""rewop eht evah eW
evila sredasurc nredom ,su nioj ,pu dnatS
...kniht yeht tuB
evissergga ton er'ew ,evissimbus ton er'eW
rewop eht evah eW
evila sredasurc nredom ,su nioj ,pu dnatS
sthgir ruo rof gnithgif tsuJ
srethgif eht era ew esuaC"
Sors salutis, et virtutis, michi nunc contraria
Hac in hora, sine nora, cordum pulsum tangite;
quod per sortem sternit fortem, mecum omnes plangite!"
Camera Obscura - The Screen Behind The Mirror - Enigma
E eu tenho amor por toda obscuridade dos teus pensamentos. Eu dizia "alguns" e você evocava "somente os melhores". Meu prazer estava nos detalhes — no reverso da música — que provoca em mim sensações e visões. As minhas tendências maniqueístas contrastam com teus longos devaneios niilistas. A minha aversão ao radicalismo e tua fé cega na ausência de fé. Já o seu prazer está em toda proposição posta ao teu bel entender, o pedestal dessa tua vaidade. Não é engraçado? Mesmo tão sortidas sortes, estamos vivenciando um ócio produtivo! Estamos mesmo em dias negros pro pensamento humano. Café é o nosso melhor amigo.
Desejaria estar à beira duma lareira, tal qual a Flora, e curtir o frio. E se tenho inveja da centena de livros que possuis é porque eu não os tenho. Já a tua inveja da minha eloqüência, rs, é por total erro teu. Somos parecidos! Acredite! Estamos tão sobriamente parecidos que vimos as mesmas oportunidades onde nenhum dos nossos viu, e curtimos. Sejamos diferentes dos outros, então, e não entre nós.
Faça a diferença também!
Cheers!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Como Nivelar o Mundo
Confúcio viajava com seus discípulos quando soube que, numa aldeia, vivia um menino muito inteligente. Confúcio foi até lá conversar com ele e, brincando, perguntou:
— Que tal se você me ajudasse a acabar com as desigualdades?
— Por que acabar com as desigualdades? — disse o menino. — Se achatarmos as montanhas, os pássaros não terão mais abrigo. Se acabarmos com a profundidade dos rios e dos mares, todos os peixes morrerão. Se o chefe da aldeia tiver a mesma autoridade que o louco, ninguém se entenderá direito. O mundo é muito vasto, deixe-o com suas diferenças.
Os discípulos saíram dali impressionados com a sabedoria do menino. Quando já se encaminhavam para outra cidade, um deles comentou que todas as crianças deveriam ser assim.
— Conheci muitas crianças que, em vez de estar brincando e fazendo coisas de sua idade, procuravam entender o mundo — disse Confúcio. —E nenhuma destas crianças precoces conseguiu fazer algo importante mais tarde, porque jamais experimentaram a inocência e a sadia irresponsabilidade da infância.
Retirado da Coleção Contos do Alquimista, reunidos por Paulo Coelho, livro 2, "O Mosteiro Pode Acabar".
Cheers!
— Que tal se você me ajudasse a acabar com as desigualdades?
— Por que acabar com as desigualdades? — disse o menino. — Se achatarmos as montanhas, os pássaros não terão mais abrigo. Se acabarmos com a profundidade dos rios e dos mares, todos os peixes morrerão. Se o chefe da aldeia tiver a mesma autoridade que o louco, ninguém se entenderá direito. O mundo é muito vasto, deixe-o com suas diferenças.
Os discípulos saíram dali impressionados com a sabedoria do menino. Quando já se encaminhavam para outra cidade, um deles comentou que todas as crianças deveriam ser assim.
— Conheci muitas crianças que, em vez de estar brincando e fazendo coisas de sua idade, procuravam entender o mundo — disse Confúcio. —E nenhuma destas crianças precoces conseguiu fazer algo importante mais tarde, porque jamais experimentaram a inocência e a sadia irresponsabilidade da infância.
Retirado da Coleção Contos do Alquimista, reunidos por Paulo Coelho, livro 2, "O Mosteiro Pode Acabar".
Cheers!
terça-feira, 3 de junho de 2008
A Fraqueza da Dualidade Vã
Daí eu assobiava meia dúzia de músicas lindas, todas elas num ritmo alegre, apesar de tristes. Sorrateiramente tateei meus papéis em busca de uns escritos aí, nada importantes. Estava com saudade de algumas palavras...
Sorrateiramente eu puxei aquele calhamaço de folhas, como se houvesse alguém dormindo, ou se, afim de manter o silêncio, eu pudera ser descoberto. Cuidadosamente eu tirei a poeira, e retirei a fina película que a cobria. Parecia um material raro. Só então eu pude ler.
E quanto deleite! Aquelas palavras tão horrivelmente cruas, na época em que eu gania tanta tristeza tão alto, e que ouvia os ecos do mundo lá fora e imaginava. Eu vivia tempos de "Caverna" e sequer poderia reconhecer isso. Tive algumas surpresas ao ler tão enfadonhos versos que eu mesmo criara, mas soube reconhecer que queimá-los agora não é sábio.
Meticulosamente eu devolvi o calhamaço ao seu lugar. Senti-me tão mais jovem! Eu absorvi toda aquela jovialidade impura, insana e inconsequente novamente. Voltei a assobiar as tais músicas. Só que agora elas, tristes, permaneceram como tais.
Cheers!
Sorrateiramente eu puxei aquele calhamaço de folhas, como se houvesse alguém dormindo, ou se, afim de manter o silêncio, eu pudera ser descoberto. Cuidadosamente eu tirei a poeira, e retirei a fina película que a cobria. Parecia um material raro. Só então eu pude ler.
