No front:
O soldado, amigo das armas, estava realmente estimulado naquele dia. Contava os dias naquela guerra sanguinária. Resolveu vingar a morte de seus companheiros na noite anterior. E não conhecia limites para matar.
Sua arma era sua amiga, membro obscuro de seu corpo. Sua arma era a extensão metálica de sua alma. A destruição começava por ela. Acabava com a dor, o sofrimento, a guerra interna.
No rosto da amada:
O amor tolera quase tudo. A ausência daquele ser, o soldado, era demais para a bela esposa. Ela o lembrava, ela o invocava, nas manhãs solitárias. Pedia aos céus o fim da guerra, a saúde do soldado; mas a simples lembrança enviaria-lhe forças para manter-se vivo.
Ela realmente o amava. Triste com toda a situação a bela esposa só conhecia uma rival: a arma. O sangue, troféu de seu amado, era o pior estímulo amoroso que conhecia, e isso a deixava mais deprimida. Como sobreviver sem seu amor ao lado, sabendo-lhe estar fazendo aquilo que mais lhe dá prazer?
Os fortes se comprazem na batalha, enquanto os amantes estão em seus recatos. O soldado, ele nunca mais será visto ao lado da bela esposa. E a bela esposa nunca mais será vista chorando a distância de seu amado. O mundo não é cruel. Cruéis somos nós; nosso egoísmo. Mesmo lutando ou chorando a batalha dos outros, somos cruéis em afirmar pra si mesmos que o que amamos está vivo, ou morto.
Cheers!
terça-feira, 5 de setembro de 2006
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
O Tombamento da Preguiça
Eu já havia listado esse assunto pra ser escrito no meu blog, mas nunca havia tempo, nem sequer inspiração. É um assunto que deixa-nos, invariavelmente, contra E a favor. É algo que, eu tenho que confessar, sempre quis dizer: vamos Tombar a PREGUIÇA como Patrimônio da Humanidade...
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Eu, saco de pancadas?!
Eu ouvi dos amigos dos amigos daqueles que se dizem meus amigos (e entendam que me refiro a pouquíssimos...) uma bela perspectiva do meu futuro: vou me tornar, segundo eles, um desses caras que, petulantes perante a sociedade, vivem margeando o impossível, eterno dependente dos meus pais e amigos, um cara com pouca sorte.
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
Limpeza II
Sou a favor do índio
mas do índio ainda índio
não do índio ainda branco
que nasce hoje em dia.
Mas um poema pra derrubar essa minha época de problemas internéticos...
Cheers!
mas do índio ainda índio
não do índio ainda branco
que nasce hoje em dia.
Mas um poema pra derrubar essa minha época de problemas internéticos...
Cheers!
quinta-feira, 3 de agosto de 2006
Limpeza...
A Rosa veio em minha direção
cambaleante, anestesiada
meu espírito a recebia
na aurora, em sua chegada
Olhava os lábios da Rosa
olhava suas pétalas
cada fina pétala
de discórdia
Tocava em seus espinhos
e ela adoecia
eu sabia que era minha
os espinhos da Rosa que era minha
A Rosa anestesiada rosa
dum campo de idéias
dos meus sonhos
a Rosa espinhosa
Um poema pra tirar o blog das teias!
Cheers!
cambaleante, anestesiada
meu espírito a recebia
na aurora, em sua chegada
Olhava os lábios da Rosa
olhava suas pétalas
cada fina pétala
de discórdia
Tocava em seus espinhos
e ela adoecia
eu sabia que era minha
os espinhos da Rosa que era minha
A Rosa anestesiada rosa
dum campo de idéias
dos meus sonhos
a Rosa espinhosa
Um poema pra tirar o blog das teias!
Cheers!
domingo, 2 de julho de 2006
A Copa que o Brasil preferiu perder.
Eu costumo não acompanhar futebol na tevê, mas a Copa eu pude acompanhar! E hoje, após ontem, algo impronunciável contra a França, tenho umas poucas palavras!
A seleção para a qual eu estava torcendo não era o Brasil. A derrota acompanharia todos aqueles jogadores enquanto o técnico Parreira se encontrasse tão dono da palavra final, por isso, eu escolhi viver uma escolha polêmica no meu país: a Argentina!
Decidi assim por ter visto naquele time uma evolução muito necessária para eles, uma evolução do conjunto, orquestrada pelo técnico competente que eles têm. A Argentina não parecia aquela dos clássicos "quebra-canelas" contra o Brasil. Aquele Argentina tinha algo de especial, muito disciplinada, garrida, monstruosa. Mais ou menos como o Japão e Gana que, por sinal, enfrentaram o Brasil e não ameaçaram. A Argentina caiu por um acaso, mas tinha qualidade pra ir pra final. Uma final com a Itália.
Já o Brasil... eu jamais vi a seleção com uma defesa tão eficaz, e um ataque tão irrisório. Os meus medos, naquele time, eram Cafu e Roberto Carlos, que deixaram a glória do passado, Ronaldo, com sua invencível preferência pela mídia que o mantém no topo e outro, infelizmente ele, o Ronaldinho Gaúcho, aquele que abandonou no campo o título não-merecido de melhor do mundo. Desses jogadores eu não havia notado até a eliminação, ontem, o verdadeiro gás duma atuação de Copa do Mundo. Dos outros jogadores eu não posso falar, apesar de suas atuações capazes e muitas vezes decisivas, como o Fred.
Meus louros vão para Juan e Lúcio. Eles foram, sem sombra de dúvidas, as muralhas que impediram que o Brasil não fosse eliminado pela apatia, que teve seu ápice no jogo contra a França. Esses dois zagueiros foram o símbolo da vontade e da garra, da comunhão de técnica e precisão. Não vi, sem as ressalvas do Galvão Bueno, nenhuma seleção que pudesse transpôr aquela barreira, inclusive a Argentina. Na verdade eu acho que seria difícil o Ronaldinho se sair bem jogando contra uma seleção que tivesse esses dois zagueiros...
