Eu senti saudade de ti quando tu estavas aqui, e principalmente porque estavas me abraçando. Eu queria poder lembrar do teu sorriso da mesma forma como me lembro da tua mão sobre a minha. Nos dias mais sombrios, quando mais que a chuva nos aproximava, e nos socorríamos com apelos, e palavras muito desmedidas. Sorríamos, observando o quanto éramos felizes, ainda que sozinhos. Eu tinha você na memória. E agora você está aqui, comigo.
O justo dia era hoje, então ontem não deveria mais ser citado. Você me fazia ver dentro dos teus olhos a certeza do que dizia. Sabia que a dúvida gera resposta, mas que resposta gera mais dúvida? Assim sendo, era para mim também. E eu tentei te responder a tudo. Como eu poderia ser capaz de não notar que teu esforço era a minha vontade? E que ainda que nós nos estudássemos por dias, e que versássemos por semanas, e nos encontrássemos a anos, sempre nos pareceria sermos estranhos amados.
Eu levava sua bolsa, e portava um cordão teu. Você carregava na mente as palavras do último encontro, afim de perguntar aquilo que não havia compreendido. E nos sentamos próximos, à vista de todos, permitindo nos espreguiçar e relaxar. Dissemos o de sempre, nos olhamos severamente, tocamo-nos por entre verdades amargas. E naquele dia eu também fui feliz. Mas nada poderia ser melhor do que a chuva que ameaçava cair. Perdi a noção do tempo, pois é assim que ficamos quando queremos prolongar um momento como aquele. Eu me desculpei pela chuva, mas saiba que naquela hora eu não pude evitar. Havia de ser, como muita coisa que eu não evito mais.
Você era mais tarde, sempre que me ouvia. E se eu sei que você me entende, não precisaria explicar. Eu devia explicações? Então devias-me sorrisos e um agradecimento. Tu olhava atenta aos meus lábios, como se quisesse adivinhar o que eu queria dizer. Mas você não estava sozinha, porque eu estava intimamente inspirado a não perder teus olhares, para que sonhar com isso mais tarde eu pudesse, e lembrar do teu rosto com sorriso eu lembrasse, para que amar tua doação eu invejasse. E isso é divertido.
Você é. Você está hoje. E procurarei sempre que sejas amanhã, e depois. Ainda que dentro de mim, ainda que nos arredores do que eu chamo "felicidade". Não vou pedir "não tenha dúvidas"; vou te pedir, sim, é que tenha respostas.
Um beijo não silencia a noite. Te amo, como a mim mesmo.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Dezia e a flor de lótus
O ano começou bem devagar. Demorava muito pros dias passarem. Não de todo entediante, mas era numa velocidade tão lenta que não tinha como não lembrar que estávamos de férias. E isso me deu a impressão que eu tinha todo o tempo do mundo.
Naquele dia, eu estava particularmente um pouco fora de mim, estava estimulado a refletir somente. Não estava afim de ver amigos, de conversa. Pensava muito no futuro, no próximo passo, nas pessoas que sumiram e até nesse blog empoeirado.
Então eu a conheci. E naquele dia foi rápido. Uma apresentação rápida, um cumprimento e goles de vinho. Era festa em homenagem ao deus Baco. E era dia de reunir amigos.
Mas não foi naquele dia exatamente que a conheci. Foi dias depois. Encontramo-nos a noite, todos os amigos, e, à medida em que todos foram indo embora, fomos ficando. E naquele dia eu conheci uma mulher surpreendente, de mistérios, de verdades, de verdade e muito faceira. Pelo menos para mim.
Nos dias seguintes nos falamos também. E nos aproximamos. E nos afastamos. Descobri, todos os dias, um pouco, um pedaço dela, uma história incrível, deliciosa, emotiva, guerreira e muito aberta. Eu ia para casa sorrindo, com o coração preenchido, deveras feliz. E eu tinha certeza que estava conhecendo alguém dessas pessoas que mudam para sempre a vida da gente.
Dezia, a sensação de peça faltando no meu quebra-cabeça está menor desde que te conheci, e conheci tua história. Você é uma amiga marcante, inspiradora, carinhosa e divertidíssima. Quero ser para sempre o quanto durar nossa amizade. Quero que sejamos, para sempre, amigos.
Te adoro!!!!
Cheers!
Naquele dia, eu estava particularmente um pouco fora de mim, estava estimulado a refletir somente. Não estava afim de ver amigos, de conversa. Pensava muito no futuro, no próximo passo, nas pessoas que sumiram e até nesse blog empoeirado.
Então eu a conheci. E naquele dia foi rápido. Uma apresentação rápida, um cumprimento e goles de vinho. Era festa em homenagem ao deus Baco. E era dia de reunir amigos.
Mas não foi naquele dia exatamente que a conheci. Foi dias depois. Encontramo-nos a noite, todos os amigos, e, à medida em que todos foram indo embora, fomos ficando. E naquele dia eu conheci uma mulher surpreendente, de mistérios, de verdades, de verdade e muito faceira. Pelo menos para mim.
Nos dias seguintes nos falamos também. E nos aproximamos. E nos afastamos. Descobri, todos os dias, um pouco, um pedaço dela, uma história incrível, deliciosa, emotiva, guerreira e muito aberta. Eu ia para casa sorrindo, com o coração preenchido, deveras feliz. E eu tinha certeza que estava conhecendo alguém dessas pessoas que mudam para sempre a vida da gente.
Dezia, a sensação de peça faltando no meu quebra-cabeça está menor desde que te conheci, e conheci tua história. Você é uma amiga marcante, inspiradora, carinhosa e divertidíssima. Quero ser para sempre o quanto durar nossa amizade. Quero que sejamos, para sempre, amigos.
Te adoro!!!!
Cheers!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Vores it tram pali
Quando eu encontrei esses textos, me impressionei com a conteporaneidade deles, a leveza como eles foram escritos...
"Turac obus av seni.", dizia uma determinada passagem. Isso significa que o autor teve a preocupação de ser direto. Em outra passagem ele faz a recomendação "em pisos avranítolo caV cetos ura eveiaLiotih sonos". Ainda que um pouco diferente, numa linguagem mais rebuscada, ele atenta ao tradutor de onde provinha a língua que ele tentou reproduzir.
"Tram aioteolo, absos luc etrai lovacaiciqento, (av nana) bédis sunaT aprécsis tam.", uma frase realmente fora do comum, para a época em que foi escrita.
Talvez eu não esteja levando meus estudos a sério, pela relativa dificuldade que estou encontrando em traduzir tudo isso, mas devo lembrar-me, ao dia, que mesmo na velocidade em que estou executando isso, eu não poderia fazer nada na pressa para que nada saia errado.
Agora, falando de assuntos mundanos, meu próximo post deverá ser um pouco auto-biográfico.
Cheers!
"Turac obus av seni.", dizia uma determinada passagem. Isso significa que o autor teve a preocupação de ser direto. Em outra passagem ele faz a recomendação "em pisos avranítolo caV cetos ura eveiaLiotih sonos". Ainda que um pouco diferente, numa linguagem mais rebuscada, ele atenta ao tradutor de onde provinha a língua que ele tentou reproduzir.
"Tram aioteolo, absos luc etrai lovacaiciqento, (av nana) bédis sunaT aprécsis tam.", uma frase realmente fora do comum, para a época em que foi escrita.
Talvez eu não esteja levando meus estudos a sério, pela relativa dificuldade que estou encontrando em traduzir tudo isso, mas devo lembrar-me, ao dia, que mesmo na velocidade em que estou executando isso, eu não poderia fazer nada na pressa para que nada saia errado.
Agora, falando de assuntos mundanos, meu próximo post deverá ser um pouco auto-biográfico.
Cheers!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Ublud ac dona
Ah, eu acho que eu precisava de um óculos.
Primeiro post do ano 2008. Chances renovadas, outras odisséias, novas conquistas. Quase nada é novo, só reeditado. Assim eu continuo indo dessa pra melhor.
Começo de ano conturbado e desanimado. Salvo algumas agruras e inexperiências juvenis de outrem, além das minhas expectativas, e dos meus planos, rs. Isso me deixa imbuido de fazer o que eu sempre faço: dar uma ajuda. Necessária, mas já dada.
E que estejamos todos felizes. Aparentemente.
Cheers!
"Brontanesquiento, usubad oC nu átenus. Tosos esquioles tram boa denecarT, av seni ioD, av un atac. Agro saidi Lem umba vernocaiento, huóris sommundas et sec, tram aduvA tonocácelo' embiocatica, nerve, av solame.
Em tono, sesti Brula enneomácia agru'onomo, u onomo ganaga hrór estilávika. Brula av zaar empelo sataC or obul em sonos sras leocinquiento. Ábadon ut la broaD'oc se, nem broaD'oc ezi, sart broaD'oc ocnus. BroaDInoc asta erevo.
Monico aluve taras."
Em tono, sesti Brula enneomácia agru'onomo, u onomo ganaga hrór estilávika. Brula av zaar empelo sataC or obul em sonos sras leocinquiento. Ábadon ut la broaD'oc se, nem broaD'oc ezi, sart broaD'oc ocnus. BroaDInoc asta erevo.
Monico aluve taras."
Primeiro post do ano 2008. Chances renovadas, outras odisséias, novas conquistas. Quase nada é novo, só reeditado. Assim eu continuo indo dessa pra melhor.
Começo de ano conturbado e desanimado. Salvo algumas agruras e inexperiências juvenis de outrem, além das minhas expectativas, e dos meus planos, rs. Isso me deixa imbuido de fazer o que eu sempre faço: dar uma ajuda. Necessária, mas já dada.
E que estejamos todos felizes. Aparentemente.
Cheers!
sábado, 29 de dezembro de 2007
Nox av SoroS
"Por pouco eu não cometi um infanticídio..."
Ainda estou passando dessa pra melhor. A cada dia nesse final de ano eu consigo ajustar correctamente a minha vida. Muita disposição a abandonar velhos hábitos, velhos vícios, idéias antigas e mau resolvidas. Pouca disposição pra continuar a desistência. Renovando a expectativa intríssica de outrora.
Não, eu não acredito numa redenção, numa esperança; estou somente agredindo um pouco as minhas regras. Estou equivalendo as minhas medidas com um pouco da releitura do passado.
Não, eu não acredito que isso tudo se deva ao fato de ser final de ano e outras baboseiras. Eu somente acredito que está tudo melhorando. Apagar o antigo, dar um reload no que deu certo, ajustar aquilo que nos dá vontade de sorrir ou de se orgulhar e escrever novas linhas na vida.
Isso é, na verdade, uma evolução!
Ainda estou passando dessa pra melhor. A cada dia nesse final de ano eu consigo ajustar correctamente a minha vida. Muita disposição a abandonar velhos hábitos, velhos vícios, idéias antigas e mau resolvidas. Pouca disposição pra continuar a desistência. Renovando a expectativa intríssica de outrora.
Não, eu não acredito numa redenção, numa esperança; estou somente agredindo um pouco as minhas regras. Estou equivalendo as minhas medidas com um pouco da releitura do passado.
Não, eu não acredito que isso tudo se deva ao fato de ser final de ano e outras baboseiras. Eu somente acredito que está tudo melhorando. Apagar o antigo, dar um reload no que deu certo, ajustar aquilo que nos dá vontade de sorrir ou de se orgulhar e escrever novas linhas na vida.
Isso é, na verdade, uma evolução!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Nox Suvsávaro
"Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas"
Tempo Perdido - Legião Urbana
Novos momentos. Antigos aliados de mãos dadas, novamente. Infelizmente não estão a favor, e eu estou contra. Ou será que eu estou a favor e eles contra. Ah, sei lá...
Dizer adeus é muito caro. Rouba um pedaço gigante da alma. Não é uma opção, as vezes, pra quem nunca pensa no que diz, mas é a única que eu consegui. E ao contrário eu pensei muito no que eu já disse...
Um dia o sol nascia e eu nem havia fechado os olhos pra dormir. Madruguei pensamentos, mediquei algumas esperanças morríveis, pesei té os sonhos. Não foi bom, mas foi razoável. Mesmo sabendo que eu perdi, que a muito tempo eu já havia perdido. Estou colhendo o contrário do que plantei. Sinto que é assim que acontece com os Grandes. Nunca se colhe aquilo exato que se plantou...
Velhos canalhas ainda se dão bem. Guerras inúteis são muito lucrativas. Palavras desmedidas ainda são alternativa. Ignorantes são mais livres que os sabidos. Esse mundo está errado! Está tudo errado!
Mudar!
Mas deixe as luzes
Acesas"
Tempo Perdido - Legião Urbana
Novos momentos. Antigos aliados de mãos dadas, novamente. Infelizmente não estão a favor, e eu estou contra. Ou será que eu estou a favor e eles contra. Ah, sei lá...
Dizer adeus é muito caro. Rouba um pedaço gigante da alma. Não é uma opção, as vezes, pra quem nunca pensa no que diz, mas é a única que eu consegui. E ao contrário eu pensei muito no que eu já disse...
Um dia o sol nascia e eu nem havia fechado os olhos pra dormir. Madruguei pensamentos, mediquei algumas esperanças morríveis, pesei té os sonhos. Não foi bom, mas foi razoável. Mesmo sabendo que eu perdi, que a muito tempo eu já havia perdido. Estou colhendo o contrário do que plantei. Sinto que é assim que acontece com os Grandes. Nunca se colhe aquilo exato que se plantou...
Velhos canalhas ainda se dão bem. Guerras inúteis são muito lucrativas. Palavras desmedidas ainda são alternativa. Ignorantes são mais livres que os sabidos. Esse mundo está errado! Está tudo errado!
Mudar!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Nox Treo
Talvez seja, como outrora era combinado, um desequilíbrio sóbrio e necessário. Talvez seja somente uma aparente tormenta que varre esperanças e atrai muitas dúvidas. Talvez seja a oportunidade de pôr em operação o "plano B". Na dúvida, talvez seja uma onda de má fé, de impura verbalização do que vigora...