E quanto deleite! Aquelas palavras tão horrivelmente cruas, na época em que eu gania tanta tristeza tão alto, e que ouvia os ecos do mundo lá fora e imaginava. Eu vivia tempos de "Caverna" e sequer poderia reconhecer isso. Tive algumas surpresas ao ler tão enfadonhos versos que eu mesmo criara, mas soube reconhecer que queimá-los agora não é sábio.
Meticulosamente eu devolvi o calhamaço ao seu lugar. Senti-me tão mais jovem! Eu absorvi toda aquela jovialidade impura, insana e inconsequente novamente. Voltei a assobiar as tais músicas. Só que agora elas, tristes, permaneceram como tais.
Cheers!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Arestas
Ele não evoluiu. Não partiu sozinho, mas voltou só. São apenas aparências o que lhe sustentam dentre o povo que novamente o humilha. Ele sabe disso, e entristece sua poesia por tão pouco. Eu mesmo gostaria de estar ao lado dele e levar tomates na cara, mas isso não é possível. A estréia é logo mais e a dor ainda é muito profunda.
Eu, em êxtase ultimamente, tento alegrar a todos, mas eu vejo que é um cenário horrendo. Alguns estão perdidos, alguns se perdendo, outros sequer interessados no caminho. E foi somente uma chuva pra aproximar todo aquele povo. Então eu direi: censurem-me! Não será a primeira vez, nem a última! É claro que me dói também. Mas é preciso mesmo ser tão dramático? É necessário gastarmos tanto assim essa "amizade"?
Façam suas escolhas. Eu já fiz a minha. Sofreremos calados mas sofreremos de pé.
Cheers!
Eu, em êxtase ultimamente, tento alegrar a todos, mas eu vejo que é um cenário horrendo. Alguns estão perdidos, alguns se perdendo, outros sequer interessados no caminho. E foi somente uma chuva pra aproximar todo aquele povo. Então eu direi: censurem-me! Não será a primeira vez, nem a última! É claro que me dói também. Mas é preciso mesmo ser tão dramático? É necessário gastarmos tanto assim essa "amizade"?
Façam suas escolhas. Eu já fiz a minha. Sofreremos calados mas sofreremos de pé.
Cheers!
domingo, 1 de junho de 2008
Um milhão e dois
A compreensão do todo por suas partes...
Dúvidas e poucas respostas. Não sou nenhum gênio, expectativas à parte. Um pequeno festejo, alguns goles a mais e toda a oportunidade de relembrar velhos discos de vinil...
Além do mais, como disse a Flora, esse blog está voltando a ser meu, a falar de mim. Talvez, eu diria. Eu só me ocupei de ver os conflitos e passagens que todo caminho oferece. Somos fracos quando estamos sós. Então eu repito: não sou nenhum gênio. Escreveria tudo o mais, mas eu não poderia fazê-lo. Tenho dúvidas...
Ontem foi muito bom, Carla.
Cheers!
Dúvidas e poucas respostas. Não sou nenhum gênio, expectativas à parte. Um pequeno festejo, alguns goles a mais e toda a oportunidade de relembrar velhos discos de vinil...
Além do mais, como disse a Flora, esse blog está voltando a ser meu, a falar de mim. Talvez, eu diria. Eu só me ocupei de ver os conflitos e passagens que todo caminho oferece. Somos fracos quando estamos sós. Então eu repito: não sou nenhum gênio. Escreveria tudo o mais, mas eu não poderia fazê-lo. Tenho dúvidas...
Ontem foi muito bom, Carla.
Cheers!
sábado, 31 de maio de 2008
Verdades Mundanas II
Pois então, Flor, abandone a esperança...
e veja quantas verdades a matarão!
(Isso é um convite, rs. Obrigado por comentar)
Cheers!
e veja quantas verdades a matarão!
(Isso é um convite, rs. Obrigado por comentar)
Cheers!
Verdade Mundana
Flora, eu não vou responder aqui como se somente você tivesse manifestado opinião sobre o post "Roundabout", traduzindo, Carrossel, apesar de ter sido a única a comentar publicamente. Muitas pessoas tiveram a sua mesma reação, algumas até longe das minhas intenções, outras cegamente próximas. Por favor, responderei a todos.
Chama-se Carrossel porque é verdadeiramente o círculo vicioso. Dizer que preferimos a verdade é a atitude mais esperada por muitos, mas é viciosamente ignorada quando, oportunamente, somos confrontados a ela. Quantos vocês conhecem que assumem as consequências da verdade? É muito mais fácil selecionar as verdades a que nos sujeitamos do que vivenciar todas elas. E é por isso que eu digo que preferirão a esperança, pois ela sim é que não nos sujeita a escolhas difíceis, mas escolhas cômodas. A esperança porque as pessoas estarão para sempre esperando dias melhores, melhores salários, mais alegria, o amor verdadeiro (olha a verdade aí...), o sucesso, a fortuna. Algum de vocês já leu Pedro Pedreiro, do Chico Buarque?
Quando o Chico Buarque fala que "E a mulher de Pedro está esperando um filho prá esperar também" ele fala exatamente do que eu tentei, humildemente, falar. A família de Pedro só tem a esperança, porque trabalhar gera esperança, o trem também, e o carnaval também, e a loteria, e o filho que vém, ou a morte, ou a oportunidade de voltar pro Norte. A letra fala disso. Não é a verdade dos fatos que alimenta aquelas pessoas, mas a esperança de que tudo vá mudar.
Um dia bastará a esperança. A verdade não será tão mais importante. Ninguém suportará encarar a verdade se tiverem somente a esperança. Porque ela morre por último, porque ela é motivação, porque ela primeva.
Qual a verdade de vossos corações? Respondendo individualmente, sem citar nomes: quantas vezes tu se sentiu verdadeiramente alegre convosco? Quantos anos mais tu esperarás por respostas? Quando terás coragem de assumir a ela? O que queres se não abandonas o passado e vive o presente?