Agora que o Brasil mereceu ter perdido, mereceu. E mereceria perder novamente pela falta de vergonha na cara do técnico cansado de ganhar que é o Parreira. E mereceria perder novamente pelo alto nível técnico das seleções que ele enfrentaria se tivesse passado pela França.
A partir de hoje eu estou torcendo pra Alemanha; porque Portugal já está nas finais!
A seleção para a qual eu estava torcendo não era o Brasil. A derrota acompanharia todos aqueles jogadores enquanto o técnico Parreira se encontrasse tão dono da palavra final, por isso, eu escolhi viver uma escolha polêmica no meu país: a Argentina!
Decidi assim por ter visto naquele time uma evolução muito necessária para eles, uma evolução do conjunto, orquestrada pelo técnico competente que eles têm. A Argentina não parecia aquela dos clássicos "quebra-canelas" contra o Brasil. Aquele Argentina tinha algo de especial, muito disciplinada, garrida, monstruosa. Mais ou menos como o Japão e Gana que, por sinal, enfrentaram o Brasil e não ameaçaram. A Argentina caiu por um acaso, mas tinha qualidade pra ir pra final. Uma final com a Itália.
Já o Brasil... eu jamais vi a seleção com uma defesa tão eficaz, e um ataque tão irrisório. Os meus medos, naquele time, eram Cafu e Roberto Carlos, que deixaram a glória do passado, Ronaldo, com sua invencível preferência pela mídia que o mantém no topo e outro, infelizmente ele, o Ronaldinho Gaúcho, aquele que abandonou no campo o título não-merecido de melhor do mundo. Desses jogadores eu não havia notado até a eliminação, ontem, o verdadeiro gás duma atuação de Copa do Mundo. Dos outros jogadores eu não posso falar, apesar de suas atuações capazes e muitas vezes decisivas, como o Fred.
Meus louros vão para Juan e Lúcio. Eles foram, sem sombra de dúvidas, as muralhas que impediram que o Brasil não fosse eliminado pela apatia, que teve seu ápice no jogo contra a França. Esses dois zagueiros foram o símbolo da vontade e da garra, da comunhão de técnica e precisão. Não vi, sem as ressalvas do Galvão Bueno, nenhuma seleção que pudesse transpôr aquela barreira, inclusive a Argentina. Na verdade eu acho que seria difícil o Ronaldinho se sair bem jogando contra uma seleção que tivesse esses dois zagueiros...
Agora que o Brasil mereceu ter perdido, mereceu. E mereceria perder novamente pela falta de vergonha na cara do técnico cansado de ganhar que é o Parreira. E mereceria perder novamente pelo alto nível técnico das seleções que ele enfrentaria se tivesse passado pela França.
A partir de hoje eu estou torcendo pra Alemanha; porque Portugal já está nas finais!
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Um dia ODIOSO!
PORRA!
Hj eh o dia do meu aniversário! Um dia horrível, onde todos que me encontram enchem meu saco com aquela conversa fiada de felicidade! Papo furado! Eu soh tenho raiva, mt raiva!
Tomara que todos que lerem este post entendam o quanto eu ODEIO a hipocrisia que se cria por causa dessa data nos meus amigos.
Se não entenderem, FODAM-SE!
terça-feira, 30 de maio de 2006
Acesso de loucura x A palidez da novidade
Nada como um dia após o outro... (frase clichê, mas que tem seu encanto).
As aulas recomeçaram! Eu sou mais um que, na expectativa, não vê muita novidade. Aliás, somente caras novas, nada mais.
E a vida poderia ser mais simples: estou pleno de idéias, quero escrevê-las. Não quero fazer isso às escuras... tenho que voltar às raizes.
As aulas recomeçaram! Eu sou mais um que, na expectativa, não vê muita novidade. Aliás, somente caras novas, nada mais.
E a vida poderia ser mais simples: estou pleno de idéias, quero escrevê-las. Não quero fazer isso às escuras... tenho que voltar às raizes.
sexta-feira, 26 de maio de 2006
Jogar é viver!
Meu Deus! Estou ficando viciado em Need For Speed Most Wanted, e cada vez mais eu gosto de World of Warcraft, com meu Paladino Melden.
Isso me faz lembrar dos poucos jogos que, como esses, me deixavam com vontade de jogar cada vez mais, que me deixavam ansioso por outras fases. O primeiro, que eu lembro, é um jogo de tiro do meu primeiro videogame, o Phantom System, da Gradiente. Ele vinha com uma pistola, e foi aquele o meu primeiro jogo de tiro. O jogo consistia numa nave e vc era o atirador, tudo num espaço muito sideral, rsrs.
O segundo jogo foi o clássico Mário Bros. O segundo da série e o Mário World, que tinha o nível de vício mt grande praquela época, eram os jogos da Nintendo que eu adorava "passar o tempo", inda mais quando ganhei o meu primeiro e único Super Nintendo.
Já na geração Playstation o jogo que mais me viciou foi, é claro, todo e qualquer King of Fighters... só que eu não sou dos melhores jogadores de luta. Minha praia mesmo são os jogos de corrida! Foi na época do Playstation que eu descobri a série Need for Speed e os jogos de rali, esse último é justamente o que mais me prende. No Play2 eu adoro tds da série Colin McRae...
Isso tudo pq eu conheci jogos já nos arcades, jogando Street Fighters. Esse sim foi meu primeiro jogo viciante.
Isso me faz lembrar dos poucos jogos que, como esses, me deixavam com vontade de jogar cada vez mais, que me deixavam ansioso por outras fases. O primeiro, que eu lembro, é um jogo de tiro do meu primeiro videogame, o Phantom System, da Gradiente. Ele vinha com uma pistola, e foi aquele o meu primeiro jogo de tiro. O jogo consistia numa nave e vc era o atirador, tudo num espaço muito sideral, rsrs.