Há muitos porquês. Eu não esperava que fosse ficar tanto tempo exposto a isso. Não estou a salvo de nada, estou à margem de muita coisa. As pessoas se realizam enquanto eu fico olhando, tão perplexo a ver o que me oferecem em seguida. Estou ficando farto das aparências, e da felicidade alheia.
Um dia eu sonhei que era capaz de tanta coisa. De repente nem meu corpo acompanha meus sonhos. É tanta infelicidade em tão pouco tempo.
Há muitos porquês. Eu não esperava que fosse ficar tanto tempo exposto a isso. Não estou a salvo de nada, estou à margem de muita coisa. As pessoas se realizam enquanto eu fico olhando, tão perplexo a ver o que me oferecem em seguida. Estou ficando farto das aparências, e da felicidade alheia.
Um dia eu sonhei que era capaz de tanta coisa. De repente nem meu corpo acompanha meus sonhos. É tanta infelicidade em tão pouco tempo.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Nox Agneto

Talvez seja, como outrora era combinado, um desequilíbrio sóbrio e necessário. Nada mais seria tão utópico que tentar atingir objetivos obscuros, hermeticamente concebidos. E eu voltara a ser anos mais jovem, anos mais inconseqüente, anos mais real. Contudo, e sempre haverá espaço para um "mas", eu me tornei visceral demais nesses meus dias acadêmicos, suspeito de sequer não me tornar um filósofo feliz e bem nutrido. As vezes incomoda sentir mais que ignorar sentimentos, incomoda importar-se que ignorar a tolerância mundana. É claro que eu não sou um simples mortal, mas me interessei por tanto tempo nesse estilo de vida. Algum dia talvez eu tope com algo que me deixe bem de saco cheio e abandone essa infrutífera experiência. Nos moldes duma atitude moralista, até me convenci que o que sei serviria melhor para outras vidas, outras caras, outras vidas. Acontece que somos todos muito egoístas pra abandonarmos a si mesmos e enxergarmos um coletivo. Eu mesmo diria: eu não pertenço à essa porra! Me deixei levar, tentar ser fora de minha Essência. Mas é somente uma viagem. Ainda não me convenci dos benefícios, mas registro tudo com interesse desde quando comecei, a muito tempo. Solari é uma prova... Cheers!
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Nox uSur obod
She seemed dressed in all of me
stretched across my shame
All the torment and the pain
Leaked through and covered me
I'd do anything to have her to myself
Just to have her for myself
Now I don't know what to do,
I don't know what to do
When she makes me sad
She is everything to me
The unrequited dream
A song that no one sings
The unattainable
She's a myth that I have to believe in
All I need to make it real is one more reason
I don't know what to do,
I don't know what to do
when she makes me sad.
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
A catch in my throat
Choke,
Torn into pieces
I won't, no
I don't want to be this
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build up
inside of me
She isn't real
I can't make her real
She isn't real
I can't make her real
Vermilion pt. 2 - Slipknot
Como eu estou temporariamente aquém das parcialidades da minha vida, com pouco tempo pra vomitar idéias, aí vai mais uma letra interessante. Essa música é na realidade algo tipo uma magia de vozes, um espírito ambulante.
E no seio de mais uma semana que termina, viverei pra ver novas notícias sobre a verdade?
Incompreensível...
stretched across my shame
All the torment and the pain
Leaked through and covered me
I'd do anything to have her to myself
Just to have her for myself
Now I don't know what to do,
I don't know what to do
When she makes me sad
She is everything to me
The unrequited dream
A song that no one sings
The unattainable
She's a myth that I have to believe in
All I need to make it real is one more reason
I don't know what to do,
I don't know what to do
when she makes me sad.
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
A catch in my throat
Choke,
Torn into pieces
I won't, no
I don't want to be this
But I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build
up inside of me
I won't let this build up
inside of me
She isn't real
I can't make her real
She isn't real
I can't make her real
Vermilion pt. 2 - Slipknot
Como eu estou temporariamente aquém das parcialidades da minha vida, com pouco tempo pra vomitar idéias, aí vai mais uma letra interessante. Essa música é na realidade algo tipo uma magia de vozes, um espírito ambulante.
E no seio de mais uma semana que termina, viverei pra ver novas notícias sobre a verdade?
Incompreensível...
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Nox sou oboradh.
Estou trancado em casa e não posso sair
Papai já disse, tenho que passar
Nem música eu não posso mais ouvir
E assim não posso nem me concentrar
Não saco nada de Física
Literatura ou Gramática
Só gosto de Educação Sexual
E eu odeio Química
Não posso nem tentar me divertir
O tempo inteiro eu tenho que estudar
Fico só pensando se vou conseguir
Passar na porra do vestibular
Chegou a nova leva de aprendizes
Chegou a vez do nosso ritual
E se você quiser entrar na tribo
Aqui no nosso Belsen tropical
Ter carro do ano, TV a cores, pagar imposto, ter pistolão
Ter filho na escola, férias na Europa, conta bancária, comprar feijão
Ser responsável, cristão convicto, cidadão modelo, burguês padrão
Você tem que passar no vestibular.
Química - Legião Urbana
Eis uma letra muito foda. Bem humorada. Alunos pré-vestibular paranóicos, pressionados, adoecem suas mentes. Trilham um caminho inverso, e em nada se preparam...
Não se pode atacar sem disciplina. Sem disciplina, um vestibular será somente uma perda de energia, de tempo, será uma realização infrutífera.
Não é Flora?
Cheers!
Papai já disse, tenho que passar
Nem música eu não posso mais ouvir
E assim não posso nem me concentrar
Não saco nada de Física
Literatura ou Gramática
Só gosto de Educação Sexual
E eu odeio Química
Não posso nem tentar me divertir
O tempo inteiro eu tenho que estudar
Fico só pensando se vou conseguir
Passar na porra do vestibular
Chegou a nova leva de aprendizes
Chegou a vez do nosso ritual
E se você quiser entrar na tribo
Aqui no nosso Belsen tropical
Ter carro do ano, TV a cores, pagar imposto, ter pistolão
Ter filho na escola, férias na Europa, conta bancária, comprar feijão
Ser responsável, cristão convicto, cidadão modelo, burguês padrão
Você tem que passar no vestibular.
Química - Legião Urbana
Eis uma letra muito foda. Bem humorada. Alunos pré-vestibular paranóicos, pressionados, adoecem suas mentes. Trilham um caminho inverso, e em nada se preparam...
Não se pode atacar sem disciplina. Sem disciplina, um vestibular será somente uma perda de energia, de tempo, será uma realização infrutífera.
Não é Flora?
Cheers!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Noglo? aV sores?
Eu te esperei sem sede
conectado aos planos
sentia pouco
vidinha
Se eu fosse o deserto
o vento me varreria
pra perto de ti
com força e furor
Apaguei de mim o ardor
pois eu poderia destruir
diversos pensamentos
e me libertaria do ciclo
Sem sede
eu esperava ser
tentaria
todos os dias.
O que não estiver no caminho não deverá ser contabilizado. Eu digo: as palavras são armas da razão e reféns do coração. Por mais exposto que eu esteja, o meu caminho é o mais reto, aquele que me aproximaria. Eu nunca quis criar, manipulai-vos. Eu nunca quis errar, enganai-vos. Sou bioquímica pura.
Rebordose!!!
Cheers!
conectado aos planos
sentia pouco
vidinha
Se eu fosse o deserto
o vento me varreria
pra perto de ti
com força e furor
Apaguei de mim o ardor
pois eu poderia destruir
diversos pensamentos
e me libertaria do ciclo
Sem sede
eu esperava ser
tentaria
todos os dias.
O que não estiver no caminho não deverá ser contabilizado. Eu digo: as palavras são armas da razão e reféns do coração. Por mais exposto que eu esteja, o meu caminho é o mais reto, aquele que me aproximaria. Eu nunca quis criar, manipulai-vos. Eu nunca quis errar, enganai-vos. Sou bioquímica pura.
Rebordose!!!
Cheers!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Kanoken o-sitari nDaga
Até que enfim eu pude relaxar um pouquinho. Existem muitos motivos pra que eu acredite que as coisas ainda não estão perfeitas, é claro, mas também não melhoraram nem um pouquinho... dentre alguns destes motivos os melhores são que os projetos estão em boas mãos agora (by Jonny), a Sgt. Hebe está ótima e eu vou poder conferi o Festival de Cinema de perto.
E eu não poderia esquecer jamais de quinta passada, quando falei com a Flora pelo msn, depois de muito tempo. O contato foi bótimo, e a Laura é demais porque carrega a essência da sacanagem com ela.
Mudando de assunto.
Caiu mais um avião no Brasil. Mais um misterioso fato, algo que infelizmente está se tornando em algo comum nesses dias sombrios. Eu mesmo só viajo a pé, e isso não deveria me incomodar. Mas eu não poderia ficar satisfeito com essa gente que morre por causa do que cai do céu, seja lá o motivo.
Se nada for feito por agora, será o futuro mais promissor de desgraças que eu já vi. Mesmo que isso seja esperado, ou que eu já tenha imaginado algo assim antes, incomoda-me isso tudo. Gente morre, voar dá medo.
Acho que não vou pra Belém tão cedo!
E eu não poderia esquecer jamais de quinta passada, quando falei com a Flora pelo msn, depois de muito tempo. O contato foi bótimo, e a Laura é demais porque carrega a essência da sacanagem com ela.
Mudando de assunto.
Caiu mais um avião no Brasil. Mais um misterioso fato, algo que infelizmente está se tornando em algo comum nesses dias sombrios. Eu mesmo só viajo a pé, e isso não deveria me incomodar. Mas eu não poderia ficar satisfeito com essa gente que morre por causa do que cai do céu, seja lá o motivo.
Se nada for feito por agora, será o futuro mais promissor de desgraças que eu já vi. Mesmo que isso seja esperado, ou que eu já tenha imaginado algo assim antes, incomoda-me isso tudo. Gente morre, voar dá medo.
Acho que não vou pra Belém tão cedo!
domingo, 28 de outubro de 2007
Urna Tsalvatta
De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte
E vai ser bom subir nas pedras...
Sei que faço isso prá esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...
Agora está tão longe vê
A linha do horizonte
Me distrai
Dos nossos planos
É que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção...
Aonde está você agora?
Além de aqui, dentro de mim...
Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo
O tempo todo...
E quando vejo o mar
Existe algo que diz:
-Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...
Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...
Ei,olha só o que eu achei:
Cavalos-marinhos.
Sei que faço isso
Prá esquecer
Eu deixo a onda
Me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...
Vento no Litoral - Legião Urbana
Ainda estou resumindo minhas palavras às letras inspiradoras, tais quais as Musas que cantavam os episódios divinos aos ouvidos mortais na Grécia.
Uma letra finalmente de bons tons, demonstrando que ainda há esperança. O Sopro está levando a Nuvem Negra para longe, e me sinto melhor. Aprendi, contudo, que "deixar a onda me acertar" ainda é uma alternativa muito boa, e que eu aprendi muito em pouco tempo. Indiferente aos outros, indiferente ao que eu vejo, ao que sinto. Tudo tem que ficar bem no final, se a alma não é pequena...
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Cac ostum ni, androV
Eu sou um delírio do mundo!
Sempre um pouco distante da realidade, um pouco menos ouvidor e mais observador. Afinal esse mundo delira, suspira e sua por um equilíbrio "distante", algo indistinto aos olhos. Não há muito o que fazer, tudo se parece com fenômenos, coisas naturais. Grande mentira da mãe natureza.
Me peguei sorrindo. Estava revirando (como sempre) meus papéis e encontrei meus pornôs. Foi um choque muito grande, já que eu já havia abandonado muitos deles nas mãos mais necessitadas, rsrsrs...
Mas voltando ao assunto chave e teórico. Eu sou um delírio do mundo! Eu sou aquilo que está permanentemente incluso nos sonhos e no idealismo fantástico do mundo, e de muita gente. Eu pertenço àquela classe das pessoas que se esmeram pelo que acreditam e se arrastam pelas dungeons da vida.
Descobri que não sou um homem em busca de um par. Eu sou delirante. Eu sou, na verdade, um homem em busca de meus ímpares, dos meus antagonistas, e do imediato. Pertenço àqueles que estão em constante contato com a realidade formal, mas que não doa a parte mais selvagem da alma, que percebe os fluidos metafísicos, e que preserva o modo obscuro de navegar entre o insano e o particularmente são.
Eu diria a vocês: somente encarar a morte nos trás muito à frente e muito atrás das possibilidades, do destino, das escolhas. Gente pobre de espírito nunca vão reconhecer o que eu estou falando. É gente que permanece no erro por mais que se tente mudar, porque não percebem que a morte pode vir de dentro. Eu diria a vocês: descubram todos os dias motivos pra continuarem vivos. A Essência é o real combustível da vida. Não percam suas Essências... Eu diria a vocês tudo isso...
Mas não direi!
Cheers!
Sempre um pouco distante da realidade, um pouco menos ouvidor e mais observador. Afinal esse mundo delira, suspira e sua por um equilíbrio "distante", algo indistinto aos olhos. Não há muito o que fazer, tudo se parece com fenômenos, coisas naturais. Grande mentira da mãe natureza.
Me peguei sorrindo. Estava revirando (como sempre) meus papéis e encontrei meus pornôs. Foi um choque muito grande, já que eu já havia abandonado muitos deles nas mãos mais necessitadas, rsrsrs...
Mas voltando ao assunto chave e teórico. Eu sou um delírio do mundo! Eu sou aquilo que está permanentemente incluso nos sonhos e no idealismo fantástico do mundo, e de muita gente. Eu pertenço àquela classe das pessoas que se esmeram pelo que acreditam e se arrastam pelas dungeons da vida.