São perguntas difíceis. Não a todos. Mas difíceis. E eu sinto que é comum a todos a esperança de que as coisas mudem, ou que o tempo volte pra que tudo seja como antes, ou que tudo isso acabe num passe de mágica. Portanto, não queiram a verdade. Não ela. Prefiram o bom senso, a esperança.
Enjoy!
Chama-se Carrossel porque é verdadeiramente o círculo vicioso. Dizer que preferimos a verdade é a atitude mais esperada por muitos, mas é viciosamente ignorada quando, oportunamente, somos confrontados a ela. Quantos vocês conhecem que assumem as consequências da verdade? É muito mais fácil selecionar as verdades a que nos sujeitamos do que vivenciar todas elas. E é por isso que eu digo que preferirão a esperança, pois ela sim é que não nos sujeita a escolhas difíceis, mas escolhas cômodas. A esperança porque as pessoas estarão para sempre esperando dias melhores, melhores salários, mais alegria, o amor verdadeiro (olha a verdade aí...), o sucesso, a fortuna. Algum de vocês já leu Pedro Pedreiro, do Chico Buarque?
Quando o Chico Buarque fala que "E a mulher de Pedro está esperando um filho prá esperar também" ele fala exatamente do que eu tentei, humildemente, falar. A família de Pedro só tem a esperança, porque trabalhar gera esperança, o trem também, e o carnaval também, e a loteria, e o filho que vém, ou a morte, ou a oportunidade de voltar pro Norte. A letra fala disso. Não é a verdade dos fatos que alimenta aquelas pessoas, mas a esperança de que tudo vá mudar.
Um dia bastará a esperança. A verdade não será tão mais importante. Ninguém suportará encarar a verdade se tiverem somente a esperança. Porque ela morre por último, porque ela é motivação, porque ela primeva.
Qual a verdade de vossos corações? Respondendo individualmente, sem citar nomes: quantas vezes tu se sentiu verdadeiramente alegre convosco? Quantos anos mais tu esperarás por respostas? Quando terás coragem de assumir a ela? O que queres se não abandonas o passado e vive o presente?
São perguntas difíceis. Não a todos. Mas difíceis. E eu sinto que é comum a todos a esperança de que as coisas mudem, ou que o tempo volte pra que tudo seja como antes, ou que tudo isso acabe num passe de mágica. Portanto, não queiram a verdade. Não ela. Prefiram o bom senso, a esperança.
Enjoy!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
A metade e o meio
Eu farejei uma história nova, uma daquelas que deixam as expectativas em polvorosa. Não era exatamente uma grande história, daquelas que fazem a diferença na vida de uma pessoa, ou daquelas que marcam o romance de alguém, que não saem da mente da pessoa. Não, esta era uma história diferente, era mais real e menos absurda.
Ah, mas logo eu que não tenho muito tato com sorrisinhos falsos e caras pouco amistosas! Eu estava incubido de reunir todos os detalhes, os fatos e formar a tal história. Esse processo é, assim, em seu começo, algo fantástico. Daí eu me perco. Produzo mais quando estou motivado, e dada a tenra hora da madrugada, motivação era algo impossível, mas inabalável. Fui ao máximo adiante, e realizei boa parte do que me propus.
Sereno e ao mesmo tempo irriquieto, as primeiras palavras foram bárbaras, e, ao longo da longa conversa, toda ela foi se esticando, e diversos assuntos permearam o tema central. Eu estava todo paciente, e a história se mostrava merecedora de toda a minha atenção. Eu não queria perder nem um instante do relato. É excitante encontrar alguém tão grande orador. Aprende-se mais por tanto!
Longa vida ao vinho!
Cheers!
Ah, mas logo eu que não tenho muito tato com sorrisinhos falsos e caras pouco amistosas! Eu estava incubido de reunir todos os detalhes, os fatos e formar a tal história. Esse processo é, assim, em seu começo, algo fantástico. Daí eu me perco. Produzo mais quando estou motivado, e dada a tenra hora da madrugada, motivação era algo impossível, mas inabalável. Fui ao máximo adiante, e realizei boa parte do que me propus.
Sereno e ao mesmo tempo irriquieto, as primeiras palavras foram bárbaras, e, ao longo da longa conversa, toda ela foi se esticando, e diversos assuntos permearam o tema central. Eu estava todo paciente, e a história se mostrava merecedora de toda a minha atenção. Eu não queria perder nem um instante do relato. É excitante encontrar alguém tão grande orador. Aprende-se mais por tanto!
Longa vida ao vinho!
Cheers!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
"Ensaio sobre a cegueira"
Agora que eu decido curtir o encurtamento do curto período que passei contigo, você me vem com frases de efeito e poesia? Eu até acharia desnecessário, mas eu não perco minha curiosidade e prefiro entender isso como "algo interessante", ou "observável", indiferente aos seus caprichos. Daí você me vem com a letra da Legião...
" Porque esperar
Se podemos começar
Tudo de novo
Agora mesmo"
...parecendo a mim que sequer leu ou desconhece outra parte da letra que diz...
"Até bem pouco tempo atrás,
Poderíamos mudar o mundo,
Quem roubou nossa coragem?
Tudo é dor,
E toda dor vem do desejo,
De não sentimos dor"
...numa prática parecida à da Filosofia quando confrontamos nossas idéias. Então eu percebo seu maior esforço, sua pseudo-ideologia machista que diz "conquiste as fraquezas dele". Eu até me permitiria fingir estar funcionando e ir pra cama com você umas duas ou três vezes e, viril, abandonar você por causa de qualquer outra. Aliás, não é qualquer outra! Mas eu não vou fingir. Só esperarei o momento certo pra escrever novamente as poucas linhas que eu realmente dediquei a você, afim de tê-la na lembrança... e esquecê-la numa de minhas caixas de sapatos.