O segundo jogo foi o clássico Mário Bros. O segundo da série e o Mário World, que tinha o nível de vício mt grande praquela época, eram os jogos da Nintendo que eu adorava "passar o tempo", inda mais quando ganhei o meu primeiro e único Super Nintendo.
Já na geração Playstation o jogo que mais me viciou foi, é claro, todo e qualquer King of Fighters... só que eu não sou dos melhores jogadores de luta. Minha praia mesmo são os jogos de corrida! Foi na época do Playstation que eu descobri a série Need for Speed e os jogos de rali, esse último é justamente o que mais me prende. No Play2 eu adoro tds da série Colin McRae...
Isso tudo pq eu conheci jogos já nos arcades, jogando Street Fighters. Esse sim foi meu primeiro jogo viciante.
terça-feira, 16 de maio de 2006
Mostrando os dentes
O que eu acho da violência em São Paulo? É simples! O crime é mais organizado que a polícia e o governo, ambos de mãos amputadas. Os celulares transpõem as barreiras das penitenciárias por causa de funcionários corruptos, que fazem vista grossa para a movimentação de pertences. Os advogados são corruptíveis, como quando sabem estar defendendo uma causa prum bandido. Os bandidos, ora eles, esses são arquitetos de atentados e sequer pensam nas vidas que estão tirando.
Pra falar a verdade, eu só acho que esses tais bandidos do crime organizado só tem uma única diferença dos políticos corruptos: os bandidos matam, quando necessário. Uma coisa em comum entre os dois é que nem político nem bandido de verdade ficam presos por mais de uma semana, se condenados.
Outra coisa: o narcotráfico é financiado, ou seja, ele vende pra quem tem dinheiro. O maior comprador é também responsável pela guerra que se instala todos os dias, dentro das favelas. Essa onda de violência soh está incomodando pq a criminalidade exalou seu odor para fora dos guetos. Caso contrários, nem mídia nem governo olharia para as gentes que vivem nesses lugares...
O que eu acho que resolveria? Não é tão complicado, mas só seria viável se houvesse um sforço monumental... Primeiro deveríamos dar mais atenção a uma idéia: essa geração que está aí está definitivamente perdida! Esses bandidos só sabem fazer oq fazem. Então preocupemo-nos com as gerações futuras, nossos filhos e netos. Fazendo isso a gente dá mais importância pra EDUCAÇÃO. Reformularíamos o sistema educacional pra termos garantias de que a geração seguinte à nossa seria mais bem instruida, para que enxergassem as opções da vida além do crime. Aí criaríamos opções viáveis de educação superior, fortalecendo as universidades, e investiríamos na pesquisa. O emprego será consequência numa sociedade moldada desta forma.
Agora quanto a esses que estão aí, bom... reformular a polícia, enxugar o sistema prisional e dar ferramentas necessárias à polícia federal já deverá ser bom. Aí cada estado deveria ficar responsável em reformar e melhorar seus presídios. Até aí, meio caminho andado, pois o maior problema desse sistema todo é a PODRE JUSTIÇA com seus juízes, promotores e advogados corruptos e servos do DINHEIRO. Reformar o sistema jurídico é que será o maior esforço, e onde julgo necessitar das maiores mudanças. Se houverem...
E os bandidos, o que há com eles? Esses caras são realmente os donos da noite. Também pudera, eles são treinados DE GRAÇA pelas FORÇAS ARMADAS, ganham em uma semana a metade do salário dum policial e pior, sentem prazer no que fazem, fator essencial para o sucesso no trabalho que for. Gente que cresce à margem da sociedade, alimentando a escória, à mercê dos sociopatas que financiam sua transformação em soldados do tráfico. Gente que está, com essa onda de violência, mostrando os dentes pro mundo. Mostrando somente UM POUCO do seu poderio...
Kyrie Eleison.
Pra falar a verdade, eu só acho que esses tais bandidos do crime organizado só tem uma única diferença dos políticos corruptos: os bandidos matam, quando necessário. Uma coisa em comum entre os dois é que nem político nem bandido de verdade ficam presos por mais de uma semana, se condenados.
Outra coisa: o narcotráfico é financiado, ou seja, ele vende pra quem tem dinheiro. O maior comprador é também responsável pela guerra que se instala todos os dias, dentro das favelas. Essa onda de violência soh está incomodando pq a criminalidade exalou seu odor para fora dos guetos. Caso contrários, nem mídia nem governo olharia para as gentes que vivem nesses lugares...
O que eu acho que resolveria? Não é tão complicado, mas só seria viável se houvesse um sforço monumental... Primeiro deveríamos dar mais atenção a uma idéia: essa geração que está aí está definitivamente perdida! Esses bandidos só sabem fazer oq fazem. Então preocupemo-nos com as gerações futuras, nossos filhos e netos. Fazendo isso a gente dá mais importância pra EDUCAÇÃO. Reformularíamos o sistema educacional pra termos garantias de que a geração seguinte à nossa seria mais bem instruida, para que enxergassem as opções da vida além do crime. Aí criaríamos opções viáveis de educação superior, fortalecendo as universidades, e investiríamos na pesquisa. O emprego será consequência numa sociedade moldada desta forma.
Agora quanto a esses que estão aí, bom... reformular a polícia, enxugar o sistema prisional e dar ferramentas necessárias à polícia federal já deverá ser bom. Aí cada estado deveria ficar responsável em reformar e melhorar seus presídios. Até aí, meio caminho andado, pois o maior problema desse sistema todo é a PODRE JUSTIÇA com seus juízes, promotores e advogados corruptos e servos do DINHEIRO. Reformar o sistema jurídico é que será o maior esforço, e onde julgo necessitar das maiores mudanças. Se houverem...