Descobri que não sou um homem em busca de um par. Eu sou delirante. Eu sou, na verdade, um homem em busca de meus ímpares, dos meus antagonistas, e do imediato. Pertenço àqueles que estão em constante contato com a realidade formal, mas que não doa a parte mais selvagem da alma, que percebe os fluidos metafísicos, e que preserva o modo obscuro de navegar entre o insano e o particularmente são.
Eu diria a vocês: somente encarar a morte nos trás muito à frente e muito atrás das possibilidades, do destino, das escolhas. Gente pobre de espírito nunca vão reconhecer o que eu estou falando. É gente que permanece no erro por mais que se tente mudar, porque não percebem que a morte pode vir de dentro. Eu diria a vocês: descubram todos os dias motivos pra continuarem vivos. A Essência é o real combustível da vida. Não percam suas Essências... Eu diria a vocês tudo isso...
Mas não direi!
Cheers!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Pondera
Eu insisti tanto com tantas coisas... eu achei que deveria ser feliz com minhas próprias escolhas, afinal é isso que te ensinam na televisão, nos filmes épicos, nos livros de auto-ajuda... e eu queria tanto ser normal como todo mundo... ter uma vida normal, amigos normais e uma morte normal...
As coisas tem sempre que ser diferentes comigo?
Estou doente. Meu coração falhou, fui pra hospital e tudo mais. Ninguém me diz nada, ninguém quer me dizer nada. Tenho medo. Não tem noite que eu não pense "será que eu vou acordar amanhã?". Gostaria muito de dizer que estou feliz com os remédios que estou tomando, com o pouco progresso que fiz, mas a verdade é que eu estou com muito medo. Estou com medo de morrer e deixar muita coisa pra fazer, muita coisa por escrever, outras pra apagar, outras pra dizer, uma pessoa pra conquistar.
Não me sai da cabeça que eu sou jovem demais pra morrer. Talvez eu até concorde que os poetas morrem muito mais cedo que os reles mortais, mas eu não queria sentir tanta dor. Eu queria que fosse mais rápido, indolor, e poético. Mas como não se escolhe como se vai morrer... eu preferiria que ninguém estivesse por perto. Eu tenho vergonha de estar tão ruim e sem esperanças, eu tenho vergonha de admitir isso pros meus amigos. Na verdade eu tenho medo de deixá-los tristes quando eu for. Quero tanto que todos eles sejam felizes, mas eu mesmo não estou sendo... a um bom tempo não tenho bons motivos pra ser feliz. E ainda assim eu luto.
Se eu estiver com câncer, eu acho que não vou me tratar. Não vale a pena dar continuidade à dor. Eu até mereço, mas se não há outra saída, morrer é o melhor.
Se eu estiver com câncer, eu acho que não vou me tratar. Não quero viver de remédios. Como eu disse, eu mereço.
Se eu estiver com câncer, não quero romaria no meu pé, não quero ninguém "urubuzando" minha vida. Afinal, câncer não mata bom humor...
Mas, se eu não estiver com câncer, quero continuar com meu plano impossível de ser feliz. Afinal ser feliz exige tudo o que eu não tenho agora. Por enquanto.
"EU - ...e se eu tivesse feito tudo diferente? E se eu tivesse sido feliz muito antes? Tudo não dependeria tanto de tantas respostas...
ELA - ...sim, mas aí você não seria você..."
As coisas tem sempre que ser diferentes comigo?
Estou doente. Meu coração falhou, fui pra hospital e tudo mais. Ninguém me diz nada, ninguém quer me dizer nada. Tenho medo. Não tem noite que eu não pense "será que eu vou acordar amanhã?". Gostaria muito de dizer que estou feliz com os remédios que estou tomando, com o pouco progresso que fiz, mas a verdade é que eu estou com muito medo. Estou com medo de morrer e deixar muita coisa pra fazer, muita coisa por escrever, outras pra apagar, outras pra dizer, uma pessoa pra conquistar.
Não me sai da cabeça que eu sou jovem demais pra morrer. Talvez eu até concorde que os poetas morrem muito mais cedo que os reles mortais, mas eu não queria sentir tanta dor. Eu queria que fosse mais rápido, indolor, e poético. Mas como não se escolhe como se vai morrer... eu preferiria que ninguém estivesse por perto. Eu tenho vergonha de estar tão ruim e sem esperanças, eu tenho vergonha de admitir isso pros meus amigos. Na verdade eu tenho medo de deixá-los tristes quando eu for. Quero tanto que todos eles sejam felizes, mas eu mesmo não estou sendo... a um bom tempo não tenho bons motivos pra ser feliz. E ainda assim eu luto.
Se eu estiver com câncer, eu acho que não vou me tratar. Não vale a pena dar continuidade à dor. Eu até mereço, mas se não há outra saída, morrer é o melhor.
Se eu estiver com câncer, eu acho que não vou me tratar. Não quero viver de remédios. Como eu disse, eu mereço.
Se eu estiver com câncer, não quero romaria no meu pé, não quero ninguém "urubuzando" minha vida. Afinal, câncer não mata bom humor...
Mas, se eu não estiver com câncer, quero continuar com meu plano impossível de ser feliz. Afinal ser feliz exige tudo o que eu não tenho agora. Por enquanto.
"EU - ...e se eu tivesse feito tudo diferente? E se eu tivesse sido feliz muito antes? Tudo não dependeria tanto de tantas respostas...
ELA - ...sim, mas aí você não seria você..."
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Angdrubaum Cor
Uma vez só. Era a inveja que a motivava. Ainda uma vez só, mesmo que fosse sozinha, e nada ao seu redor. Estava tonta, estava trôpega, estava completamente influenciável.
Foi preciso três vezes. Foi necessário três vezes que ela tentasse reerguer-se. Mas não conseguia sair do chão. Nossa, era a inveja que a motivava. Ela estava poderosíssima. Como ela estava poderosíssima naquela noite!
Gostaria que estivesse segura. Ela gostaria que estivesse segura de seus próprios sentimentos. Não pára de mentir. Não pára de mentir pra si mesma. A opinião dos outros é lixo. É lixo reciclado. Todo mundo tem uma opinião, não é?
No começo todo idiota acredita no amor. Depois deixa de ser idiota.
Foi preciso ver a sarjeta de perto. No chão. Foi preciso sentir a sarjeta e usá-la de travesseiro. Ela não estava feliz, estava orgulhosa, como sempre foi. E o chão é a cama dos que buscam a si mesmos.
Pegou o espelho da bolsa. Era só o espelho que estava lá. Mirou o rosto mas não viu seus olhos. Borrava com o ar quente que condensava no vidro. Sentiu um pouco de medo. Desesperou-se.
Eu fui lá. Sentei do lado dela. Eu olhei para os movimentos dela. Toquei o cabelo dela. E ela me ofendeu. Eu tive pena. Aí senti que deveria ajudar...
Cuspi nela e fui embora!
Leia novamente. Leia com atenção!
Foi preciso três vezes. Foi necessário três vezes que ela tentasse reerguer-se. Mas não conseguia sair do chão. Nossa, era a inveja que a motivava. Ela estava poderosíssima. Como ela estava poderosíssima naquela noite!
Gostaria que estivesse segura. Ela gostaria que estivesse segura de seus próprios sentimentos. Não pára de mentir. Não pára de mentir pra si mesma. A opinião dos outros é lixo. É lixo reciclado. Todo mundo tem uma opinião, não é?
No começo todo idiota acredita no amor. Depois deixa de ser idiota.
Foi preciso ver a sarjeta de perto. No chão. Foi preciso sentir a sarjeta e usá-la de travesseiro. Ela não estava feliz, estava orgulhosa, como sempre foi. E o chão é a cama dos que buscam a si mesmos.
Pegou o espelho da bolsa. Era só o espelho que estava lá. Mirou o rosto mas não viu seus olhos. Borrava com o ar quente que condensava no vidro. Sentiu um pouco de medo. Desesperou-se.
Eu fui lá. Sentei do lado dela. Eu olhei para os movimentos dela. Toquei o cabelo dela. E ela me ofendeu. Eu tive pena. Aí senti que deveria ajudar...
Cuspi nela e fui embora!
Leia novamente. Leia com atenção!
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Col tâmnos
Não dá pra lutar uma guerra sem ter o coração na ponta do fuzil...
A cada dia que passa eu estou me reacostumando com o meu modus operandi de antigamente. Estou muito frustrado, infeliz e sem a menor vontade de dar o próximo passo.
Se fosse antigamente eu diria "por que diabos...???", mas hj eu não quero mais saber de nada não. Descobri que tem muita coisa pela qual a gente luta, mas que são raras as que valem a pena.
Estou lendo muito, tentando ocupar a mente, o corpo fraco, mas eu sei que vou ficar pro resto da vida incompleto. Incompleto.
É melhor voltar ao meu pessimismo de antigamente. É melhor eu continuar a desistência. O mundo é grande, as distâncias são maiores ainda e o futuro é uma merda! Vou jogar fora as flores, o cinzeiro, o dinheiro e a cachaça. Nunca mais eu vou voltar a me enfiar nessa. Não dá pra confiar em mais ninguém, nem em mim mesmo!
"Haverá um caminho mais distante pra percorrer? Eu gostaria tanto de fugir... estou sem casa. Haverá um colo mais solícito pra mim descansar? Eu gostaria tanto de chorar... estou sem lágrimas. Haverá alguma esperança pra mim viver? Eu gostaria de acreditar... porque eu não acredito mais que será bonito, que será feliz, ou que será..."
Vou reler o blog. Dá licença!
A cada dia que passa eu estou me reacostumando com o meu modus operandi de antigamente. Estou muito frustrado, infeliz e sem a menor vontade de dar o próximo passo.
Se fosse antigamente eu diria "por que diabos...???", mas hj eu não quero mais saber de nada não. Descobri que tem muita coisa pela qual a gente luta, mas que são raras as que valem a pena.
Estou lendo muito, tentando ocupar a mente, o corpo fraco, mas eu sei que vou ficar pro resto da vida incompleto. Incompleto.
É melhor voltar ao meu pessimismo de antigamente. É melhor eu continuar a desistência. O mundo é grande, as distâncias são maiores ainda e o futuro é uma merda! Vou jogar fora as flores, o cinzeiro, o dinheiro e a cachaça. Nunca mais eu vou voltar a me enfiar nessa. Não dá pra confiar em mais ninguém, nem em mim mesmo!
"Haverá um caminho mais distante pra percorrer? Eu gostaria tanto de fugir... estou sem casa. Haverá um colo mais solícito pra mim descansar? Eu gostaria tanto de chorar... estou sem lágrimas. Haverá alguma esperança pra mim viver? Eu gostaria de acreditar... porque eu não acredito mais que será bonito, que será feliz, ou que será..."
Vou reler o blog. Dá licença!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Obsos Luc
Tire suas mãos de mim
Eu não pertenço a você
Não é me dominando assim
Que você vai me entender
Eu posso estar sozinho
Mas eu sei muito bem aonde estou
Você pode até duvidar
Acho que isso não é amor.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?
Nos perderemos entre monstros
Da nossa própria criação
Serão noites inteiras
Talvez por medo da escuridão
Ficaremos acordados
Imaginando alguma solução
Prá que esse nosso egoísmo
Não destrua nosso coração.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?
Brigar p'rá quê?
Se é sem querer
Quem é que vai
Nos proteger?
Será que vamos ter
Que responder
Pelos erros a mais
Eu e você?
Será - Legião Urbana
Nossa, eu estou mesmo muito inspirado. Essa viagem está me fazendo bem, tirando a net discada de interior. Mais uma vez eu mato dois coelhos com uma mensagem só. Essa música grita nos meus ouvidos esses tempos. E enquanto grita, eu não posso falar!
Vinho de cinco litros! Vinho de cinco litros, eu voooouuu beber! Ressaca de cinco dias, eu voooouuuu sofrer! HAHAHAHAHAHAHA...
You're in a dead end, motherfucker!
Eu não pertenço a você
Não é me dominando assim
Que você vai me entender
Eu posso estar sozinho
Mas eu sei muito bem aonde estou
Você pode até duvidar
Acho que isso não é amor.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?
Nos perderemos entre monstros
Da nossa própria criação
Serão noites inteiras
Talvez por medo da escuridão
Ficaremos acordados
Imaginando alguma solução
Prá que esse nosso egoísmo
Não destrua nosso coração.
Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?
Brigar p'rá quê?
Se é sem querer
Quem é que vai
Nos proteger?
Será que vamos ter
Que responder
Pelos erros a mais
Eu e você?
Será - Legião Urbana
Nossa, eu estou mesmo muito inspirado. Essa viagem está me fazendo bem, tirando a net discada de interior. Mais uma vez eu mato dois coelhos com uma mensagem só. Essa música grita nos meus ouvidos esses tempos. E enquanto grita, eu não posso falar!
Vinho de cinco litros! Vinho de cinco litros, eu voooouuu beber! Ressaca de cinco dias, eu voooouuuu sofrer! HAHAHAHAHAHAHA...
You're in a dead end, motherfucker!
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Unglati
Doze horas marcadas, contadas, e esperadas.
Vinte e quatro horas sem um único pensamento sobre você. "Agora eu paro um trem!"
"We're the Low Art Gloominati, and we aim to depressThe Scabaret SacrilegendsThis is the Golden Age of Grotesque"
The Golden Age of Grotesque - Marilyn Manson
Cheers
Vinte e quatro horas sem um único pensamento sobre você. "Agora eu paro um trem!"
"We're the Low Art Gloominati, and we aim to depressThe Scabaret SacrilegendsThis is the Golden Age of Grotesque"
The Golden Age of Grotesque - Marilyn Manson
Cheers
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Jax act tuo care, sútonos
"Ooooaaaa... realmente eu sou um bobo feliz, homem inconstante que se realiza com pouco, que sente inveja da felicidade alheia e provoca dentro de si uma onda de pessimismo por não encontrar um caminho que me faça igual aos outros. BINGO!", digo eu.