Não fique se perguntando tantos porquês. Eu faço as escolhas segundo os meus princípios, e longe de dizer que você não os tem, de nós dois eu sou o que os mais tem! Eu não fico na expectativa de vê-la tentar acenar para mim depois que você ler este post, só te acho merecedora de tentar outra vez uma coisinha chata caída em desuso: a compaixão por si mesma!
E se eu for mesmo tão cruel quanto publicam por aí é por dois motivos. O primeiro é porque o mundo me moldou assim para resistir a casos como você. O segundo é por opção de ataque. Não diga, como fazem os outros, que você está sendo humilhada por mim. Sozinha você sabe mais que todos eles juntos da verdade toda! A diferença é que eu não abro excessões, eu tenho o cuidado de não dar razão para o que falam.
Preserve-se!
" Porque esperar
Se podemos começar
Tudo de novo
Agora mesmo"
...parecendo a mim que sequer leu ou desconhece outra parte da letra que diz...
"Até bem pouco tempo atrás,
Poderíamos mudar o mundo,
Quem roubou nossa coragem?
Tudo é dor,
E toda dor vem do desejo,
De não sentimos dor"
...numa prática parecida à da Filosofia quando confrontamos nossas idéias. Então eu percebo seu maior esforço, sua pseudo-ideologia machista que diz "conquiste as fraquezas dele". Eu até me permitiria fingir estar funcionando e ir pra cama com você umas duas ou três vezes e, viril, abandonar você por causa de qualquer outra. Aliás, não é qualquer outra! Mas eu não vou fingir. Só esperarei o momento certo pra escrever novamente as poucas linhas que eu realmente dediquei a você, afim de tê-la na lembrança... e esquecê-la numa de minhas caixas de sapatos.
Não fique se perguntando tantos porquês. Eu faço as escolhas segundo os meus princípios, e longe de dizer que você não os tem, de nós dois eu sou o que os mais tem! Eu não fico na expectativa de vê-la tentar acenar para mim depois que você ler este post, só te acho merecedora de tentar outra vez uma coisinha chata caída em desuso: a compaixão por si mesma!
E se eu for mesmo tão cruel quanto publicam por aí é por dois motivos. O primeiro é porque o mundo me moldou assim para resistir a casos como você. O segundo é por opção de ataque. Não diga, como fazem os outros, que você está sendo humilhada por mim. Sozinha você sabe mais que todos eles juntos da verdade toda! A diferença é que eu não abro excessões, eu tenho o cuidado de não dar razão para o que falam.
Preserve-se!
terça-feira, 27 de maio de 2008
Roundabout
A dez anos atrás:
A grande novidade era saber que eu estava me tornando um homem responsável. Procurava dar um sentido mais sublime às coisas que eu realizava. Realmente eu estava me tornando um pouco mais sábio, depois da morte do Paulo, e mediante inúmeras reflexões diárias eu libertava minha mente da adolescência meteórica que eu tive. Eu era mais intenso com os meus sentimentos. Acreditava que amar ainda era possível segundo meus princípios...
Hoje:
Princípios? Não há muito o que pensar de mim. Eu só me tornei tão burocrático com os caminhos do coração por que não vi tanto sentido nas coisas que eu realizava. Eu estou cercado de um mundo que tirava minhas forças com atitudes plenas de sarcasmo, crueldade e intolerância. Realmente eu me tornei uma pessoa amarga e pessimista, e a sabedoria acumulada é vítima de piada entre os meus. Reflexões diárias? Não, elas me fazem chorar! Cultivar sentimentos em terreno tão inóspito é uma loucura inadmissível. Eu me sentia exposto sempre, como se tivesse as vísceras expostas, e corria o risco de morrer...
Amanhã:
Sim, quem sabe o amanhã. Eu não daria nada pelo meu futuro se mesmo as minhas atitudes fossem consertadas. No futuro as pessoas não vão querer a verdade, elas só quererão a esperança. E isso me parece tão triste! É só você conseguir apurar a capacidade cognitiva das pessoas que você não precisará contá-las as verdades do mundo; bastará a elas um pouco de esperança, e, para os mais afortunados, um pouco de aventura. Eu vejo pro meu futuro um caminho tão longe da verdade... é que o futuro trabalha na esperança da mente da gente.
Load your guns!
A grande novidade era saber que eu estava me tornando um homem responsável. Procurava dar um sentido mais sublime às coisas que eu realizava. Realmente eu estava me tornando um pouco mais sábio, depois da morte do Paulo, e mediante inúmeras reflexões diárias eu libertava minha mente da adolescência meteórica que eu tive. Eu era mais intenso com os meus sentimentos. Acreditava que amar ainda era possível segundo meus princípios...
Hoje:
Princípios? Não há muito o que pensar de mim. Eu só me tornei tão burocrático com os caminhos do coração por que não vi tanto sentido nas coisas que eu realizava. Eu estou cercado de um mundo que tirava minhas forças com atitudes plenas de sarcasmo, crueldade e intolerância. Realmente eu me tornei uma pessoa amarga e pessimista, e a sabedoria acumulada é vítima de piada entre os meus. Reflexões diárias? Não, elas me fazem chorar! Cultivar sentimentos em terreno tão inóspito é uma loucura inadmissível. Eu me sentia exposto sempre, como se tivesse as vísceras expostas, e corria o risco de morrer...
Amanhã:
Sim, quem sabe o amanhã. Eu não daria nada pelo meu futuro se mesmo as minhas atitudes fossem consertadas. No futuro as pessoas não vão querer a verdade, elas só quererão a esperança. E isso me parece tão triste! É só você conseguir apurar a capacidade cognitiva das pessoas que você não precisará contá-las as verdades do mundo; bastará a elas um pouco de esperança, e, para os mais afortunados, um pouco de aventura. Eu vejo pro meu futuro um caminho tão longe da verdade... é que o futuro trabalha na esperança da mente da gente.