E os bandidos, o que há com eles? Esses caras são realmente os donos da noite. Também pudera, eles são treinados DE GRAÇA pelas FORÇAS ARMADAS, ganham em uma semana a metade do salário dum policial e pior, sentem prazer no que fazem, fator essencial para o sucesso no trabalho que for. Gente que cresce à margem da sociedade, alimentando a escória, à mercê dos sociopatas que financiam sua transformação em soldados do tráfico. Gente que está, com essa onda de violência, mostrando os dentes pro mundo. Mostrando somente UM POUCO do seu poderio...
Kyrie Eleison.
terça-feira, 9 de maio de 2006
Explicando o sumiço!
Voltando do limbo!
Para aqueles que lêem meu blog, explicações do meu sumiço, ainda que explicar seja potencialmente perigoso para mim... mas quem se importa?
Mandei meu irmão tomar no cú depois de uma discussão muito grande, onde a família se juntou contra minhas idéias. Ele, o dono do computador, quem paga a net e vive se vangloriando do dinheiro que ele tem, ficou com raiva e APAGOU minha conta no computador. Eu nem pude fazer backup dos projetos, e por isso estou interneticamente incomunicável e prejudicadíssimo quanto às pesquisas e afins que eu estava desenvolvendo. Este blog ficou do jeito que está, desatualizado. Fiquei com as mãos atadas.
Esse tipo de coisa acontece pq há uma importância mt grande dada àquelas pessoas que tem dinheiro, o tal que move interesses e o mundo. Eu não tenho emprego e por isso mereço ser hostilizado por que não tenho dinheiro, portanto, poder de falar dentro da casa onde moro.
Agora vejo como está sendo encarada a minha impossibilidade de dar continuidade aos meus projetos: meus dois irmãos, agora desempregados, passam o DIA INTEIRO pendurados no Orkut e no Messenger, ironicamente as duas coisas mais inúteis que tem na net esses tempos. As duas ÚLTIMAS coisas que me moviam a entrar na net foram justamente as que me tiraram o poder de continuar a produzir.
Esse é o interesse que age dentro da casa onde moro. Agora eu não posso mais, pq não tenho dinheiro, emprego e por causa da mesquinharia e da inutilidade que se tornou ter internet em casa com o uso que estão fazendo dela.
Só não me perguntem vcs o que eu vou fazer qnt a isso, pq eu respondo aqui: não vou fazer nada, não espero nada de bom dessa situação toda. Se tudo piorar, já estarei esperando. Vindo de quem vem, nada de bom poderia vir dessas pessoas.
Para aqueles que lêem meu blog, explicações do meu sumiço, ainda que explicar seja potencialmente perigoso para mim... mas quem se importa?
Mandei meu irmão tomar no cú depois de uma discussão muito grande, onde a família se juntou contra minhas idéias. Ele, o dono do computador, quem paga a net e vive se vangloriando do dinheiro que ele tem, ficou com raiva e APAGOU minha conta no computador. Eu nem pude fazer backup dos projetos, e por isso estou interneticamente incomunicável e prejudicadíssimo quanto às pesquisas e afins que eu estava desenvolvendo. Este blog ficou do jeito que está, desatualizado. Fiquei com as mãos atadas.
Esse tipo de coisa acontece pq há uma importância mt grande dada àquelas pessoas que tem dinheiro, o tal que move interesses e o mundo. Eu não tenho emprego e por isso mereço ser hostilizado por que não tenho dinheiro, portanto, poder de falar dentro da casa onde moro.
Agora vejo como está sendo encarada a minha impossibilidade de dar continuidade aos meus projetos: meus dois irmãos, agora desempregados, passam o DIA INTEIRO pendurados no Orkut e no Messenger, ironicamente as duas coisas mais inúteis que tem na net esses tempos. As duas ÚLTIMAS coisas que me moviam a entrar na net foram justamente as que me tiraram o poder de continuar a produzir.
Esse é o interesse que age dentro da casa onde moro. Agora eu não posso mais, pq não tenho dinheiro, emprego e por causa da mesquinharia e da inutilidade que se tornou ter internet em casa com o uso que estão fazendo dela.
Só não me perguntem vcs o que eu vou fazer qnt a isso, pq eu respondo aqui: não vou fazer nada, não espero nada de bom dessa situação toda. Se tudo piorar, já estarei esperando. Vindo de quem vem, nada de bom poderia vir dessas pessoas.
sexta-feira, 21 de abril de 2006
Ser:Explicar
De fato eu sou um ser de extremos. Transito entre o são e o louco em meio às questões filosóficas que pulsam na minha mente. Sou bom e mau, torto e direito, estou aqui e noutro lugar! Com certeza eu sei q as pessoas me acham um doido, digno de pena. Eu sei que ninguém, hj em dia, quererá explorar-me por ajudar, mas por achar estar sanando-me de minha dualidade!
Não sou insano. Sou dono de muitas faces, eu sei, mas isso é motivo para a toda-poderosa reação com que os olhares me fitam, os desdenhosos ouvidos me notam ou as nada ponderadas línguas falam de mim? É por isso que eu me enclausuro, talvez. Não há espaço para mim, pois sou dois ou mais, num mundo individualista. Eu sou diferente dos demais, por isso me destaco. Mas é entre as diferenças que o diabo costuma agir! E, pobre de mim, nem passo perto de ser exemplo de personalidade.
Abstraio o quente vapor de idéias que me povoam. Noutro momento eu disseco antiquíssimas idéias, congelo minhas possibilidades. Não é com a pena que posso dizer como se dá isso, nem com a língua. Há algo a ser descoberto em mim? Eu consulto-me constantemente, e decepciono-me às infrutíferas respostas. Talvez eu feche pra balanço, com a certeza de que é só a poeira sentar pra que eu me abra. Eu hostilizo meus sentimentos refreados pelos meus dogmas mágicos. Por isso eu não possa ser mais, somente um simulacro do possível.