"Se você está falando, é o que é...", disse ela.
"Ah, mas isso é muito fácil de ser percebido, eu suponho que você seja a pessoa com uma visão e capacidade de análise psicológica enooorme", digo eu.
"Não é você que diz que "a verdade dói", então eu digo agora pra você", diz ela.
"Tenho certeza que resisto muito mais à dor do que você, querida amiga", digo eu.
"Se você estiver dizendo algo sobre sofrer, então é verdade. A sua verdade é esta que você disse agora a pouco...", disse ela.
"Uooouuu... é bom quando a gente tem uma vida sem altos e baixos, onde o ontem foi igual ao anteontem, que será igual a amanhã. Hoje é somente mais um dia pra você. Você se importa com alguma coisa além de você?", pergunto eu.
"Por que quer saber?", responde ela.
"Perguntei primeiro!", retruco.
"Eu me importo com o necessário", responde ela.
"Ah! Então deixa eu ir embora. Não vejo necessidade de estar aqui.", digo eu.
"Nem eu!", diz ela.
Depois do casamento é que a noiva virgem se revela pro seu marido. Mas eu não sou "noiva virgem". Tenho meus segredos, tenho minhas paixões. Ainda não sou justamente aquilo que é tão nocivo para você. Nem me importa mais, mas eu só quis ajudar. A distância nos ajudou muito a compreender o quanto nós somos ligados. Mas o que importa agora?
Somente hoje eu vim perceber que você não usa mais aquele perfume de antigamente. Os homens não costumam observar esses detalhes. E foi por isso que discutimos, foi por isso que brigamos, é por isso que não vamos mais nos falar. Para sempre, segundo você.
Mas estou satisfeito. Muito satisfeito. Se não brigássemos, eu jamais notaria que você trocou de perfume...
Cheers!
"Se você está falando, é o que é...", disse ela.
"Ah, mas isso é muito fácil de ser percebido, eu suponho que você seja a pessoa com uma visão e capacidade de análise psicológica enooorme", digo eu.
"Não é você que diz que "a verdade dói", então eu digo agora pra você", diz ela.
"Tenho certeza que resisto muito mais à dor do que você, querida amiga", digo eu.
"Se você estiver dizendo algo sobre sofrer, então é verdade. A sua verdade é esta que você disse agora a pouco...", disse ela.
"Uooouuu... é bom quando a gente tem uma vida sem altos e baixos, onde o ontem foi igual ao anteontem, que será igual a amanhã. Hoje é somente mais um dia pra você. Você se importa com alguma coisa além de você?", pergunto eu.
"Por que quer saber?", responde ela.
"Perguntei primeiro!", retruco.
"Eu me importo com o necessário", responde ela.
"Ah! Então deixa eu ir embora. Não vejo necessidade de estar aqui.", digo eu.
"Nem eu!", diz ela.
Depois do casamento é que a noiva virgem se revela pro seu marido. Mas eu não sou "noiva virgem". Tenho meus segredos, tenho minhas paixões. Ainda não sou justamente aquilo que é tão nocivo para você. Nem me importa mais, mas eu só quis ajudar. A distância nos ajudou muito a compreender o quanto nós somos ligados. Mas o que importa agora?
Somente hoje eu vim perceber que você não usa mais aquele perfume de antigamente. Os homens não costumam observar esses detalhes. E foi por isso que discutimos, foi por isso que brigamos, é por isso que não vamos mais nos falar. Para sempre, segundo você.
Mas estou satisfeito. Muito satisfeito. Se não brigássemos, eu jamais notaria que você trocou de perfume...
Cheers!
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Tumpanacac
É preciso morrer pra dar valor à vida? É preciso sofrer pra ser feliz? É preciso ouvir tantos "nãos" pra valorizar um simples "sim"?
É preciso viver pra dar valor à morte? É preciso ser feliz pra dar valor ao sofrimento? É preciso ouvir tantos "sim" pra valorizar um simples "não"?
São perguntas que são direcionadas à uma pessoa que está permanentemente na minha mente. Sabes quem és...
É preciso viver pra dar valor à morte? É preciso ser feliz pra dar valor ao sofrimento? É preciso ouvir tantos "sim" pra valorizar um simples "não"?
São perguntas que são direcionadas à uma pessoa que está permanentemente na minha mente. Sabes quem és...
"A vida é difícil? Mate-se, e poupe a vida de fazê-lo. Mas se tem medo de matar-se, viva, e poupe a morte de seu medo. Pois quem desiste já está morto, mas quem luta pode um dia morrer. A vida não pode ser fácil para quem luta por ela, mas será sempre mais difícil para quem dela desiste. Sejamos guerreiros, não covardes, sejamos nobres, não selvagens. Caminhem sempre de cabeça erguida para que a vida te respeite. Honrem sempre suas palavras. Suportem as consequências de seus atos. Façam suas escolhas com sabedoria. Não mintam para os outros, pior para si mesmos. Sejam o modelo de um bom homem, e tomem para si a modelo de uma boa mulher como esposa. Eduquem sempre seus filhos para o futuro, pois vocês pertencem ao passado. Tratem de seus animais com ternura. Sejam cordiais com os amigos. Respeitem os velhos pois eles são os seus próprios passados. Sejam o mais cruéis possível consigo mesmos e o mais doces possível com quem os amam. Estejam cientes que perder às vezes é ganhar e que ganhar não é tudo. Façam o bem para o mundo como se estivessem fazendo a vocês mesmos. Não esperem agradecimento de ninguém, mas agradeçam sempre que for necessário. Amem quem os amam, e compreendam os que os odeiam. Tornem-se, todos os dias, dignos de continuarem vivos. Tornem-se mais sábios sempre que puderem. Andem nas trevas, se necessário, mas saibam que nada pode esconder-se à luz. Morram pelo que carregam no coração. Morram pelo que acreditam. Nunca desistam da batalha. Nunca desistam. Pois se considerarem tudo aquilo que eu disse, serão os guerreiros mais potentes de toda a terra."
Quando o sol bater na janela do teu quarto, lembra e vê que o caminho é um só... agora é só terminar a letra.
Cheers!
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Sosptelóconos AbrTiávamo?
Quando Mudero ut ragaLóku foi escrito, a verdade era tão clara quanto o petróleo quando sai do poço. Nunca foi fácil falar bem de alguém que se permite ser tão mal falada. Ainda assim, depois de uma tentativa frustrada de diálogo, a pessoa ainda me condena pelo o que escrevi, pelo o que revelei pra quem quisesse ler.
Ela sabe que nunca nos demos bem mesmo. Um dia eu teria que dizer umas verdades, porque era inevitável. Não toda a verdade, nem ela nem eu aguentaríamos. E outra: a porra do blog é meu e eu noticio o que eu quiser nessa bagaça! Não adianta nega acostumada com tudo querer de mim um mundo. Eu sempre digo isso a ela. É tudo muito suscetível a erros. Todo relacionamento é suscetível a erro. Mas eu, que não nego que tenha meus pecados, diria que esse relacionamento já foi um dia a paz que eu queria pra mim, rsrs.
Mudando de assunto, o que me faltava era ficar doente de novo... Agora é semana sim, semana não, um revezamento entre doença e cura, remédios e freegells. Tomara que eu morra rápido, por que morrer devagar eu já tô morrendo, hahahahaha.
E falando dos meus contos, eu voltei a produzir sobre Solari. Material batuta, coisa legal. Estou com tempo pra escrever e divagar sobre os mais diversos aspectos desse universo. Um texto de Gox, um outro camponês, Classes de Prestígio e mais alguma coisa. Revisei também outros que estavam entregues as baratas, e outros que estava entregues às aranhas, rsrsrs.
Ah, e já que eu não dou uma boa notícia por aqui faz tempo... vou continuar sem dar...
Cheers!
Ela sabe que nunca nos demos bem mesmo. Um dia eu teria que dizer umas verdades, porque era inevitável. Não toda a verdade, nem ela nem eu aguentaríamos. E outra: a porra do blog é meu e eu noticio o que eu quiser nessa bagaça! Não adianta nega acostumada com tudo querer de mim um mundo. Eu sempre digo isso a ela. É tudo muito suscetível a erros. Todo relacionamento é suscetível a erro. Mas eu, que não nego que tenha meus pecados, diria que esse relacionamento já foi um dia a paz que eu queria pra mim, rsrs.
Mudando de assunto, o que me faltava era ficar doente de novo... Agora é semana sim, semana não, um revezamento entre doença e cura, remédios e freegells. Tomara que eu morra rápido, por que morrer devagar eu já tô morrendo, hahahahaha.
E falando dos meus contos, eu voltei a produzir sobre Solari. Material batuta, coisa legal. Estou com tempo pra escrever e divagar sobre os mais diversos aspectos desse universo. Um texto de Gox, um outro camponês, Classes de Prestígio e mais alguma coisa. Revisei também outros que estavam entregues as baratas, e outros que estava entregues às aranhas, rsrsrs.
Ah, e já que eu não dou uma boa notícia por aqui faz tempo... vou continuar sem dar...
Cheers!
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Mudero ut ragaLóku
Nunca fiz tanto por tão pouco...
Haveriam muitas explicações para isso. Haveriam muitas palavras a serem ditas por isso. Existem muitas razões, mas a razão é só uma... "Faça um relatório sobre isso" diria ela, "e entregue na minha mesa ao fim de suas dúvidas". "Não vamos discutir isso?", perguntaria a ela, e ela "pois não, mas somente após o relatório".
Então é incrível como se pode conhecer uma pessoa pelas idéias, ou pela falta delas. "É somente um monte de mentiras o que dizem de você", disse ela. "No que você acredita então?", pergunto a ela, simulando estar preocupado, fingindo me importar. "Eu acredito no que sinto", diz ela. "O que é que você sente, então?", pergunto, insistente como eu sou. "E isso importa pra você agora??", responde ela, ríspida, cruel.
Então essa vaca percebeu! Até parece que vou ficar triste com isso! Eu adivinho o futuro e vejo uma imagem de uma mulher, na proa dum navio, chorando e murmurando, por causa da minha e da vergonha dela. Eu adivinho o futuro e vejo que, além de me tornar mais feliz, fazê-la saber que eu não me importo, de verdade, com nada do que houve é uma idéia agradável, conveniente. As gentes gostam de serem enganadas o tempo todo. Impressionante como eu tenho dito isso com frequência. Uma frequência que já começa a me perturbar...
É impressionante também o tanto que fiz por tão pouco. Eu sempre faço isso, tanto por tão pouco. Não consigo fugir dessa realidade constatada a pouco, fiz tanto por tão pouco. Saber disso me pertuba, sentir isso me pertuba, viver encarando isso todos os dias me pertuba.
Ela vai voltar. Eu sei disso. ELA sabe disso. Quem não souber está desinformado, porque até um cego perceberia.
É tarde para arrependimentos. Eu tenho que sofrer mesmo. Mas no fim eu serei mais forte.
Cheers
Haveriam muitas explicações para isso. Haveriam muitas palavras a serem ditas por isso. Existem muitas razões, mas a razão é só uma... "Faça um relatório sobre isso" diria ela, "e entregue na minha mesa ao fim de suas dúvidas". "Não vamos discutir isso?", perguntaria a ela, e ela "pois não, mas somente após o relatório".
Então é incrível como se pode conhecer uma pessoa pelas idéias, ou pela falta delas. "É somente um monte de mentiras o que dizem de você", disse ela. "No que você acredita então?", pergunto a ela, simulando estar preocupado, fingindo me importar. "Eu acredito no que sinto", diz ela. "O que é que você sente, então?", pergunto, insistente como eu sou. "E isso importa pra você agora??", responde ela, ríspida, cruel.
Então essa vaca percebeu! Até parece que vou ficar triste com isso! Eu adivinho o futuro e vejo uma imagem de uma mulher, na proa dum navio, chorando e murmurando, por causa da minha e da vergonha dela. Eu adivinho o futuro e vejo que, além de me tornar mais feliz, fazê-la saber que eu não me importo, de verdade, com nada do que houve é uma idéia agradável, conveniente. As gentes gostam de serem enganadas o tempo todo. Impressionante como eu tenho dito isso com frequência. Uma frequência que já começa a me perturbar...
É impressionante também o tanto que fiz por tão pouco. Eu sempre faço isso, tanto por tão pouco. Não consigo fugir dessa realidade constatada a pouco, fiz tanto por tão pouco. Saber disso me pertuba, sentir isso me pertuba, viver encarando isso todos os dias me pertuba.
Ela vai voltar. Eu sei disso. ELA sabe disso. Quem não souber está desinformado, porque até um cego perceberia.
É tarde para arrependimentos. Eu tenho que sofrer mesmo. Mas no fim eu serei mais forte.
Cheers
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Enercos Xulas
Não foi assim um susto... depois de uns dias eu já estava esperando que fosse acontecer alguma coisa. A surpresa fica por conta da forma como se deu o ocorrido.
Depois de idas e vindas no médico, a doutora disse tudo aquilo que eu não estava querendo crêr. E felizmente eu não tenho nenhum problema com o coração, tampouco tenho um, digo, tampouco não tenho do que ficar preocupado.
Está valendo muito a pena ter parado minha rotina. Está valendo muito a pena ter me dado um tempo pra descansar. Qualquer um ficaria muito preocupado, no meu lugar, se soubesse do tanto que há para ser feito, e das diversas coisas que me passaram pela mente ao desviar-me do caminho. Mas eu, agora, estou me lixando. De verdade. Nunca achei que diria uma coisa assim, mas a verdade é que, hoje, eu estou me lixando pra muitos compromissos que eu tinha.
