que sua mulher o trae. Sabido somente de boatos, o corno matreiro passou a vigiar as entradas e saídas. Um cliente, um pouco mais de tempo dentro da loja, opa, seria um amante? Ele realmente não nasceu para ser corno.

As pessoas o acham tão distraído. Nicanor é daqueles que sustentam a idéia de que está tudo bem com a família, não importa a real situação. Assim ele cala a boca daqueles que o difamam. Como se isso fosse adiantar. Sua mulher o trae. Transa na cama do casal, aos gritos, sempre que o marido não está. E Nicanor está sempre cansado quando chega para perceber alguma coisa estranha. Algum cheiro. Na verdade ele só se incomoda com os boatos. Ah, esses boatos dos infernos!

Darlene era uma mulher fumegante. Fumava demais. Tinha tantos amantes que o centro todo da cidade a conhecia por sua tara. Vestia-se para o trabalho, mas trabalhava mesmo era sem roupa. Devassa. Doente. Clinicamente taxada com doente, desde a adolescência. Mas de que adianta o passado se a mensagem é nenhuma? Ninguém sabe de onde veio, mas a maioria sabe para onde vai. Quer dizer, menos o Nicanor.

Corno mesmo era o seu irmão, pensava Nicanor. A cunhada traia seu irmão com o dono de um barco que sempre aportava na cidade. Ele se deixava levar pela conversa mole da malcriada, mas morria de vontade de denunciá-la. Pobre Nicanor, achava que ninguem ia lhe dar crédito. Vivia, ele mesmo, o descrédito do povo. Ninguem o achava homem suficiente pra nada. Nem a Darlene.

Eu, pobre Nicanor, também comi sua mulherzinha, a Darlene. Eu também me lambuzei com ela. Ganhei aquilo que você nem pede. Ela deu. Deu e repetiu. Tanto que estou aqui relatando pro mundo. Obrigado pela sua cornice. Agradeço por mim, e pelos demais. Obrigado!

Joaquim

Brevíssima análise do caos

No horizonte vemos a poeira dos dias, não parecemos tão satisfeitos. Por sermos assim tão ineficazes em nossa rotineira mania de aceitar destinos, continuamos pagando antigos pecados. Antigos pecados, herdados, mandados goela abaixo. Vejo as pessoas na rua, penando em pontos de ônibus, sofrendo ao sol. Herdamos o tempo que não volta mais. Trabalhamos e mais trabalhamos.

Agora sendo mais direto. Sejamos curtos ao opinar, e mostremos o que sabemos; não há quem aguente tanto tempo calado. Tínhamos um prefeito que herdou antigos pecados mas não se confessou. Agora temos um excomungado que abriu a janela do inferno sobre nós. Santa Paciência!
Cheers!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Esquecerás ao amanhecer, povo

Os dias vão passando, na TV a gente vê a propagação da idéia de que mudamos pra melhor, dizem para evitarmos filas, como se elas não estivessem lá, e dizem que o que é melhor fazermos é justo e necessário. Somos os ignorantes ignorados.

Pesa, já disse, contra nós a acusação de sermos responsáveis indiretos por esse caos. Beiramos a nostalgia doutros tempos onde o pior era menos pior. Ficamos com o gosto de que somos mesmo sempre aqueles que, lesados, ainda ouvimos o escárnio de políticos e empresários.

Os dias vão passando, e vamos sendo o povo desmemoriado de sempre. Logo esqueceremos, é nisso que eles apostam. Uma aposta sempre bem feita, pois blefamos sempre. Aposta ganha!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Nein!

A natureza altera aquilo que causa desiquilíbrio. Como podemos viver em meio a sujeira e achar isso natural. Imitemos a natureza e alteremos alguma coisa...

Antes de reclamar, arrumemos nossa própria casa!

P.S.: Bem feito pra máfia dos Souza. Aparecer no Fantástico não é nenhuma humilhação. Humilhação seria passar no Canal Livre. Contudo, punição que seria bom, não virá!
Cheers!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Easily

"The story of a woman on the morning of a war"...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Factum negantis, nulla probatio est

Que o povo prova sua ignorância toda eleição, isso já é comum, mas o que ocorre em Manaus é uma lição de apatia pro resto do mundo. Nosso sistema de transporte público é um caos que o coletivo alimenta ano a ano. Jogos políticos que por meio de manobras só dão vantagens cada vez mais largas aos empresários, esses sim, os naturais interessados no quadro que se apresenta.