...somente um simulacro do possível. Um possível simulacro. Somente um simulacro. Possível somente.
Não sou insano. Sou dono de muitas faces, eu sei, mas isso é motivo para a toda-poderosa reação com que os olhares me fitam, os desdenhosos ouvidos me notam ou as nada ponderadas línguas falam de mim? É por isso que eu me enclausuro, talvez. Não há espaço para mim, pois sou dois ou mais, num mundo individualista. Eu sou diferente dos demais, por isso me destaco. Mas é entre as diferenças que o diabo costuma agir! E, pobre de mim, nem passo perto de ser exemplo de personalidade.
Abstraio o quente vapor de idéias que me povoam. Noutro momento eu disseco antiquíssimas idéias, congelo minhas possibilidades. Não é com a pena que posso dizer como se dá isso, nem com a língua. Há algo a ser descoberto em mim? Eu consulto-me constantemente, e decepciono-me às infrutíferas respostas. Talvez eu feche pra balanço, com a certeza de que é só a poeira sentar pra que eu me abra. Eu hostilizo meus sentimentos refreados pelos meus dogmas mágicos. Por isso eu não possa ser mais, somente um simulacro do possível.
...somente um simulacro do possível. Um possível simulacro. Somente um simulacro. Possível somente.
quarta-feira, 19 de abril de 2006
Touch me, I'm sick!
Não sou moderninho, tampouco sou careta. A idéia que me passa atualmente é tão fora de mim que só não a ponho em prática pq não consigo morrer logo dessa febre, dessa garganta inflamada! Enquanto eu estiver doente, tudo deverá passar, nada haverá de acontecer...Ah, estive impaciente! Realmente não há sombra que me ligue, que se mostre ao menos capaz de perguntar: cara, cê tá doente? Não! Eu sou um desafortunado. Tenho que desabafar...
E como eu poderia ir pra facu, nesse estado? Estou com saudade do ICHL, mais precisamente do palco. Aquele é um local de reflexão, rss. Pois não há como estudar na casa dos meus pais... não consigo mais. Tá foda ler, tá foda escrever, tá foda té cantarolar, com o pandemônio habitual, com os mandos e desmandos, com o choro, etc.
Aí, agora a noite o Jr trouxe a Ariane! E já que eu não podia ir pra praça, pro sereno, eu fui! Afinal é a minha amiga, a pessoa que me deixava mais saudoso esses tempos! Vou adormecendo a saudade, pq matar a gente não mata pq ela acaba voltando!!
Ah, e leiam os outros posts. Não é só de mim q esse blog fala!
segunda-feira, 17 de abril de 2006
Personagem: Suzane von Richthofen
Ouvindo: Older Chests - Damien Rice Lendo: meus poemas Escrevendo: nada além disto.
Há uma personagem do circo de horrores em voga no cenário policial e fictício da qual eu gostaria de, sobre ela, dissertar. Seu nome é Suzane von Richthofen, a menina que confessou ter planejado e participado do assassinato de seus pais.
Sim, ela é uma personagem. E é por isso que não compreendo a surpresa da mídia em vê-la na sua péssima primeira e única atuação diante das câmeras. Não entendo onde ela pode estar sendo mal vista, se nos seus motivos, ou na sua veia artística falida. Qual a razão para condenarmos uma personagem tão mal escrita e mal caracterizada, dirigida por um diretor sem tato nenhum para o fio dramático? Qual a razão para vermos na tentativa duma mulher que sequer frequentou aulas de teatro a ética de seu pseudo-protetor?
Pois então condenemos os atores, que mentem todos os dias nas novelas, filmes e apresentações de teatro. Eles encarnam personagens, mas que de tal modo são aperfeiçoados pelo estudo que não temos segurança suficiente para apontarmos qual sentimento está se passando em seus corações. Condenemos os políticos, que mentem em seus discursos, mas são desprovido do estudo específico dos atores, sendo, portanto, muitas vezes desmascarados em pleno ofício.
Suzane é um exemplo de fracasso. Ela fracassou na tentativa de convencer-nos de seu problema, que é tão mentiroso e manipulado que nem um grande ator poderia criar certo arquétipo. Aliás isso é um ponto positivo na atuação de Suzane: uma atuação única, que ninguém seria capaz de repetir, pelo teor dissimulado e pouco inspirado. Seu diretor fracassou porque se aproveitou de sua conduta para criar aquela colcha de retalhos sentimentais, sua personagem, à um programa de TV. Ele fracassou porque confiou demais nas suas orientações, dando como certas as escolhas duma mulher mentirosa. Pois eu digo que não há como validar a mentira pela verdade dos atos. Para um bom ator, deixar transparecer em seus olhos a realidade que se quer passar é ter garantias do sucesso.
Eu digo, então, como poderia ter sido melhor, para ela, em sua atuação: primeiramente Suzane deveria ter feito essa entrevista ANTES de ter pedido a fortuna dos pais. Deveria acostumar-se a idéia de injustiça, já que ela quis que sentíssemos isso por ela, pois um grande mentiroso primeiro convence a si mesmo, para passar veracidade na sua voz, nos seus atos. Deveria ter exposto menos seu tutor, caso fracassasse. E este deveria ter pensado menos na hora de decidir-se pela entrevista: quanto mais tempo se leva para uma apresentação, mais se cria insatisfação do público. E o público é o principal motivo do teatro, da encenação.
E para finalizar: a inclinação visível ao sensacionalismo é que criou o personagem Suzane von Richthofen. A televisão é ávida de personagens, não importa quantos, nem a qualidade, mas personagens que mostrem inúmeras realidades. A importância que se dá a eles é tanta que por inúmeras vezes seguimos seus dogmas, espelhando-nos ou contrapondo-nos. E essa parricida, atriz falida, aproveitou-se da crença de nós todos em personagens. Só não contava com os microfones ligados...