Load your guns!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Não leia!
Considerando as possibilidades, eu refaço agora um caminho muito conhecido. Ao final dele eu não tenho mais surpresas. O mundo se torna a rotina que eu tanto odeio. Deixar uma trilha de pedaços de pão, ou desenrolar um carretel durante o caminho. Alternativas não são muitas, mas não falta disposição. Até que eu lave toooda a louça e deixe a preguiça de lado...
Agora respondendo às leitoras gêmeas... sim, o Escudeiro da família subentende-se que seja o filho varão, então é o Pedro sim. A festa foi tri, e já vamos ter outra. Indiscrição é uma palavra que não cabe, apesar de ser uma palavra odiosa... mas eu tava mesmo era com vontade de gritar pro mundo; se eu publicar na Veja eu aviso. Cobertor é super necessário, assim como toalhas numa sauna não é?
E Laura, quem disse que eu não cito você aqui, Laura? Isso não é verdade, Laura, e qualquer um poderá ver, Laura, que eu cito teu nome e quem você é para mim diversas vezes durante o blog, Laurita. Até tuas pernas estão no meu blog, Laura, e você tem coraaagem de surtar comigo, crazy lory. Isso não se faz com um tão dileto amigo, Laura Valls, mesmo que você tenha esquecido o quanto eu TE AMO, Laura! E nunca mais diga que eu não lembro de ti, tá bom Laura? E Laura é um bonito nome... Laura... Laaauuuraaaaa... rsrs...
Cheers!
Agora respondendo às leitoras gêmeas... sim, o Escudeiro da família subentende-se que seja o filho varão, então é o Pedro sim. A festa foi tri, e já vamos ter outra. Indiscrição é uma palavra que não cabe, apesar de ser uma palavra odiosa... mas eu tava mesmo era com vontade de gritar pro mundo; se eu publicar na Veja eu aviso. Cobertor é super necessário, assim como toalhas numa sauna não é?
E Laura, quem disse que eu não cito você aqui, Laura? Isso não é verdade, Laura, e qualquer um poderá ver, Laura, que eu cito teu nome e quem você é para mim diversas vezes durante o blog, Laurita. Até tuas pernas estão no meu blog, Laura, e você tem coraaagem de surtar comigo, crazy lory. Isso não se faz com um tão dileto amigo, Laura Valls, mesmo que você tenha esquecido o quanto eu TE AMO, Laura! E nunca mais diga que eu não lembro de ti, tá bom Laura? E Laura é um bonito nome... Laura... Laaauuuraaaaa... rsrs...
Cheers!
sábado, 24 de maio de 2008
Uma volta no inferninho
Hoje eu acordei com a disposição certa, com a minha alegria atingindo os satélites no espaço e com um sorriso largo que a meses eu não sequer ensaiava dar. Montei os cadernos do jornal, me informei, tomei um café dos mais comuns e fui assistir ao treino da Fórmula 1. De qualquer forma nada mais aconteceu de especial até que eu vim à lan... encontrei a Flora, e a saudade diminuiu. Adoooro falar com a minha Flor, a quem o Pequeno Príncipe tanto devotou sua atenção. E a quem o Pequeno Escudeiro tanto maltrata, segundo ela.
Mas a noite de ontem foi sim, realmente, o motivo deste post. A pirotecnia que fazíamos a cada convidado que chegava, o banho de cerveja indispensável, e eu negando fogo pra bebida. Repito, pra bebida. Era uma festa VIP, e tinha de tudo lá no Peladonna, pseudo-bar que, digam-se de passagem, fui eu quem nomeou. A cerva, a cana, a vana, o louro, a liga e, claro, o vinho tinto suave, meu predileto. Reservaram-me uma garrafa, mas só me lembro de meia.
Noite também das mulheres de minha vida, e da posteridade, porque não? Julie, Fabi e Carla, na mesma festa, todas fatalmente vestidas, arrebatando os convidados com charme, altivez e dotes exuberantes. Pela primeira vez na minha vida eu as vi (exceto a Carla, talvez) convivendo harmoniosamente num mesmo ambiente, ou, como escreveria o Barba, HAMbiente... talvez até porque eu era um dos anfitriões. E eu sei dar uma festa.
Fiquei com a Carla, e isso não foi problema. Reservaria aqui um espaço pras movimentações escusas de casais muito bem intencionados, mas isso não seria odioso. Ela foi magnífica, mas não me convenceu quando eu estava no palco tocando. Eu sou meio Kurt Cobain, não gosto de platéias fingidas...
Falando em Kurt, toquei inspirado por ele. Riffs horripilantes, mt peso na batida da batera e na mão, guitarra constantemente explorada ao máximo. Ritmo alucinante, gritos êxtasiantes e muito longos. Eu toquei, como sempre, de costas pro povo, e o povo inspirado, miava junto com a guitarra nos solos do San... ah, e eu só faço guitarra base, solo não. Nunca me pagaram o cachê que eu peço...
Volta pra casa e uma cama beeem quentinha esperando. O meu cobertor estava lá. Eu parecia o Linus do Charlie Brown, hahahahaha... e uma baita vontade de ter ido pra casa de toda a negritude da minha menina da noite.
Adorei a madrugada toda ao teu lado, Carlinha. Repetiremos?
Cheers!
Mas a noite de ontem foi sim, realmente, o motivo deste post. A pirotecnia que fazíamos a cada convidado que chegava, o banho de cerveja indispensável, e eu negando fogo pra bebida. Repito, pra bebida. Era uma festa VIP, e tinha de tudo lá no Peladonna, pseudo-bar que, digam-se de passagem, fui eu quem nomeou. A cerva, a cana, a vana, o louro, a liga e, claro, o vinho tinto suave, meu predileto. Reservaram-me uma garrafa, mas só me lembro de meia.