O bom é que eu tenho certeza de contar com a intolerância de muita gente. Gente que eu sei que esperava mais de mim, gente que tinha um objetivo comum ao meu, mas que não pôde progredir porque eu parei. Eu não acho que estejam de todo errados, mas assim como eu não conto com a compreensão deles, eu não vou tentar compreender ninguém. Afinal de contas tratava-se de um problema de saúde. Não foi nada provocado...
E como será que eu vou ficar no cenário fraterno-acadêmico???
Cheers!
Depois de idas e vindas no médico, a doutora disse tudo aquilo que eu não estava querendo crêr. E felizmente eu não tenho nenhum problema com o coração, tampouco tenho um, digo, tampouco não tenho do que ficar preocupado.
Está valendo muito a pena ter parado minha rotina. Está valendo muito a pena ter me dado um tempo pra descansar. Qualquer um ficaria muito preocupado, no meu lugar, se soubesse do tanto que há para ser feito, e das diversas coisas que me passaram pela mente ao desviar-me do caminho. Mas eu, agora, estou me lixando. De verdade. Nunca achei que diria uma coisa assim, mas a verdade é que, hoje, eu estou me lixando pra muitos compromissos que eu tinha.
O bom é que eu tenho certeza de contar com a intolerância de muita gente. Gente que eu sei que esperava mais de mim, gente que tinha um objetivo comum ao meu, mas que não pôde progredir porque eu parei. Eu não acho que estejam de todo errados, mas assim como eu não conto com a compreensão deles, eu não vou tentar compreender ninguém. Afinal de contas tratava-se de um problema de saúde. Não foi nada provocado...
E como será que eu vou ficar no cenário fraterno-acadêmico???
Cheers!
terça-feira, 3 de julho de 2007
Oldono Uka Uka, Oldooonoooo!
Sim, resolvi repaginar O Odioso.
Há mais melhorias vindo por aí, apesar de que ninguém comenta nada. É um maraaasmo, uma incerteeeza...
Quem sabe mais feio as pessoas voltem a odiar esse blog.
Cheers
Há mais melhorias vindo por aí, apesar de que ninguém comenta nada. É um maraaasmo, uma incerteeeza...
Quem sabe mais feio as pessoas voltem a odiar esse blog.
Cheers
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Fostum Rotum Agnomático si
O amor é uma besteira criada para dificultar a procriação humana.
Antigamente tudo era mais fácil. O homem estivesse no cio, ou a mulher; bastava estar com vontade. Muito mais do que ser uma atitude pensada, antigamente era puro instinto. Antigamente era tudo mais fácil.
Depois que inventaram o amor surgiram centenas de problemas. Acabaram-se as oportunidades, acabaram com o instinto humano de preservar-se. Hoje o que sobram são somente aquelas velhas desculpas. Ainda escolhemos nosso parceiro afim de garantirmos aos nossos filhos uma ótima genética. A diferença é que aparência hoje em dia é muito mais importante que bons hábitos, boa educação e boa família.
Porque a humanidade se rende a um sentimento tão agressivo à própria natureza humana? Porque a humanidade tenta levar a sério um sentimento que não mostra em sua gênese nada mais do que o desejo de se fazer o que o homem já tem escrito em seu código genético? Como a humanidade ainda se cria com essa onda de amor? É verdade que amor é tudo? Como pode ser? Algo tão desimportante, algo tão nocivo, algo tão evidente como o amor ser um impecílio para a procriação, antepenúltima fase do ser humano! Como a vida poderia piorar?
TPM, menopausa, andropausa, o culto do corpo, o crescimento das DSTs, a prostituição, o ciúme, os crimes passionais, a família, dentre muitas outras coisas, são besteiras que surgiram depois da criação do amor. Muitas delas seriam evitadas se ainda fôssemos humanos dotados somente de nosso instinto e alguma irracionalidade. Aliás, é isso que o amor é: fruto da passagem da irracionalidade à razão. Ele é algo que, como muita coisa que veio com a razão, não acrescenta nada à natureza. É como perguntar-se se existem extraterrestres!!!
Cheers!
Antigamente tudo era mais fácil. O homem estivesse no cio, ou a mulher; bastava estar com vontade. Muito mais do que ser uma atitude pensada, antigamente era puro instinto. Antigamente era tudo mais fácil.
Depois que inventaram o amor surgiram centenas de problemas. Acabaram-se as oportunidades, acabaram com o instinto humano de preservar-se. Hoje o que sobram são somente aquelas velhas desculpas. Ainda escolhemos nosso parceiro afim de garantirmos aos nossos filhos uma ótima genética. A diferença é que aparência hoje em dia é muito mais importante que bons hábitos, boa educação e boa família.
Porque a humanidade se rende a um sentimento tão agressivo à própria natureza humana? Porque a humanidade tenta levar a sério um sentimento que não mostra em sua gênese nada mais do que o desejo de se fazer o que o homem já tem escrito em seu código genético? Como a humanidade ainda se cria com essa onda de amor? É verdade que amor é tudo? Como pode ser? Algo tão desimportante, algo tão nocivo, algo tão evidente como o amor ser um impecílio para a procriação, antepenúltima fase do ser humano! Como a vida poderia piorar?
TPM, menopausa, andropausa, o culto do corpo, o crescimento das DSTs, a prostituição, o ciúme, os crimes passionais, a família, dentre muitas outras coisas, são besteiras que surgiram depois da criação do amor. Muitas delas seriam evitadas se ainda fôssemos humanos dotados somente de nosso instinto e alguma irracionalidade. Aliás, é isso que o amor é: fruto da passagem da irracionalidade à razão. Ele é algo que, como muita coisa que veio com a razão, não acrescenta nada à natureza. É como perguntar-se se existem extraterrestres!!!
Cheers!
sábado, 2 de junho de 2007
Vermalo apt Mensasgos
Um alvoroço muito grande está sendo formado bem aqui, ao norte de onde moro. Dia desses quase que eu me pergunto, com sérios riscos de obter uma resposta bem mal criada, se o Chávez não vai querer invadir o Amazonas. Possivelmente sim. Todo tipo de governo ditatorial tem sua megalomania...
Aliás, é isso que o Chávez é, um megalomaníaco. Foi expulso do México porque portava esse comportamento, e agora está bem aqui, subindo a ribanceira.
Infelizmente essa gente se acha muito digna. Infelizmente um lobo-em-pele-de-cordeiro como esse se diz "socialista". Infelizmente ele dá um golpe, cria-se num meio autoritário com a permissão do povo, que não faz nada e ainda por cima fecha uma rede de TV oposicionista.
O que será da Venezuela sem uma oposição? Será que existe alguém além de mim que pensa no que seria deixar um homem com aquela índole governar um pais membro da OPEP? O que seria da Venezuela se além de futricar nos interesses mundiais o Chávez quisesse usar esse país pra "combater" os EUA?
Quantos interesses. Quanta falsidade. Muita prepotencia de subir num palanque e fazer exatamente o que o Bush faz...
O que os difere é o modus operandi de cada um. E ainda falam mal, um do outro, na mídia...
Nesse jogo de cartas marcadas!
Cheers!
Aliás, é isso que o Chávez é, um megalomaníaco. Foi expulso do México porque portava esse comportamento, e agora está bem aqui, subindo a ribanceira.
Infelizmente essa gente se acha muito digna. Infelizmente um lobo-em-pele-de-cordeiro como esse se diz "socialista". Infelizmente ele dá um golpe, cria-se num meio autoritário com a permissão do povo, que não faz nada e ainda por cima fecha uma rede de TV oposicionista.
O que será da Venezuela sem uma oposição? Será que existe alguém além de mim que pensa no que seria deixar um homem com aquela índole governar um pais membro da OPEP? O que seria da Venezuela se além de futricar nos interesses mundiais o Chávez quisesse usar esse país pra "combater" os EUA?
Quantos interesses. Quanta falsidade. Muita prepotencia de subir num palanque e fazer exatamente o que o Bush faz...
O que os difere é o modus operandi de cada um. E ainda falam mal, um do outro, na mídia...
Nesse jogo de cartas marcadas!
Cheers!
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Tárnecas
Incrível.
Hoje eu deveria me premiar com uma noite de sono muuuito boa. Realmente eu deveria...
Saí das Tárnecas pra ir pras Rímicas. Parei em frente ao portão, olhei bastante pro movimento, fiquei com medo de passar alguém, apontei pruma parede próxima e.... ufa, mijei bem em cima da placa com o nome do Patriarca. Hahahahahaha...
Anotem aí: eu mijei em Rímicas, e em Tárnecas e não fui preso. E, ao meu ver, nem deveria... pois, com essa felicidade, eu deveria mesmo é me premiar com uma noite de sono muuuiito boa.
Cheers!
Hoje eu deveria me premiar com uma noite de sono muuuito boa. Realmente eu deveria...
Saí das Tárnecas pra ir pras Rímicas. Parei em frente ao portão, olhei bastante pro movimento, fiquei com medo de passar alguém, apontei pruma parede próxima e.... ufa, mijei bem em cima da placa com o nome do Patriarca. Hahahahahaha...
Anotem aí: eu mijei em Rímicas, e em Tárnecas e não fui preso. E, ao meu ver, nem deveria... pois, com essa felicidade, eu deveria mesmo é me premiar com uma noite de sono muuuiito boa.
Cheers!
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Bamahi Navídia (ou Seakku Furna)
Há uma agonia no ar que passa quase desapercebida pela vida. Uma agonia que sufoca, mas que ao mesmo tempo deixa respirar. Eu não sou nenhuma criança pra chorar quando estou com fome, mas já não dá mais pra aguentar essa agonia.
As horas em que eu gostaria demais de morrer, que seria uma coisa tão interessante a fazer. São nesses momentos é que percebo as coisas morrendo ao meu redor. Quanta gente não enxerga aquilo que está morrendo ao seu lado, e nada faz.
Existe uma guerra lá no Oriente Médio. Dezenas de pessoas morrem por dia. Pessoas. Humanos. Plantas. Sonhos. Tanta coisa. E eu fico querendo morrer aqui, sem poder me dar o a chance de fazer algo pra estancar essa sangria religiosa. Deveríamos ver mais a morte pra enxergar a vida. Deveríamos ter mais noção do ridículo que são nossas vidas perfeitas frente à barbárie da sobrevivência de um povo que está sendo refém da "maior potência do mundo" e ao mesmo tempo refém da ignorância religiosa e surdez auto-imposta.
Eu, sinceramente, gostaria que a agonia passasse, até porque eu a identifiquei, eu a reconheci. A gente convive com uma doença por décadas quando não a conhece, quando não a sabe.
Mas, sem a agonia, eu me sentiria como? Será que não há lição nisso? Com ela eu sei duma parcela infinitamente pequena do que ocorre naquelas terras longíquas. Sem ela eu serei mais um daqueles personagens dos folhetos das igrejas mórmons: aparentemente felizes!
Hum, e dá uma folga pra mim, oclusiva repetitiva que tornou a me assombrar as madrugadas. Dá uma folga pra mim, grande verbo exasperante. Você sabe quem é, você sabe que é pra você que eu me dirijo.
Cheers!
domingo, 29 de abril de 2007
Empelitáculo Ocnatitante
Liguei a máquina e ela não respondeu. Santa paciência! Fui na tomada, estava ligada. Voltei meus olhos para o chão, mas nada a respeito de cabos soltos. Apertei novamente o botão do power...
Sim, sim, sim... a máquina está ligada. Sempre esteve, desde muito tempo. A máquina estava ligada e eu não percebi. O problema não era com a máquina, não era com ela. O problema era eu. Eu estava com problema. Sem alternativa.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu não percebi que estava com problema. Eu achava, inconscientemente, que tudo estava errado. Não percebia o quanto eu estava cego, ou o quanto minha vista estava nublada, incapaz de ver mais adiante.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu me choquei com o comportamento das pessoas. Eu não posso culpá-las por serem tão diferentes de mim, por eu não ter compreendido seus intelectos, ou a falta dele. Um problema que eu não vou mais procurar resolver. É muito difícil tentar se tornar igual, é muito difícil se tornar interessante.
Eu sei que há pessoas que lêem meus escritos e não comentam. Mas tenho certeza que essas pessoas falam sozinhas, enquanto lêem, e sabem que eu me refiro a elas. Muita gente sabe que eu já desisti de me tornar nobre de espírito e uma pessoa gentil.
Estou disposto a perder muitos colegas e alguns amigos. É impossível viver com eles durante minha mudança tão cansativa. É uma evolução da minha capacidade de compreensão, me tornar igual a todo mundo: me afastar daquilo que eu não compreendo.
E você... não queira que eu diga a você que eu não te compreendo...
Cheers
Sim, sim, sim... a máquina está ligada. Sempre esteve, desde muito tempo. A máquina estava ligada e eu não percebi. O problema não era com a máquina, não era com ela. O problema era eu. Eu estava com problema. Sem alternativa.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu não percebi que estava com problema. Eu achava, inconscientemente, que tudo estava errado. Não percebia o quanto eu estava cego, ou o quanto minha vista estava nublada, incapaz de ver mais adiante.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu me choquei com o comportamento das pessoas. Eu não posso culpá-las por serem tão diferentes de mim, por eu não ter compreendido seus intelectos, ou a falta dele. Um problema que eu não vou mais procurar resolver. É muito difícil tentar se tornar igual, é muito difícil se tornar interessante.
Eu sei que há pessoas que lêem meus escritos e não comentam. Mas tenho certeza que essas pessoas falam sozinhas, enquanto lêem, e sabem que eu me refiro a elas. Muita gente sabe que eu já desisti de me tornar nobre de espírito e uma pessoa gentil.
Estou disposto a perder muitos colegas e alguns amigos. É impossível viver com eles durante minha mudança tão cansativa. É uma evolução da minha capacidade de compreensão, me tornar igual a todo mundo: me afastar daquilo que eu não compreendo.
E você... não queira que eu diga a você que eu não te compreendo...
Cheers
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Digitalilembes Enocologes
Eu e minhas pulgas!!!!!