Há uma personagem do circo de horrores em voga no cenário policial e fictício da qual eu gostaria de, sobre ela, dissertar. Seu nome é Suzane von Richthofen, a menina que confessou ter planejado e participado do assassinato de seus pais.
Sim, ela é uma personagem. E é por isso que não compreendo a surpresa da mídia em vê-la na sua péssima primeira e única atuação diante das câmeras. Não entendo onde ela pode estar sendo mal vista, se nos seus motivos, ou na sua veia artística falida. Qual a razão para condenarmos uma personagem tão mal escrita e mal caracterizada, dirigida por um diretor sem tato nenhum para o fio dramático? Qual a razão para vermos na tentativa duma mulher que sequer frequentou aulas de teatro a ética de seu pseudo-protetor?
Pois então condenemos os atores, que mentem todos os dias nas novelas, filmes e apresentações de teatro. Eles encarnam personagens, mas que de tal modo são aperfeiçoados pelo estudo que não temos segurança suficiente para apontarmos qual sentimento está se passando em seus corações. Condenemos os políticos, que mentem em seus discursos, mas são desprovido do estudo específico dos atores, sendo, portanto, muitas vezes desmascarados em pleno ofício.
Suzane é um exemplo de fracasso. Ela fracassou na tentativa de convencer-nos de seu problema, que é tão mentiroso e manipulado que nem um grande ator poderia criar certo arquétipo. Aliás isso é um ponto positivo na atuação de Suzane: uma atuação única, que ninguém seria capaz de repetir, pelo teor dissimulado e pouco inspirado. Seu diretor fracassou porque se aproveitou de sua conduta para criar aquela colcha de retalhos sentimentais, sua personagem, à um programa de TV. Ele fracassou porque confiou demais nas suas orientações, dando como certas as escolhas duma mulher mentirosa. Pois eu digo que não há como validar a mentira pela verdade dos atos. Para um bom ator, deixar transparecer em seus olhos a realidade que se quer passar é ter garantias do sucesso.
Eu digo, então, como poderia ter sido melhor, para ela, em sua atuação: primeiramente Suzane deveria ter feito essa entrevista ANTES de ter pedido a fortuna dos pais. Deveria acostumar-se a idéia de injustiça, já que ela quis que sentíssemos isso por ela, pois um grande mentiroso primeiro convence a si mesmo, para passar veracidade na sua voz, nos seus atos. Deveria ter exposto menos seu tutor, caso fracassasse. E este deveria ter pensado menos na hora de decidir-se pela entrevista: quanto mais tempo se leva para uma apresentação, mais se cria insatisfação do público. E o público é o principal motivo do teatro, da encenação.
E para finalizar: a inclinação visível ao sensacionalismo é que criou o personagem Suzane von Richthofen. A televisão é ávida de personagens, não importa quantos, nem a qualidade, mas personagens que mostrem inúmeras realidades. A importância que se dá a eles é tanta que por inúmeras vezes seguimos seus dogmas, espelhando-nos ou contrapondo-nos. E essa parricida, atriz falida, aproveitou-se da crença de nós todos em personagens. Só não contava com os microfones ligados...
sábado, 15 de abril de 2006
Ex-citações IV
Eu finalmente estou doente. Prazer mórbido, ao mesmo tempo que inesperado e não esperado. Eu não devia estar aqui em casa, mas no niver da Fabiane, filha do meu primo Fabiano. Coisas que a gente não explica: ficar doente justamente quando deveria estar bom...
E a minha vontade de adicionar uma música no blog está crescendo. Só não sei em que formato... vou deixar essa merda bem fantasmagórica, obscura e ODIOSA, pois essas são as intenções do autor...
...o Charles já dormiu em praça, já comeu o pão que o diabo amassou! Ele sofreu muito nas ruas, mas não foi por falta de cuidados. Nunca duvide do amor que temos por ele, sua estúpida! Acha que a gente deixava ele porque somos más, porque somos prostitutas? Engana-se, meu amor! – disse Monik, irritadíssima!
E no próximo post vou dissertar sobre o ser odiado do momento: Suzane Von Richtofen (eu acho que é assim que se escreve...!). Boa morte pra vcs!!!
"... tirando todos os seus defeitos, você é uma pessoa excelente!"
Tiririca
Tiririca
E a minha vontade de adicionar uma música no blog está crescendo. Só não sei em que formato... vou deixar essa merda bem fantasmagórica, obscura e ODIOSA, pois essas são as intenções do autor...
...o Charles já dormiu em praça, já comeu o pão que o diabo amassou! Ele sofreu muito nas ruas, mas não foi por falta de cuidados. Nunca duvide do amor que temos por ele, sua estúpida! Acha que a gente deixava ele porque somos más, porque somos prostitutas? Engana-se, meu amor! – disse Monik, irritadíssima!
E no próximo post vou dissertar sobre o ser odiado do momento: Suzane Von Richtofen (eu acho que é assim que se escreve...!). Boa morte pra vcs!!!
quinta-feira, 13 de abril de 2006
Piada sem tempo
Piada sem graça: o cara tava no busão, passando bem na frente duma área verde. Ele joga pela janela uma garrafinha de iorgute light, quando uma senhora vê e o repreende:
– O senhor sabia que com esse ato o senhor acabou de contribuir para a desagregação da flora deste lugar?
– Quê isso senhora, fico até feliz por tá ajudando!...
**não riam**
E dizem que a Floresta Amazônica é rica. Só se for de Fauna e Flora...
– O senhor sabia que com esse ato o senhor acabou de contribuir para a desagregação da flora deste lugar?
– Quê isso senhora, fico até feliz por tá ajudando!...