Noite também das mulheres de minha vida, e da posteridade, porque não? Julie, Fabi e Carla, na mesma festa, todas fatalmente vestidas, arrebatando os convidados com charme, altivez e dotes exuberantes. Pela primeira vez na minha vida eu as vi (exceto a Carla, talvez) convivendo harmoniosamente num mesmo ambiente, ou, como escreveria o Barba, HAMbiente... talvez até porque eu era um dos anfitriões. E eu sei dar uma festa.
Fiquei com a Carla, e isso não foi problema. Reservaria aqui um espaço pras movimentações escusas de casais muito bem intencionados, mas isso não seria odioso. Ela foi magnífica, mas não me convenceu quando eu estava no palco tocando. Eu sou meio Kurt Cobain, não gosto de platéias fingidas...
Falando em Kurt, toquei inspirado por ele. Riffs horripilantes, mt peso na batida da batera e na mão, guitarra constantemente explorada ao máximo. Ritmo alucinante, gritos êxtasiantes e muito longos. Eu toquei, como sempre, de costas pro povo, e o povo inspirado, miava junto com a guitarra nos solos do San... ah, e eu só faço guitarra base, solo não. Nunca me pagaram o cachê que eu peço...
Volta pra casa e uma cama beeem quentinha esperando. O meu cobertor estava lá. Eu parecia o Linus do Charlie Brown, hahahahaha... e uma baita vontade de ter ido pra casa de toda a negritude da minha menina da noite.
Adorei a madrugada toda ao teu lado, Carlinha. Repetiremos?
Cheers!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O Ermitão de Smeór
Despido de seu corpo, o sábio elevou-se rapidamente. A trilha que os incensos deixavam guiavam o espírito do sábio para sua nova morada. Ele podia ver abaixo de si os povos que vinham chorar sua morte. O sábio, do alto, sentia a compaixão e o carinho que tanto negou aos seus próximos nas últimas décadas de ermitão.
Quando ele estava se aproximando do Lammar, os Celestiais Pei Chu e nDronos vieram para recepcioná-lo. Criou-se algum alvoroço nos Portões, e muitos Iluminados também vieram, sorrindo. Estava claro para o sábio que ele era esperado, e aquilo lhe alegrava profundamente, fazendo-o esquecer de todo o sofrimento de sua Descoberta e da visão que tivera ao deixar O Material.
Mas, pouco depois de sua chegada, uma horda de Celestiais transmitiram-lhe uma notícia. O sábio não poderia usufruir da morada plena no Lammar. Ele antes havia de voltar aO Material e saber com os homens as línguas profanadas ensinadas, no passado, a eles. Eram as línguas Celestiais, e que hoje levam outro nome. E nem poderia levar outros...
Então, reencarnado, os povos assustaram-se e, horrorizados, correram do pico da Montanha Smeór, quando viram o corpo do sábio reconstituir-se das cinzas e, numa grande chama, refazer-se homem.
Cheers!
Quando ele estava se aproximando do Lammar, os Celestiais Pei Chu e nDronos vieram para recepcioná-lo. Criou-se algum alvoroço nos Portões, e muitos Iluminados também vieram, sorrindo. Estava claro para o sábio que ele era esperado, e aquilo lhe alegrava profundamente, fazendo-o esquecer de todo o sofrimento de sua Descoberta e da visão que tivera ao deixar O Material.
Mas, pouco depois de sua chegada, uma horda de Celestiais transmitiram-lhe uma notícia. O sábio não poderia usufruir da morada plena no Lammar. Ele antes havia de voltar aO Material e saber com os homens as línguas profanadas ensinadas, no passado, a eles. Eram as línguas Celestiais, e que hoje levam outro nome. E nem poderia levar outros...
Então, reencarnado, os povos assustaram-se e, horrorizados, correram do pico da Montanha Smeór, quando viram o corpo do sábio reconstituir-se das cinzas e, numa grande chama, refazer-se homem.
Cheers!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Mantras malditos
Profundamente tomado de cólera, imerso nas próprias dúvidas, o sábio hesitou por alguns momentos, e se deu por vencido. Deixou-se levar pelo sono eterno dos mais sábios que ele e foi-se, como se nunca tivesse evitado a morte. Para muitos foi lamentável, mas para outros foi a única razão de sua existência. Morre-se para doar aos outros a vida.
Então o povo subiu a montanha para velar o corpo do sábio. Ele não tinha um bom aspecto, e de seu semblante as histórias só citam o terror, de seu corpo só citam a escassez do espírito. Fizeram um pouco ao lado do seu corpo uma pira, e tomaram-lhe os pertences, e guardaram num baú, dizendo ser tudo aquilo coisas sagradas. Os sábios outros tateavam todos os lugares da pequena gruta, e o ermitão parecia estar sorrindo, mesmo morto.
Queimaram seu corpo no terceiro dia a partir de sua morte. E ele não foi mais esquecido, e falaram dele por séculos...
Cheers!
Então o povo subiu a montanha para velar o corpo do sábio. Ele não tinha um bom aspecto, e de seu semblante as histórias só citam o terror, de seu corpo só citam a escassez do espírito. Fizeram um pouco ao lado do seu corpo uma pira, e tomaram-lhe os pertences, e guardaram num baú, dizendo ser tudo aquilo coisas sagradas. Os sábios outros tateavam todos os lugares da pequena gruta, e o ermitão parecia estar sorrindo, mesmo morto.
Queimaram seu corpo no terceiro dia a partir de sua morte. E ele não foi mais esquecido, e falaram dele por séculos...
Cheers!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O conselheiro de Bangd, parte 2
Here we go again, motherfucker
Come on down, and see the idiot right here
Too fucked to beg and not afraid to care
What's the matter with calamity anyway?