Desesperante diante as tardes chuvosas, onde eu treinava meus poderes de manipulação da nuvens, descobri também umas poucas habilidades de sentar pra ler e dormir. Por causa dela, por causa da poderosa chuva.
Hum, e hoje eu acordei com vontade de apreciar o feminino e o efêmero. Comecei uma leitura de partes das minhas casualidades, de partes das minhas versas magníficas com as mulheres que nublam e ensolaram meus dias. E descobri que eu sou um tanto insensível, realmente. Eu não sei medir minhas palavras... tenho que concordar com a Liliam!
EU: ...e eu queria encontrar aquela criatura novamente. Eu queria saber pq ela foi embora dizendo pra todo mundo que estava apaixonada... não entendi pq ela fazia tanta questão de dizer isso justamente na hora em que ela foi mais egoísta...
KAREN: Com certeza ela estava com medo, sofrendo. (suspiro) eu acho isso (suspiro)! Mas pq tu acha que ela estava sendo egoísta?
EU: Pq ela não pensou na felicidade dos dois, somente na dela. Foi por isso que ela foi embora pra casa da mãe dela, viver uma vida de bicho, na pobreza. Eu tenho certeza que se ela procurasse o cara ele ia dar uma vida melhor a ela que a que ela escolheu ter lá no interior...
KAREN: Luciano, a família dela não gosta que ela namore. E ela nem tinha conversado com o cara. Sofreu só por causa disso.
EU: ...de besta que é.
Realmente, frente a muitos episódios das inúmeras folhas, eu tenho que admitir: não é mais como era antes....
As mulheres de hoje não querem homens como eu!
Cheers!
Desesperante diante as tardes chuvosas, onde eu treinava meus poderes de manipulação da nuvens, descobri também umas poucas habilidades de sentar pra ler e dormir. Por causa dela, por causa da poderosa chuva.
Hum, e hoje eu acordei com vontade de apreciar o feminino e o efêmero. Comecei uma leitura de partes das minhas casualidades, de partes das minhas versas magníficas com as mulheres que nublam e ensolaram meus dias. E descobri que eu sou um tanto insensível, realmente. Eu não sei medir minhas palavras... tenho que concordar com a Liliam!
EU: ...e eu queria encontrar aquela criatura novamente. Eu queria saber pq ela foi embora dizendo pra todo mundo que estava apaixonada... não entendi pq ela fazia tanta questão de dizer isso justamente na hora em que ela foi mais egoísta...
KAREN: Com certeza ela estava com medo, sofrendo. (suspiro) eu acho isso (suspiro)! Mas pq tu acha que ela estava sendo egoísta?
EU: Pq ela não pensou na felicidade dos dois, somente na dela. Foi por isso que ela foi embora pra casa da mãe dela, viver uma vida de bicho, na pobreza. Eu tenho certeza que se ela procurasse o cara ele ia dar uma vida melhor a ela que a que ela escolheu ter lá no interior...
KAREN: Luciano, a família dela não gosta que ela namore. E ela nem tinha conversado com o cara. Sofreu só por causa disso.
EU: ...de besta que é.
Realmente, frente a muitos episódios das inúmeras folhas, eu tenho que admitir: não é mais como era antes....
As mulheres de hoje não querem homens como eu!
Cheers!
quarta-feira, 28 de março de 2007
Broncardíaco DraRevoniano
O que é que acontece nesses dias tão chuvosos e noites tão frias?
Dia desses eu gostaria de estar em Viamão, com a Flor, rs. Outro dia eu queria estar em Belém, com meus parentes, tal era a carência que eu sentia de falar de mim.
Na verdade já fazem longos meses que eu não converso com ninguém sobre mim. Estou ficando tão carente dos meus amigos, e talvez eles de mim. Posso chegar num ponto de ficar feito bêbado que confessa todas as suas dores pra qualquer pessoa que lhe dê ao menos vinte segundo de atenção.
Êpa! É de atenção que eu estou precisando? Será que é isso? Pq se for, eu tô fudido! De duas maneiras: a de me sentir abandonado, esquecido, e a de me sentir abandonando, esquecendo. Numa dessas coisas que sempre me acontecem, ou que eu sempre deixo acontecer...
Estou chateado com muita gente! Me esqueceram, como eu já começo a fazer por eles...
E com outros eu não estou tão somente chateado, mas furioso. Não pedirei perdão, tampouco quero que me perdoem. Estou muito inspirado a deixar muita gente pra trás, esquecê-las. Pois fazer isso de vez em quando é muito bom!
E que seja salutar a mudança que venho operando na minha vida. Pois eu já estou saturado de diversas coisa. E isso pode vir me atrapalhar mais tarde.
Cheers!
Dia desses eu gostaria de estar em Viamão, com a Flor, rs. Outro dia eu queria estar em Belém, com meus parentes, tal era a carência que eu sentia de falar de mim.
Na verdade já fazem longos meses que eu não converso com ninguém sobre mim. Estou ficando tão carente dos meus amigos, e talvez eles de mim. Posso chegar num ponto de ficar feito bêbado que confessa todas as suas dores pra qualquer pessoa que lhe dê ao menos vinte segundo de atenção.
Êpa! É de atenção que eu estou precisando? Será que é isso? Pq se for, eu tô fudido! De duas maneiras: a de me sentir abandonado, esquecido, e a de me sentir abandonando, esquecendo. Numa dessas coisas que sempre me acontecem, ou que eu sempre deixo acontecer...
Estou chateado com muita gente! Me esqueceram, como eu já começo a fazer por eles...
E com outros eu não estou tão somente chateado, mas furioso. Não pedirei perdão, tampouco quero que me perdoem. Estou muito inspirado a deixar muita gente pra trás, esquecê-las. Pois fazer isso de vez em quando é muito bom!
E que seja salutar a mudança que venho operando na minha vida. Pois eu já estou saturado de diversas coisa. E isso pode vir me atrapalhar mais tarde.
Cheers!
terça-feira, 13 de março de 2007
Caos Cosplayer!
Quando um homem tem um sonho, no começo ele é somente um sonho, como qualquer um pode ter. Um sonho que pode inpirar, um sonho que pode revelar, ocultar, nos entristecer ou nos alegrar. Apesar de tudo será sempre um sonho. Como qualquer um pode ter.
Mas, quando enxergamos num sonho a possibilidade de ser real, tudo pode acontecer. Quando uma pessoa torna o sonho a inspiração de sua vida, quando ela vê nos seus objetivos a realização de um sonho, sua vida muda completamente, e muita coisa que não fazia sentido, que não fazia falta, passam a ser importantes, excitantes e deliciosamente felizes.
A Caos Cosplayer surgiu de um sonho. Um sonho coletivo, quando compartilhado. E isso se tornou importante a medida em que os caminhos de vários outros sonhos se cruzaram. Importante quando tudo o que era possível foi possível também nos sonhos. E principalmente, importante quando o sonho Caos Cosplayer se tornou importante para outros sonhadores.
Quero registrar o meu orgulho. O orgulho de todas as pessoas envolvidas nesse sonho, nesse desafio. Albertino, Alessandro, Apoena, Andréia, Adriana, Bárbara, Eurípedes e Luís. Não existe forma de expressar com palavras o agradecimento, o orgulho e a felicidade que todos vocês me causaram. Tudo que é mais difícil nos torna melhores, mais bem preparados, é mais gostoso. E é por isso que a vida passa ter um significado maior, um significado importante.
É por isso que a vida se torna um sonho.
Mas, quando enxergamos num sonho a possibilidade de ser real, tudo pode acontecer. Quando uma pessoa torna o sonho a inspiração de sua vida, quando ela vê nos seus objetivos a realização de um sonho, sua vida muda completamente, e muita coisa que não fazia sentido, que não fazia falta, passam a ser importantes, excitantes e deliciosamente felizes.
A Caos Cosplayer surgiu de um sonho. Um sonho coletivo, quando compartilhado. E isso se tornou importante a medida em que os caminhos de vários outros sonhos se cruzaram. Importante quando tudo o que era possível foi possível também nos sonhos. E principalmente, importante quando o sonho Caos Cosplayer se tornou importante para outros sonhadores.
Quero registrar o meu orgulho. O orgulho de todas as pessoas envolvidas nesse sonho, nesse desafio. Albertino, Alessandro, Apoena, Andréia, Adriana, Bárbara, Eurípedes e Luís. Não existe forma de expressar com palavras o agradecimento, o orgulho e a felicidade que todos vocês me causaram. Tudo que é mais difícil nos torna melhores, mais bem preparados, é mais gostoso. E é por isso que a vida passa ter um significado maior, um significado importante.
É por isso que a vida se torna um sonho.
sábado, 3 de março de 2007
Sonambulósculos Textulusíncopes!
Em meio a dezenas de compromissos, e o principal dele, o que tenho com a Caos, eu acabei lembrando de algo que já estava esquecido: meus textos. Todos eles. Os fantásticos, os filosóficos, os prescritos e, enfim, toda sorte de coisas que eu vinha escrevendo, ou mantendo frescas na memória.
Eu sempre acabo lembrando dos textos. Talvez isso facilite minha vida, pois de qualquer forma, sempre que eu me encontro livre de qualquer compromisso, eu corro para ler, escrever e reescrever meus textos. Meus pobres textos.
Pobres textos! Eternamente sem revisão ortográfica! Mas mesmo assim, perfeitos, já que não tenho leitores...
Preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos... e você, leitor, não tem textos te chamando não?
Cheers!
Eu sempre acabo lembrando dos textos. Talvez isso facilite minha vida, pois de qualquer forma, sempre que eu me encontro livre de qualquer compromisso, eu corro para ler, escrever e reescrever meus textos. Meus pobres textos.
Pobres textos! Eternamente sem revisão ortográfica! Mas mesmo assim, perfeitos, já que não tenho leitores...
Preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos... e você, leitor, não tem textos te chamando não?
Cheers!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
"Estar" melancólico
Eu ando tão melancólico...
Certa vez, durante um pequeno período da minha vida, eu achei que deveria somente observar as pessoas para não cometer os erros delas, e, com sorte, não cometer os meus. Aprender observando era a lei.
Eu, então, me fechei em copas. Andei por um bom tempo com um temperamento bem diferente do meu real. Eu estava fechado (ainda mais), calado, e pouco comentava as inúmeras coisas que os amigos falavam. Abri mão de conversar sobre meus próprios problemas. Não havia falhas no meu plano. E ele daria certo, se eu não houvesse adquirido a melancolia dos poetas.
Chamo de melancolia dos poetas aquele estado de espírito em que você se encontra quando chora as perdas que não teve, sorri pelas alegrias que não sentiu, enfurece-se com os motivos que nunca lhe farão sentir raiva.
Aprendi isso durante esse período de observação. Porque é assim que fica a pessoa que somente observa. Ela se torna melancólica, e vive escarafunchando o passado, o presente e o futuro da vida, como alguém que relê velhos livros, e somente imagina como serão os novos.
Aí eu mudei. Mudei de planos.
Cheers
Certa vez, durante um pequeno período da minha vida, eu achei que deveria somente observar as pessoas para não cometer os erros delas, e, com sorte, não cometer os meus. Aprender observando era a lei.
Eu, então, me fechei em copas. Andei por um bom tempo com um temperamento bem diferente do meu real. Eu estava fechado (ainda mais), calado, e pouco comentava as inúmeras coisas que os amigos falavam. Abri mão de conversar sobre meus próprios problemas. Não havia falhas no meu plano. E ele daria certo, se eu não houvesse adquirido a melancolia dos poetas.
Chamo de melancolia dos poetas aquele estado de espírito em que você se encontra quando chora as perdas que não teve, sorri pelas alegrias que não sentiu, enfurece-se com os motivos que nunca lhe farão sentir raiva.
Aprendi isso durante esse período de observação. Porque é assim que fica a pessoa que somente observa. Ela se torna melancólica, e vive escarafunchando o passado, o presente e o futuro da vida, como alguém que relê velhos livros, e somente imagina como serão os novos.
Aí eu mudei. Mudei de planos.
Cheers
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Notícia Fresca
Hoje, as 2:17 da manhã, eu titubeei. Foi a primeira vez, enquanto eu não conseguia dormir, que eu pensei em desistir da Caos. Eu pensei, e não acredito que vá ser a única vez, que nada daria certo.
Eu, definitivamente, tenho que tomar calmantes!
Eu, definitivamente, tenho que tomar calmantes!
domingo, 4 de fevereiro de 2007
A Véspera da Paciência é o Desespero.
Um único dia em minha vida em que eu possa acordar e não lembrar que há muito o que fazer, que há muito o que terminar, muito o que rabiscar, desenhar, ler, ver, tocar...
Esse dia não existe. Procurei por ele esses tempos. Estresse, alguma dor de cabeça, mas eu ainda tenho argumentos que fazem com que eu não desista.
Ainda assim eu procurei esse dia. Me despluguei de tanta coisa, deixei de lado alguns medos e pus em ação um plano, um motim...
Não tive sucesso, claro! Então volto à rotina, e de vez em quando, ao déjà vu.
Mudando de assunto...
Quando eu penso, já estou agindo com o coração. Eu odeio quando eu faço isso. Eu simplesmente não consigo desvincular coisas tão distintas... eu ainda sou aquele que não supera e não entende o diferencial entre coração e razão... acho ser por isso que ainda estou na Filosofia.
E agora, que eu volto os meus olhos pro que é do coração, eu ainda penso que isso não é para mim, que isso é uma utopia minha velha e esquecida... aí dá vontade de escrever, de cantar poesias velhas (as mais nocivas).
Mas há alguém que tá mexendo comigo por dentro. Alguém que sequer me deixa tentar não ser tão paternalista. Uma obra que, divagando sobre, eu já chamei de vários nomes, só dentro de mim.
Alguém que eu espero. Dentro de mim...