Lá vai mais um aumento. É inegável que o retorno será nenhum, ou, se preferirmos ser menos racionais, retorno mínimo. Com a parcela de culpa dividida entre Poder Judiciário, Poder Legislativo e Poder Executivo, o preço da passagem de ônibus está se tornando praticamente um dos itens da "cesta básica", um luxo digno de entrar naquelas contas que fazemos no começo do ano para não perdermos de vista nosso orçamento. Somos forçados a pagar por algo que sequer nos dá um mínimo de garantias, digamos, de vida. Quem aí não concordaria que é crime a não garantia do arbítrio de ir e vir?

Pior do que contar com a apatia e a ignorância do povo é contar com os políticos velhacos que foram eleitos. Quem não tem nojo dos que estão no poder? É fato que eles deixam transparecer os motivos que os guiam, e muitos deles tem a consciência vendida por qualquercoisaquevalhanada, concordando e muito com as peças que os antecederam. Os políticos de Manaus, veja bem caro leitor, só não vendem aquilo que eles não conhecem! E sim, eles não estão lá pelo povo...

Eu realmente espero que tudo isso piore bastante. Acredito que não merecemos mais do que estamos sujeitos a aceitar, e ver todo esse caos imperando, com empresários mandando na coisa pública, é realmente entristecedor. Espero que piore. Espero que o prefeito finalmente deixe sua máscara cair e permita mais abusos, como costumeiramente ele permite, afinal, factum negantis, nulla probatio est. Espero que o Poder Judiciário continue advogando a favor dos empresários, e o Legislativo continue os seus trabalhos, mostrando que realmente não interessa preço de passagem a quem não usufrui (é forçoso dizer assim!) do transporte público.

Por fim, espero que essa humilhação continue. O povo é históricamente uns bananas mesmo...
Cheers!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Amul Deseresfadt II

"Coradeh não é mais como era antes. Um deserto sempre será melhor que essa terra de apodrecidos e vilões..."

Ir Narmifax - do povo do deserto

Organismo

Velhos poemas me revisitam, e de novo. Pouquíssimo tempo atrás era o futuro que me nublava, e como no velho roundabout, refaziam aquela ode já conhecida. Reconhecida por alguns. É chato, todos temos que admitir, mas necessário para meu processo criativo. Mesmo assim me sinto bem mais feliz.

Eu leio a letra duma música, me distraio, e de novo. A idéia não me deixa quieto. Tantos sons que não deixam sequer a música que ouço chegar em meu cérebro. Pouco tempo, e de novo. Repetido. Mesmo assim eu me sinto bem, e feliz.
Cheers!

terça-feira, 28 de julho de 2009

U 4

uoy rof t'nsaw ti iI
devil reven evah dluoc I
uoy rof ti do I
hguorht em tup lla uoy tahW
uoy rof enod ev'I tahW
wonk reven lliw uoY

?etah dna yresim fO
efil a ot denmad llits I mA
?etaf ym siht sI
kaerb ot tuoba m'I
em tuoba s'ti kniht lla uoY
ees nac I secaf ruoy llA
uoy rof si ereh thgir tihs sihT

Amul Deseresfadt

Solari ainda pulsa, e o cheiro de sangue que exala de lá está me deixando em torpor...

Novo de novo

Ando feliz por meia dúzia de coisas que estão dando certo para mim. Tenho até tempo para me dar o luxo de sentar à mesa e almoçar! E muito mais vem por aí, muito trabalho, muitas idéias. Finalmente saí dum inferno astral na qual me encontrava a muito tempo. De vez em quando rola aquele pensamento do tipo "demorou", mas tudo me parece uma consequência quando encarada desse jeito.

Sinto minha mente livre, filosoficamente falando. Tudo flui, como já dito algumas vezes, e repetido. Eu me orgulho de poder dar passos tão largos. Textos, colagens, imagens, músicas, sons. Só não tem espaço pra desperdício. Logo em tempos tão fartos. Mas se me conheço desde que nasci, sou assim porque não sei ser de outro jeito (citando frase jeca que ouvi).

Cheers!