Right? Get the fuck outta my face
Understand that i can't feel anything
It isn't like i wanna sift through the decay
I feel like a wound, like a got a fuckin'
Gun against my head, you live when I'm dead
One more time, motherfucker
Everybody hates me now, so fuck it
Blood's on my face and my hands, and i
Don't know why im not afraid to cry
But thats none of your business
Whose life is it? Get it? See it? Feel it? Eat it?
Spin it around so i can spit in its face
I wanna leave without a trace
Cuz i dont wanna die in this place
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit (Whatcha gunna do?)
People = Shit (Cuz i am not afraid of you)
People = Shit (Im everything you'll never be)
People = Shit
It never stops - you cant be everything to everyone
Contagion - Im sittin' at the side of satan
What do you want from me?
They never told me the failure i was meant to be
Overdo it - dont tell me you blew it
Stop your bitchin' and fight your way through it
IM - NOT - LIKE - YOU - I - JUST - FUCK - UP
C'mon motherfucker everybody has to die [2x]
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit (Whatcha gunna do)
People = Shit (Cause im not afraid of you)
People = Shit (Im everything you'll never be)
People = Shit
People = Shit - Slipknot
Imaginávamos estar num mundo perfeito. Percebíamos tão pouco a ponto de nos satisfazer-mos com o que tínhamos, e mesmo assim achar perfeito. Somos, de fato, tão medíocres...
Come on down, and see the idiot right here
Too fucked to beg and not afraid to care
What's the matter with calamity anyway?
Right? Get the fuck outta my face
Understand that i can't feel anything
It isn't like i wanna sift through the decay
I feel like a wound, like a got a fuckin'
Gun against my head, you live when I'm dead
One more time, motherfucker
Everybody hates me now, so fuck it
Blood's on my face and my hands, and i
Don't know why im not afraid to cry
But thats none of your business
Whose life is it? Get it? See it? Feel it? Eat it?
Spin it around so i can spit in its face
I wanna leave without a trace
Cuz i dont wanna die in this place
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit (Whatcha gunna do?)
People = Shit (Cuz i am not afraid of you)
People = Shit (Im everything you'll never be)
People = Shit
It never stops - you cant be everything to everyone
Contagion - Im sittin' at the side of satan
What do you want from me?
They never told me the failure i was meant to be
Overdo it - dont tell me you blew it
Stop your bitchin' and fight your way through it
IM - NOT - LIKE - YOU - I - JUST - FUCK - UP
C'mon motherfucker everybody has to die [2x]
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit
People = Shit (Whatcha gunna do)
People = Shit (Cause im not afraid of you)
People = Shit (Im everything you'll never be)
People = Shit
People = Shit - Slipknot
Imaginávamos estar num mundo perfeito. Percebíamos tão pouco a ponto de nos satisfazer-mos com o que tínhamos, e mesmo assim achar perfeito. Somos, de fato, tão medíocres...
sábado, 17 de maio de 2008
Negue
Negue seu amor, o seu carinho
Diga que você já me esqueceu
Pise, machucando com jeitinho
Este coração que ainda é seu
Diga que o meu pranto é covardia
Mas não se esqueça
Que você foi minha um dia
Diga que já não me quer
Negue que me pertenceu
Que eu mostro a boca molhada
E ainda marcada
Pelo beijo seu
Ah, uma letra realmente poética. Os velhos poetas nunca morrem... e essa letra não tem um só endereço, tem vários... hehehe...
Cheers!
Diga que você já me esqueceu
Pise, machucando com jeitinho
Este coração que ainda é seu
Diga que o meu pranto é covardia
Mas não se esqueça
Que você foi minha um dia
Diga que já não me quer
Negue que me pertenceu
Que eu mostro a boca molhada
E ainda marcada
Pelo beijo seu
Ah, uma letra realmente poética. Os velhos poetas nunca morrem... e essa letra não tem um só endereço, tem vários... hehehe...
Cheers!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Contatos remotos
Eu estava em mena, e você distante. Usávamos os nossos chakras para sentir o nosso pequeno universo. Concentrávamos realmente muita energia, aproximando as nossas auras minuto a minuto. Então foi assim que aconteceu.
Eu senti teu pulso. Vibrante. O pulso forte, e estavas em nora, como a maioria das mulheres. Os elementos nos saudaram enquanto nos tocávamos por seguidos segundos, daí eu tive a noção exata de tudo aquilo que não se sabe com os carnais sentidos. Percebi tuas feridas, senti teus medos, teus anseios, e compartilhei contigo todos os meus. Realmente as vibrações nora se dão muito bem com as vibrações mena, e em todo o tempo em que eu estive em contato com você eu pude senti-la de uma forma incrível, e quase indescritível. Precisamos fazer isso novamente. Talvez na sexta...
E da próxima vê se limpa a estante do teu quarto. E troca a água do aquário...
Cheers!
Eu senti teu pulso. Vibrante. O pulso forte, e estavas em nora, como a maioria das mulheres. Os elementos nos saudaram enquanto nos tocávamos por seguidos segundos, daí eu tive a noção exata de tudo aquilo que não se sabe com os carnais sentidos. Percebi tuas feridas, senti teus medos, teus anseios, e compartilhei contigo todos os meus. Realmente as vibrações nora se dão muito bem com as vibrações mena, e em todo o tempo em que eu estive em contato com você eu pude senti-la de uma forma incrível, e quase indescritível. Precisamos fazer isso novamente. Talvez na sexta...
E da próxima vê se limpa a estante do teu quarto. E troca a água do aquário...
Cheers!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Primaveresco
Delírio mortal, abrangente. A hipotética sanidade que só inspira desconforto, os caminhos mais negros, ladeados de todo torpe desejo. Futilidade infantil...
Delírio mortal, abrangente. A hipotética sanidade que só inspira desconforto, os caminhos mais negros, ladeados de todo torpe desejo. Futilidade infantil...