**não riam**
E dizem que a Floresta Amazônica é rica. Só se for de Fauna e Flora...
quarta-feira, 12 de abril de 2006
As Flores do Mal
Ouvindo: Thoughtless - Korn Lendo: algo sobre scripts Escrevendo: nada além disto.Eu estava tão preocupado ultimamente que não me lembrei de regar um pouco meus cadernos com palavras, com poemas pra adubar, com uma borracha pra podar os excessos. Encontrei alguns textos já muito queimados de sol, outros com mofos, e alguns outros quase mortos, ´té na minha lembrança.
Me prendi demais no mundo real. Estive muito entregue a esse mundo ingrato, esse que não perdoa jamais. Meus pensamentos estavam difícieis, pois não dei mais ouvidos pra mente, mas ao coração. Hum! e esse é que me deu trabalho, enfurecido, desarmado. Na verdade o coração só me deixa decepcionado. Se existe justiça para ele... uma vez eu acreditei nisso!
Ontem eu encontrei, logo após ter deixado a Renata no terminal, um grande amigo meu: O Frank! Desses encontros não-banais que acontecem na medida certa. Sentamos na praça pra tomar uma cerva e contamos histórias um para o outro. A nossa memória é mesmo aquela que não nos abandona. Digo por mim e por ele. Sou fã do trabalho dele, e ele fã do meu. Falamos de muito, de filosofia, de política, filhos, trabalho e sacanagem dos amigos (e com os amigos, que é bom!). Prometi a ele que vou encontrá-lo em sua casa pra continuarmos a bebemorar nossa amizade, e pra que eu possa conhecer meu sobrinho Johann!
Eu gostaria muito que eu pudesse rever alguns outros amigos e amigas. A Viviane, a Nany, o Eduardo, o Prestes e outros, que só me aparecem de outono a outono, quando as folhas estão caíndo. Não tenho esperanças que eles entrem em contato de maneira espontânea, mas eu posso cutucar, como sempre faço.
No próximo post eu prometo adicionar ou uma ex-citação ou um poema, um fragmento do Heráclito, uma frase do Lula, qualquer coisa que recheie...
E vamos comentar né pessoas................ ;)
domingo, 9 de abril de 2006
anti-Esperança
Ouvindo: All Dressed Up - Damien Rice Lendo: cartas Escrevendo: carta(s)
Um dia serei condenado por tudo o que digo. Serei condenado pela minha ousadia. Sentarei num banco da justiça pela minha boca grande, pelos detalhes que não deixo passar, pelas minhas observações dentre a vivência, por ser aquele que fala até para o vácuo.
Acho que fui condenado. Não tenho certeza disso, mas acho que fui. Isso é coisa má, dessas que eu nem quero pronunciar aqui, pq extrapola o objetivo desse blog, e não se enquadra na exigência dele. Tais coisas me acontecem, assim, com certa frequência, e já nem me deixam mais com a alma abatida. Estou ficando cansado, estou velho.
Eu me dou uma esperança muito estranha. Uma esperança grande demais para a compreensão da minha realidade. Eu sei que me lamento muito, mas é esse sentimento motivador que me toma de assalto às vezes e mostra-me um caminho. Decerto eu jamais vou poder provar de outro sentimento semelhante, pq a idéia da esperança já está intríseca na minha alma, mas como saber se é prudente alimentar esperanças, se há dúvidas? Ainda mais quando não sou somente eu o interessado pelo resultado, onde haverá um oásis para que eu fuja e reflita? A verdade é: a esperança está me cansando!
Não quero terminar como o Pedro Pedreiro pedreiro penseiro esperando o trem, quero ver no que vai dar, virar-se de costas pro trem e ir a pé. Quero voltar a fazer minhas escolhas. Quero esquecer essa de esperança e tomar o rumo que vier...
Ainda que essa mensagem seja um tanto esperançosa...
Um dia serei condenado por tudo o que digo. Serei condenado pela minha ousadia. Sentarei num banco da justiça pela minha boca grande, pelos detalhes que não deixo passar, pelas minhas observações dentre a vivência, por ser aquele que fala até para o vácuo.
Acho que fui condenado. Não tenho certeza disso, mas acho que fui. Isso é coisa má, dessas que eu nem quero pronunciar aqui, pq extrapola o objetivo desse blog, e não se enquadra na exigência dele. Tais coisas me acontecem, assim, com certa frequência, e já nem me deixam mais com a alma abatida. Estou ficando cansado, estou velho.
Eu me dou uma esperança muito estranha. Uma esperança grande demais para a compreensão da minha realidade. Eu sei que me lamento muito, mas é esse sentimento motivador que me toma de assalto às vezes e mostra-me um caminho. Decerto eu jamais vou poder provar de outro sentimento semelhante, pq a idéia da esperança já está intríseca na minha alma, mas como saber se é prudente alimentar esperanças, se há dúvidas? Ainda mais quando não sou somente eu o interessado pelo resultado, onde haverá um oásis para que eu fuja e reflita? A verdade é: a esperança está me cansando!
Não quero terminar como o Pedro Pedreiro pedreiro penseiro esperando o trem, quero ver no que vai dar, virar-se de costas pro trem e ir a pé. Quero voltar a fazer minhas escolhas. Quero esquecer essa de esperança e tomar o rumo que vier...
Ainda que essa mensagem seja um tanto esperançosa...
terça-feira, 4 de abril de 2006
Utilidade Pública I
Bom, para aqueles que apreciam Damien Rice.
http://www.uploading.com/?get=H3VPGP0K
Esse link serve para baixar um arquivo zipado (85,5MB) contendo todas as músicas do álbum "O", dentre elas The Blower's Daughter e mais algumas músicas avulsas. Só para os fãs...
Dá pra usar programa P2P pra baixar esse arquivo... Bom download.
E mais tarde tem post novo.
http://www.uploading.com/?get=H3VPGP0K
Esse link serve para baixar um arquivo zipado (85,5MB) contendo todas as músicas do álbum "O", dentre elas The Blower's Daughter e mais algumas músicas avulsas. Só para os fãs...