Esse dia não existe. Procurei por ele esses tempos. Estresse, alguma dor de cabeça, mas eu ainda tenho argumentos que fazem com que eu não desista.
Ainda assim eu procurei esse dia. Me despluguei de tanta coisa, deixei de lado alguns medos e pus em ação um plano, um motim...
Não tive sucesso, claro! Então volto à rotina, e de vez em quando, ao déjà vu.
Mudando de assunto...
Quando eu penso, já estou agindo com o coração. Eu odeio quando eu faço isso. Eu simplesmente não consigo desvincular coisas tão distintas... eu ainda sou aquele que não supera e não entende o diferencial entre coração e razão... acho ser por isso que ainda estou na Filosofia.
E agora, que eu volto os meus olhos pro que é do coração, eu ainda penso que isso não é para mim, que isso é uma utopia minha velha e esquecida... aí dá vontade de escrever, de cantar poesias velhas (as mais nocivas).
Mas há alguém que tá mexendo comigo por dentro. Alguém que sequer me deixa tentar não ser tão paternalista. Uma obra que, divagando sobre, eu já chamei de vários nomes, só dentro de mim.
Alguém que eu espero. Dentro de mim...
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
2007
Ano Novo!
Eu nunca havia iniciado um ano com tantos planos... que horror!
E para os traunsentes que por aki passarem. E para a Flora que é a única que comenta:
Eu nunca havia iniciado um ano com tantos planos... que horror!
E para os traunsentes que por aki passarem. E para a Flora que é a única que comenta:
FELIZ ANO NOVO!!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Bons ouvintes pra mim, por favor!
Dia desses eu desabafei horrores com uma amiga do quanto eu estava precisando dum gás. Ela não é a melhor confidente nem tem os melhores ouvidos, mas eu precisava de alguém pra me ouvir...
Necessariamente para mim, hoje em dia, ter alguém pra me dar ouvidos é alugar um ouvido, mesmo q seja um ouvido como o dela, distraído e cheio de gatilhos preconceituosos... e, embora eu tenha alguns bons amigos, há uma omissão muito grande.
Acontece que eu me dispus a falar, e a procurar, com ela, uma forma de ganhar um gás... e, obviamente, como a maioria das coisas inesperadas, eu obtive soluções surpreendentes. Muitas nem deveriam entrar nesse blog, pois extrapola o propósito dele, mas outras sim.
1. Matar-se: é uma boa alternativa, já que quita qualquer dívida e transforma qualquer transtorno em saudade, compaixão e outros... mas dar um gás num dá...
2. Encher a cara de pinga: uma alternativa paliativa... rs. Serve pra dar gás numa festa mt foda ou numa mt morta.
3. Mandar um scrap bonitinho, lindinho pra todos do meu orkut: uma alternativa q eu descartei... tem mt gente que a usa pq não tem nada de importante pra escrever e acaba copiando a mensagens de quem tem com aquelas mensagens açucaradas... blérgh! E não dá gás...
Aí você vê, nobre leitor, a pobreza de espírito dessa minha amiga pra dar um conselho. Até eu resolveria meu problema!
Mudando de assunto: dia desses eu ganhei novo gás(!) pra screver poemas, textos, trabalhos, projetos e até cartas, como a que eu enviei pra Flora. Tá certo q era uma carta mt venenosa, mas eh sempre assim qnd eu tiro a tampa do inferno interior meu!
Cheers!
Necessariamente para mim, hoje em dia, ter alguém pra me dar ouvidos é alugar um ouvido, mesmo q seja um ouvido como o dela, distraído e cheio de gatilhos preconceituosos... e, embora eu tenha alguns bons amigos, há uma omissão muito grande.
Acontece que eu me dispus a falar, e a procurar, com ela, uma forma de ganhar um gás... e, obviamente, como a maioria das coisas inesperadas, eu obtive soluções surpreendentes. Muitas nem deveriam entrar nesse blog, pois extrapola o propósito dele, mas outras sim.
1. Matar-se: é uma boa alternativa, já que quita qualquer dívida e transforma qualquer transtorno em saudade, compaixão e outros... mas dar um gás num dá...
2. Encher a cara de pinga: uma alternativa paliativa... rs. Serve pra dar gás numa festa mt foda ou numa mt morta.
3. Mandar um scrap bonitinho, lindinho pra todos do meu orkut: uma alternativa q eu descartei... tem mt gente que a usa pq não tem nada de importante pra escrever e acaba copiando a mensagens de quem tem com aquelas mensagens açucaradas... blérgh! E não dá gás...
Aí você vê, nobre leitor, a pobreza de espírito dessa minha amiga pra dar um conselho. Até eu resolveria meu problema!
Mudando de assunto: dia desses eu ganhei novo gás(!) pra screver poemas, textos, trabalhos, projetos e até cartas, como a que eu enviei pra Flora. Tá certo q era uma carta mt venenosa, mas eh sempre assim qnd eu tiro a tampa do inferno interior meu!
Cheers!
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Short Tale Of A Haunted House

Era uma vez uma situação. Ela é, quando muito se repete, e volta a ser sempre. Está sempre no ar, mas é pesada e em demasia. Uma verdadeira força negativa e muito mal descrita. Uma situação mal nascida, mas eternamente empregada, lembrada, repetida. Nunca envergonhada, ela é ainda maior do que seus sujeitos. Não pensemos em substantivo, pois substantivada ela não se encontra, pois ela é ação. Está mais para verbo. Transitiva e diretiva, verbo incompreensível, mas inteligível.
Eu sou vítima dessa situação aqui tão pobremente descrita. Agora eu carregarei um arranhão dessa situação vigente. Uma marca do poder que a palavra perdeu nessa vida...
Espero que não cure... pois dos males, o pior!
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Para o meu prazer ontem, no Programa do Jô, a entrevista era com Paulo Autran. Nunca uma dor de cabeça passou tão rápido com aquele papo cabeça sobre o teatro brasileiro. Foi explêndido a forma como ele, sinceramente, falou da sua "burrice" pela constante recaída que tem pelo cigarro. Imagino que muita gente se espelhou naquele relato.
Na outra ponta do iceberg, a que está escondida, há uma trama terrível, indestrutível aos meus olhos. A reconstrução dos meus textos perdidos está me dando um trabalho horrível. Estou imerso numa irreconhecível parte de mim. Falo isso porque os textos perdidos, se não fossem assinados por mim, eu diria que eram de outra pessoa. Lendo-os fiquei curioso com o constante sentimento de perseguição que eu tinha naquela época. Eu realmente invocava uma parcela da minha atenção à análise do cotidiano ao meu redor. E buscava, suado, como descrevi instintivamente, a trama que não me permitia ser alguém feliz.
Lendo esses textos eu compreendo, um pouco envergonhado, como eu me saí das mais bizarras situações, como me tornei um ser tão urbano quanto excêntrico. Eu li, naquelas folhas, uma escrita que abandonei a muitos anos, e que hoje me explicam de forma perigosa. E é essa essência perigosa que expus naqueles textos que me preocupam. Vou queimar todos aqueles papéis, vou encerrar os segredos dali.
E só conto aqui a existência desses textos porque, até nesse momento, eu me sinto perigosamente exposto, e, sem um público cativo desse blog, eu não corro riscos. Conto um segredo para ninguém e posso fazer o que quiser com ele.
Na outra ponta do iceberg, a que está escondida, há uma trama terrível, indestrutível aos meus olhos. A reconstrução dos meus textos perdidos está me dando um trabalho horrível. Estou imerso numa irreconhecível parte de mim. Falo isso porque os textos perdidos, se não fossem assinados por mim, eu diria que eram de outra pessoa. Lendo-os fiquei curioso com o constante sentimento de perseguição que eu tinha naquela época. Eu realmente invocava uma parcela da minha atenção à análise do cotidiano ao meu redor. E buscava, suado, como descrevi instintivamente, a trama que não me permitia ser alguém feliz.
Lendo esses textos eu compreendo, um pouco envergonhado, como eu me saí das mais bizarras situações, como me tornei um ser tão urbano quanto excêntrico. Eu li, naquelas folhas, uma escrita que abandonei a muitos anos, e que hoje me explicam de forma perigosa. E é essa essência perigosa que expus naqueles textos que me preocupam. Vou queimar todos aqueles papéis, vou encerrar os segredos dali.
E só conto aqui a existência desses textos porque, até nesse momento, eu me sinto perigosamente exposto, e, sem um público cativo desse blog, eu não corro riscos. Conto um segredo para ninguém e posso fazer o que quiser com ele.
terça-feira, 5 de setembro de 2006
Breve história do soldado e da bela esposa
No front:
O soldado, amigo das armas, estava realmente estimulado naquele dia. Contava os dias naquela guerra sanguinária. Resolveu vingar a morte de seus companheiros na noite anterior. E não conhecia limites para matar.
Sua arma era sua amiga, membro obscuro de seu corpo. Sua arma era a extensão metálica de sua alma. A destruição começava por ela. Acabava com a dor, o sofrimento, a guerra interna.
No rosto da amada:
O amor tolera quase tudo. A ausência daquele ser, o soldado, era demais para a bela esposa. Ela o lembrava, ela o invocava, nas manhãs solitárias. Pedia aos céus o fim da guerra, a saúde do soldado; mas a simples lembrança enviaria-lhe forças para manter-se vivo.
Ela realmente o amava. Triste com toda a situação a bela esposa só conhecia uma rival: a arma. O sangue, troféu de seu amado, era o pior estímulo amoroso que conhecia, e isso a deixava mais deprimida. Como sobreviver sem seu amor ao lado, sabendo-lhe estar fazendo aquilo que mais lhe dá prazer?
Os fortes se comprazem na batalha, enquanto os amantes estão em seus recatos. O soldado, ele nunca mais será visto ao lado da bela esposa. E a bela esposa nunca mais será vista chorando a distância de seu amado. O mundo não é cruel. Cruéis somos nós; nosso egoísmo. Mesmo lutando ou chorando a batalha dos outros, somos cruéis em afirmar pra si mesmos que o que amamos está vivo, ou morto.
Cheers!
O soldado, amigo das armas, estava realmente estimulado naquele dia. Contava os dias naquela guerra sanguinária. Resolveu vingar a morte de seus companheiros na noite anterior. E não conhecia limites para matar.
Sua arma era sua amiga, membro obscuro de seu corpo. Sua arma era a extensão metálica de sua alma. A destruição começava por ela. Acabava com a dor, o sofrimento, a guerra interna.
No rosto da amada:
O amor tolera quase tudo. A ausência daquele ser, o soldado, era demais para a bela esposa. Ela o lembrava, ela o invocava, nas manhãs solitárias. Pedia aos céus o fim da guerra, a saúde do soldado; mas a simples lembrança enviaria-lhe forças para manter-se vivo.
Ela realmente o amava. Triste com toda a situação a bela esposa só conhecia uma rival: a arma. O sangue, troféu de seu amado, era o pior estímulo amoroso que conhecia, e isso a deixava mais deprimida. Como sobreviver sem seu amor ao lado, sabendo-lhe estar fazendo aquilo que mais lhe dá prazer?
Os fortes se comprazem na batalha, enquanto os amantes estão em seus recatos. O soldado, ele nunca mais será visto ao lado da bela esposa. E a bela esposa nunca mais será vista chorando a distância de seu amado. O mundo não é cruel. Cruéis somos nós; nosso egoísmo. Mesmo lutando ou chorando a batalha dos outros, somos cruéis em afirmar pra si mesmos que o que amamos está vivo, ou morto.
Cheers!
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
O Tombamento da Preguiça
Eu já havia listado esse assunto pra ser escrito no meu blog, mas nunca havia tempo, nem sequer inspiração. É um assunto que deixa-nos, invariavelmente, contra E a favor. É algo que, eu tenho que confessar, sempre quis dizer: vamos Tombar a PREGUIÇA como Patrimônio da Humanidade...
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Eu, saco de pancadas?!
Eu ouvi dos amigos dos amigos daqueles que se dizem meus amigos (e entendam que me refiro a pouquíssimos...) uma bela perspectiva do meu futuro: vou me tornar, segundo eles, um desses caras que, petulantes perante a sociedade, vivem margeando o impossível, eterno dependente dos meus pais e amigos, um cara com pouca sorte.
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
Limpeza II
Sou a favor do índio
mas do índio ainda índio
não do índio ainda branco
que nasce hoje em dia.
Mas um poema pra derrubar essa minha época de problemas internéticos...
Cheers!
mas do índio ainda índio
não do índio ainda branco
que nasce hoje em dia.
Mas um poema pra derrubar essa minha época de problemas internéticos...
Cheers!
quinta-feira, 3 de agosto de 2006
Limpeza...
A Rosa veio em minha direção
cambaleante, anestesiada
meu espírito a recebia
na aurora, em sua chegada
Olhava os lábios da Rosa
olhava suas pétalas
cada fina pétala
de discórdia
Tocava em seus espinhos
e ela adoecia
eu sabia que era minha
os espinhos da Rosa que era minha
A Rosa anestesiada rosa
dum campo de idéias
dos meus sonhos
a Rosa espinhosa
Um poema pra tirar o blog das teias!
Cheers!
cambaleante, anestesiada
meu espírito a recebia
na aurora, em sua chegada
Olhava os lábios da Rosa
olhava suas pétalas
cada fina pétala
de discórdia
Tocava em seus espinhos
e ela adoecia
eu sabia que era minha
os espinhos da Rosa que era minha
A Rosa anestesiada rosa
dum campo de idéias
dos meus sonhos
a Rosa espinhosa
Um poema pra tirar o blog das teias!
Cheers!
domingo, 2 de julho de 2006
A Copa que o Brasil preferiu perder.
Eu costumo não acompanhar futebol na tevê, mas a Copa eu pude acompanhar! E hoje, após ontem, algo impronunciável contra a França, tenho umas poucas palavras!