Delírio mortal, abrangente. A hipotética sanidade que só inspira desconforto, os caminhos mais negros, ladeados de todo torpe desejo. Futilidade infantil...
Delírio mortal, abrangente. A hipotética sanidade que só inspira desconforto, os caminhos mais negros, ladeados de todo torpe desejo. Futilidade infantil...
Delírio mortal, abrangente. A hipotética sanidade que só inspira desconforto, os caminhos mais negros, ladeados de todo torpe desejo. Futilidade infantil...
terça-feira, 13 de maio de 2008
Escolha!
Primeiro eu estava com pressa. Depois eu já estava enrolando. Daí fui chamado de apressado mais uma vez. Evolui pra queridinho, daí tudo bem. Logo logo eu era super bem vindo, tinha até cópia da chave da porta da frente (frase dúbia), chave que aliás eu AINDA tenho. Em algum tempo a rotina se tornou uma constante, e nem deixa de ser, quando se permite algo como "eu coço suas costas se coçares as minhas". Nos tornamos, em instantes, amantes ferozes e sedentos da presença um do outro. E eu já àquela altura pensava: estou perigosamente me arriscando.
Então começou. Um dia em que eu não pudia estar sozinho, em que simplesmente eu gostaria de tê-la para meus afagos, ela só quis ficar longe. E isso não significa problema, desde que ela esteja bem. Então eu entendi. Eu sempre entendo.
Ela não se conteve. Não houve como evitar. Tudo o que dizíamos era o motivo necessário para briga. Eu até tentei barganhar com meus sorrateiros desdizeres, tentei envolvê-la em minhas armadilhas de palavras, remover hipnoticamente aquela vontade tamanha de confronto, mas já era tarde. Foram ditas verdades demais num mesmo dia. E fomos para casa cedo, com as expectativas de um "nunca mais" tão sonoro que ecoaria dias e dias e por semanas.
Começou assim. Mas o começo é muito relativo. Não sei se foi na viagem da Julie, ou na minha lábia, ou na sua, ou no dia em que fomos ao aeroporto, não sei. Há vários começos. E há vários finais. Muitos finais que eu estou dando a você.
Escolha um!
Cheers!
Então começou. Um dia em que eu não pudia estar sozinho, em que simplesmente eu gostaria de tê-la para meus afagos, ela só quis ficar longe. E isso não significa problema, desde que ela esteja bem. Então eu entendi. Eu sempre entendo.
Ela não se conteve. Não houve como evitar. Tudo o que dizíamos era o motivo necessário para briga. Eu até tentei barganhar com meus sorrateiros desdizeres, tentei envolvê-la em minhas armadilhas de palavras, remover hipnoticamente aquela vontade tamanha de confronto, mas já era tarde. Foram ditas verdades demais num mesmo dia. E fomos para casa cedo, com as expectativas de um "nunca mais" tão sonoro que ecoaria dias e dias e por semanas.
Começou assim. Mas o começo é muito relativo. Não sei se foi na viagem da Julie, ou na minha lábia, ou na sua, ou no dia em que fomos ao aeroporto, não sei. Há vários começos. E há vários finais. Muitos finais que eu estou dando a você.
Escolha um!
Cheers!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
39°
Todo e qualquer passo dado no sentido do entendimento está sendo muito mais difícil do que uma caminhada em prol da intolerância. Sim, eu estou decepcionado, e um pouco cansado. Levantei-me da cama, febril, contrariando e fugindo da vontade dos meus pais para escrever isso, com o sentimento de dever a ser cumprido.
Eu me orgulho muito de corromper cada sentimento meu com meus devaneios. Eu me orgulho de PODER ser DIFERENTE das pessoas. Me orgulho de ser o que eu desejo, apesar disso trazer consequências dolorosas e embaraçosas. Me orgulho muito de poder contar com meus AMIGOS, à diferença que cada um faz com suas palavras. E, verdadeiramente, me orgulho muito de poder falar de meus sentimentos de forma aberta, sem vergonha do que sinto.
É claro que eu sou um estúpido insensível. Eu possuo todas as características de um ser assim. Se eu não fosse, seria muito mais fictício do que real. O mundo está cheio de gente assim, compartilhando esses adjetivos.
Fabiane, quando você evoluir pro meu patamar, a gente volta a conversar. O seu trauma de relações anteriores é superior aos meus esforços muitos. Os meus medos adquiridos em relações anteriores são superiores aos seus ataques de ciúmes. Não sou indefectível, nem você. Mas tenha a dignidade de dar seus tiros na MINHA DIREÇÃO. A Flora quer ajudar, ao contrário do que você jamais entenda.
Cheers!
Eu me orgulho muito de corromper cada sentimento meu com meus devaneios. Eu me orgulho de PODER ser DIFERENTE das pessoas. Me orgulho de ser o que eu desejo, apesar disso trazer consequências dolorosas e embaraçosas. Me orgulho muito de poder contar com meus AMIGOS, à diferença que cada um faz com suas palavras. E, verdadeiramente, me orgulho muito de poder falar de meus sentimentos de forma aberta, sem vergonha do que sinto.
É claro que eu sou um estúpido insensível. Eu possuo todas as características de um ser assim. Se eu não fosse, seria muito mais fictício do que real. O mundo está cheio de gente assim, compartilhando esses adjetivos.
Fabiane, quando você evoluir pro meu patamar, a gente volta a conversar. O seu trauma de relações anteriores é superior aos meus esforços muitos. Os meus medos adquiridos em relações anteriores são superiores aos seus ataques de ciúmes. Não sou indefectível, nem você. Mas tenha a dignidade de dar seus tiros na MINHA DIREÇÃO. A Flora quer ajudar, ao contrário do que você jamais entenda.
Cheers!
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