Dá pra usar programa P2P pra baixar esse arquivo... Bom download.
E mais tarde tem post novo.
sábado, 1 de abril de 2006
Errare humanum est
Hoje é o promissor dia da mentira. Promissor pq eu adoro mentir...
Deviam fazer mais pesquisas sobre essa ferramenta fundamental da humanidade. A mentira é nada mais do que instrumento da justiça, pois ela remedia males, omite a realidade bruta, evita catástrofes da comunicação humana.
A mentira é discurso magnífico. É o engodo do poeta, é a usura que se paga por se conhecer o gosto da verdade, é a exceção à regra. A mentira te mantém sob a proteção de um muro de ruínas, ela alimenta a vontade de fazer o proibido, dá validade pra libido descomensurada. A mentira é medida de poucos sabidos, é um excelente exercício de memória, inteligência, sabedoria e raciocínio rápido.
Quem sabe mentir sabe contar a verdade por várias óticas, contar a mesma história diversas vezes e convencer um público de ser aquela a primeira vez. Pensemos: quem mente é pq sabe a verdade. Então ela também nos dá a ótica da verdade inteligível, da verossemelhança que existe entre o engodo e a realidade. A inegabilidade da questão, do puritanismo, da safadeza, do altruísmo convencido, tudo reside na raiz da mentira.
Mas é a verdade que é ovacionada! Corja de ladrões, os políticos, sabem do discurso, portanto, sabem mentir. Dizem dizer a verdade! E esses que criticam os políticos são piores, pq são meros estudantes e muitas vezes pupilos dos mesmos crápulas alvos de suas críticas. São meros desenganados, gente que mente dizer a verdade, gente que mente revela-la. Usam a mentira como se fosse a verdade, e nisso se tornam demônios ímpios. Isso deveria ser intolerável, dar como verídico algo que não é, mentir dizendo-se verdadeiro.
Pois a mentira deve ser usada como tal. Ela não é desumana, não é cruel. Ela deve ser dita pura e simplesmente para o que veio, para ludibriar, para enganar, não para desmantelar as rodas dentadas da sociedade, do universal, sequer do particular. Não tomemos a mentira por verdade, pq nos falta coragem de encarar os fatos. Usemos a mentira com responsabilidade, como uma humilde negação, não como arma ideológica.
Temos que ver a mentira pelo seu lado bom. Pois há palavra no que se diz nela. Há fatos, relatos, experiências e muita, mas muita capacidade de análise. Desconsiderar o potencial benéfico da mentira seria impor a si mesmo idéias mentirosas duma utopia pessoal, impor o caminho da retidão à força, sem escalas. Seria como negar já ter mentido: ninguém abusa dessa afirmação, por isso mesmo foi o teste que Cristo usou para revelar a incapacidade do homem de andar sem pecado nenhum... Atire a primeira pedra...
E para aqueles que acharem eu estar fazendo apologia à mentira, digo que pensem mais. Não mintam para vocês mesmos... pois se o fizerem, esta será a verdadeira apologia.
Deviam fazer mais pesquisas sobre essa ferramenta fundamental da humanidade. A mentira é nada mais do que instrumento da justiça, pois ela remedia males, omite a realidade bruta, evita catástrofes da comunicação humana.
A mentira é discurso magnífico. É o engodo do poeta, é a usura que se paga por se conhecer o gosto da verdade, é a exceção à regra. A mentira te mantém sob a proteção de um muro de ruínas, ela alimenta a vontade de fazer o proibido, dá validade pra libido descomensurada. A mentira é medida de poucos sabidos, é um excelente exercício de memória, inteligência, sabedoria e raciocínio rápido.
Quem sabe mentir sabe contar a verdade por várias óticas, contar a mesma história diversas vezes e convencer um público de ser aquela a primeira vez. Pensemos: quem mente é pq sabe a verdade. Então ela também nos dá a ótica da verdade inteligível, da verossemelhança que existe entre o engodo e a realidade. A inegabilidade da questão, do puritanismo, da safadeza, do altruísmo convencido, tudo reside na raiz da mentira.
Mas é a verdade que é ovacionada! Corja de ladrões, os políticos, sabem do discurso, portanto, sabem mentir. Dizem dizer a verdade! E esses que criticam os políticos são piores, pq são meros estudantes e muitas vezes pupilos dos mesmos crápulas alvos de suas críticas. São meros desenganados, gente que mente dizer a verdade, gente que mente revela-la. Usam a mentira como se fosse a verdade, e nisso se tornam demônios ímpios. Isso deveria ser intolerável, dar como verídico algo que não é, mentir dizendo-se verdadeiro.
Pois a mentira deve ser usada como tal. Ela não é desumana, não é cruel. Ela deve ser dita pura e simplesmente para o que veio, para ludibriar, para enganar, não para desmantelar as rodas dentadas da sociedade, do universal, sequer do particular. Não tomemos a mentira por verdade, pq nos falta coragem de encarar os fatos. Usemos a mentira com responsabilidade, como uma humilde negação, não como arma ideológica.
Temos que ver a mentira pelo seu lado bom. Pois há palavra no que se diz nela. Há fatos, relatos, experiências e muita, mas muita capacidade de análise. Desconsiderar o potencial benéfico da mentira seria impor a si mesmo idéias mentirosas duma utopia pessoal, impor o caminho da retidão à força, sem escalas. Seria como negar já ter mentido: ninguém abusa dessa afirmação, por isso mesmo foi o teste que Cristo usou para revelar a incapacidade do homem de andar sem pecado nenhum... Atire a primeira pedra...
E para aqueles que acharem eu estar fazendo apologia à mentira, digo que pensem mais. Não mintam para vocês mesmos... pois se o fizerem, esta será a verdadeira apologia.
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