A seleção para a qual eu estava torcendo não era o Brasil. A derrota acompanharia todos aqueles jogadores enquanto o técnico Parreira se encontrasse tão dono da palavra final, por isso, eu escolhi viver uma escolha polêmica no meu país: a Argentina!
Decidi assim por ter visto naquele time uma evolução muito necessária para eles, uma evolução do conjunto, orquestrada pelo técnico competente que eles têm. A Argentina não parecia aquela dos clássicos "quebra-canelas" contra o Brasil. Aquele Argentina tinha algo de especial, muito disciplinada, garrida, monstruosa. Mais ou menos como o Japão e Gana que, por sinal, enfrentaram o Brasil e não ameaçaram. A Argentina caiu por um acaso, mas tinha qualidade pra ir pra final. Uma final com a Itália.
Já o Brasil... eu jamais vi a seleção com uma defesa tão eficaz, e um ataque tão irrisório. Os meus medos, naquele time, eram Cafu e Roberto Carlos, que deixaram a glória do passado, Ronaldo, com sua invencível preferência pela mídia que o mantém no topo e outro, infelizmente ele, o Ronaldinho Gaúcho, aquele que abandonou no campo o título não-merecido de melhor do mundo. Desses jogadores eu não havia notado até a eliminação, ontem, o verdadeiro gás duma atuação de Copa do Mundo. Dos outros jogadores eu não posso falar, apesar de suas atuações capazes e muitas vezes decisivas, como o Fred.
Meus louros vão para Juan e Lúcio. Eles foram, sem sombra de dúvidas, as muralhas que impediram que o Brasil não fosse eliminado pela apatia, que teve seu ápice no jogo contra a França. Esses dois zagueiros foram o símbolo da vontade e da garra, da comunhão de técnica e precisão. Não vi, sem as ressalvas do Galvão Bueno, nenhuma seleção que pudesse transpôr aquela barreira, inclusive a Argentina. Na verdade eu acho que seria difícil o Ronaldinho se sair bem jogando contra uma seleção que tivesse esses dois zagueiros...
Agora que o Brasil mereceu ter perdido, mereceu. E mereceria perder novamente pela falta de vergonha na cara do técnico cansado de ganhar que é o Parreira. E mereceria perder novamente pelo alto nível técnico das seleções que ele enfrentaria se tivesse passado pela França.
A partir de hoje eu estou torcendo pra Alemanha; porque Portugal já está nas finais!
A seleção para a qual eu estava torcendo não era o Brasil. A derrota acompanharia todos aqueles jogadores enquanto o técnico Parreira se encontrasse tão dono da palavra final, por isso, eu escolhi viver uma escolha polêmica no meu país: a Argentina!
Decidi assim por ter visto naquele time uma evolução muito necessária para eles, uma evolução do conjunto, orquestrada pelo técnico competente que eles têm. A Argentina não parecia aquela dos clássicos "quebra-canelas" contra o Brasil. Aquele Argentina tinha algo de especial, muito disciplinada, garrida, monstruosa. Mais ou menos como o Japão e Gana que, por sinal, enfrentaram o Brasil e não ameaçaram. A Argentina caiu por um acaso, mas tinha qualidade pra ir pra final. Uma final com a Itália.
Já o Brasil... eu jamais vi a seleção com uma defesa tão eficaz, e um ataque tão irrisório. Os meus medos, naquele time, eram Cafu e Roberto Carlos, que deixaram a glória do passado, Ronaldo, com sua invencível preferência pela mídia que o mantém no topo e outro, infelizmente ele, o Ronaldinho Gaúcho, aquele que abandonou no campo o título não-merecido de melhor do mundo. Desses jogadores eu não havia notado até a eliminação, ontem, o verdadeiro gás duma atuação de Copa do Mundo. Dos outros jogadores eu não posso falar, apesar de suas atuações capazes e muitas vezes decisivas, como o Fred.
Meus louros vão para Juan e Lúcio. Eles foram, sem sombra de dúvidas, as muralhas que impediram que o Brasil não fosse eliminado pela apatia, que teve seu ápice no jogo contra a França. Esses dois zagueiros foram o símbolo da vontade e da garra, da comunhão de técnica e precisão. Não vi, sem as ressalvas do Galvão Bueno, nenhuma seleção que pudesse transpôr aquela barreira, inclusive a Argentina. Na verdade eu acho que seria difícil o Ronaldinho se sair bem jogando contra uma seleção que tivesse esses dois zagueiros...
Agora que o Brasil mereceu ter perdido, mereceu. E mereceria perder novamente pela falta de vergonha na cara do técnico cansado de ganhar que é o Parreira. E mereceria perder novamente pelo alto nível técnico das seleções que ele enfrentaria se tivesse passado pela França.
A partir de hoje eu estou torcendo pra Alemanha; porque Portugal já está nas finais!
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Um dia ODIOSO!
PORRA!
Hj eh o dia do meu aniversário! Um dia horrível, onde todos que me encontram enchem meu saco com aquela conversa fiada de felicidade! Papo furado! Eu soh tenho raiva, mt raiva!
Tomara que todos que lerem este post entendam o quanto eu ODEIO a hipocrisia que se cria por causa dessa data nos meus amigos.
Se não entenderem, FODAM-SE!
terça-feira, 30 de maio de 2006
Acesso de loucura x A palidez da novidade
Nada como um dia após o outro... (frase clichê, mas que tem seu encanto).
As aulas recomeçaram! Eu sou mais um que, na expectativa, não vê muita novidade. Aliás, somente caras novas, nada mais.
E a vida poderia ser mais simples: estou pleno de idéias, quero escrevê-las. Não quero fazer isso às escuras... tenho que voltar às raizes.
As aulas recomeçaram! Eu sou mais um que, na expectativa, não vê muita novidade. Aliás, somente caras novas, nada mais.
E a vida poderia ser mais simples: estou pleno de idéias, quero escrevê-las. Não quero fazer isso às escuras... tenho que voltar às raizes.
sexta-feira, 26 de maio de 2006
Jogar é viver!
Meu Deus! Estou ficando viciado em Need For Speed Most Wanted, e cada vez mais eu gosto de World of Warcraft, com meu Paladino Melden.
Isso me faz lembrar dos poucos jogos que, como esses, me deixavam com vontade de jogar cada vez mais, que me deixavam ansioso por outras fases. O primeiro, que eu lembro, é um jogo de tiro do meu primeiro videogame, o Phantom System, da Gradiente. Ele vinha com uma pistola, e foi aquele o meu primeiro jogo de tiro. O jogo consistia numa nave e vc era o atirador, tudo num espaço muito sideral, rsrs.
O segundo jogo foi o clássico Mário Bros. O segundo da série e o Mário World, que tinha o nível de vício mt grande praquela época, eram os jogos da Nintendo que eu adorava "passar o tempo", inda mais quando ganhei o meu primeiro e único Super Nintendo.
Já na geração Playstation o jogo que mais me viciou foi, é claro, todo e qualquer King of Fighters... só que eu não sou dos melhores jogadores de luta. Minha praia mesmo são os jogos de corrida! Foi na época do Playstation que eu descobri a série Need for Speed e os jogos de rali, esse último é justamente o que mais me prende. No Play2 eu adoro tds da série Colin McRae...
Isso tudo pq eu conheci jogos já nos arcades, jogando Street Fighters. Esse sim foi meu primeiro jogo viciante.
Isso me faz lembrar dos poucos jogos que, como esses, me deixavam com vontade de jogar cada vez mais, que me deixavam ansioso por outras fases. O primeiro, que eu lembro, é um jogo de tiro do meu primeiro videogame, o Phantom System, da Gradiente. Ele vinha com uma pistola, e foi aquele o meu primeiro jogo de tiro. O jogo consistia numa nave e vc era o atirador, tudo num espaço muito sideral, rsrs.
O segundo jogo foi o clássico Mário Bros. O segundo da série e o Mário World, que tinha o nível de vício mt grande praquela época, eram os jogos da Nintendo que eu adorava "passar o tempo", inda mais quando ganhei o meu primeiro e único Super Nintendo.
Já na geração Playstation o jogo que mais me viciou foi, é claro, todo e qualquer King of Fighters... só que eu não sou dos melhores jogadores de luta. Minha praia mesmo são os jogos de corrida! Foi na época do Playstation que eu descobri a série Need for Speed e os jogos de rali, esse último é justamente o que mais me prende. No Play2 eu adoro tds da série Colin McRae...
Isso tudo pq eu conheci jogos já nos arcades, jogando Street Fighters. Esse sim foi meu primeiro jogo viciante.
terça-feira, 16 de maio de 2006
Mostrando os dentes
O que eu acho da violência em São Paulo? É simples! O crime é mais organizado que a polícia e o governo, ambos de mãos amputadas. Os celulares transpõem as barreiras das penitenciárias por causa de funcionários corruptos, que fazem vista grossa para a movimentação de pertences. Os advogados são corruptíveis, como quando sabem estar defendendo uma causa prum bandido. Os bandidos, ora eles, esses são arquitetos de atentados e sequer pensam nas vidas que estão tirando.
Pra falar a verdade, eu só acho que esses tais bandidos do crime organizado só tem uma única diferença dos políticos corruptos: os bandidos matam, quando necessário. Uma coisa em comum entre os dois é que nem político nem bandido de verdade ficam presos por mais de uma semana, se condenados.
Outra coisa: o narcotráfico é financiado, ou seja, ele vende pra quem tem dinheiro. O maior comprador é também responsável pela guerra que se instala todos os dias, dentro das favelas. Essa onda de violência soh está incomodando pq a criminalidade exalou seu odor para fora dos guetos. Caso contrários, nem mídia nem governo olharia para as gentes que vivem nesses lugares...
O que eu acho que resolveria? Não é tão complicado, mas só seria viável se houvesse um sforço monumental... Primeiro deveríamos dar mais atenção a uma idéia: essa geração que está aí está definitivamente perdida! Esses bandidos só sabem fazer oq fazem. Então preocupemo-nos com as gerações futuras, nossos filhos e netos. Fazendo isso a gente dá mais importância pra EDUCAÇÃO. Reformularíamos o sistema educacional pra termos garantias de que a geração seguinte à nossa seria mais bem instruida, para que enxergassem as opções da vida além do crime. Aí criaríamos opções viáveis de educação superior, fortalecendo as universidades, e investiríamos na pesquisa. O emprego será consequência numa sociedade moldada desta forma.
Agora quanto a esses que estão aí, bom... reformular a polícia, enxugar o sistema prisional e dar ferramentas necessárias à polícia federal já deverá ser bom. Aí cada estado deveria ficar responsável em reformar e melhorar seus presídios. Até aí, meio caminho andado, pois o maior problema desse sistema todo é a PODRE JUSTIÇA com seus juízes, promotores e advogados corruptos e servos do DINHEIRO. Reformar o sistema jurídico é que será o maior esforço, e onde julgo necessitar das maiores mudanças. Se houverem...
E os bandidos, o que há com eles? Esses caras são realmente os donos da noite. Também pudera, eles são treinados DE GRAÇA pelas FORÇAS ARMADAS, ganham em uma semana a metade do salário dum policial e pior, sentem prazer no que fazem, fator essencial para o sucesso no trabalho que for. Gente que cresce à margem da sociedade, alimentando a escória, à mercê dos sociopatas que financiam sua transformação em soldados do tráfico. Gente que está, com essa onda de violência, mostrando os dentes pro mundo. Mostrando somente UM POUCO do seu poderio...
Kyrie Eleison.
Pra falar a verdade, eu só acho que esses tais bandidos do crime organizado só tem uma única diferença dos políticos corruptos: os bandidos matam, quando necessário. Uma coisa em comum entre os dois é que nem político nem bandido de verdade ficam presos por mais de uma semana, se condenados.
Outra coisa: o narcotráfico é financiado, ou seja, ele vende pra quem tem dinheiro. O maior comprador é também responsável pela guerra que se instala todos os dias, dentro das favelas. Essa onda de violência soh está incomodando pq a criminalidade exalou seu odor para fora dos guetos. Caso contrários, nem mídia nem governo olharia para as gentes que vivem nesses lugares...
O que eu acho que resolveria? Não é tão complicado, mas só seria viável se houvesse um sforço monumental... Primeiro deveríamos dar mais atenção a uma idéia: essa geração que está aí está definitivamente perdida! Esses bandidos só sabem fazer oq fazem. Então preocupemo-nos com as gerações futuras, nossos filhos e netos. Fazendo isso a gente dá mais importância pra EDUCAÇÃO. Reformularíamos o sistema educacional pra termos garantias de que a geração seguinte à nossa seria mais bem instruida, para que enxergassem as opções da vida além do crime. Aí criaríamos opções viáveis de educação superior, fortalecendo as universidades, e investiríamos na pesquisa. O emprego será consequência numa sociedade moldada desta forma.
Agora quanto a esses que estão aí, bom... reformular a polícia, enxugar o sistema prisional e dar ferramentas necessárias à polícia federal já deverá ser bom. Aí cada estado deveria ficar responsável em reformar e melhorar seus presídios. Até aí, meio caminho andado, pois o maior problema desse sistema todo é a PODRE JUSTIÇA com seus juízes, promotores e advogados corruptos e servos do DINHEIRO. Reformar o sistema jurídico é que será o maior esforço, e onde julgo necessitar das maiores mudanças. Se houverem...
E os bandidos, o que há com eles? Esses caras são realmente os donos da noite. Também pudera, eles são treinados DE GRAÇA pelas FORÇAS ARMADAS, ganham em uma semana a metade do salário dum policial e pior, sentem prazer no que fazem, fator essencial para o sucesso no trabalho que for. Gente que cresce à margem da sociedade, alimentando a escória, à mercê dos sociopatas que financiam sua transformação em soldados do tráfico. Gente que está, com essa onda de violência, mostrando os dentes pro mundo. Mostrando somente UM POUCO do seu poderio...
Kyrie Eleison.
Assinar:
Postagens (Atom)