sábado, 10 de março de 2012

Construindo o inoperável

Construindo o inoperável, manobra de um mundo distante, visitante oculto e suas anotações. Elas estão no colo agora, na tentativa de fazer mais uma vez a máquina funcionar. Peças, pedaços sem conexão aparente, um erro atrás do outro, e assim me perco.

Antes eu tentasse levar mais a sério do que simplesmente tentar reconectar tudo, sem instruções. Mas quem me guiava já se foi. Solitária façanha. Agora tenho nada além de meus próprios talentos, e alguma intuição, de onde frui estas palavras. Me encontro cansado, distante de conseguir coesão.

Palavras envenenadas pelo sono.
Cheers!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Re-enter und remember

Em meio os fatos, histórias. Existe alguma explicação? Relembrando velhos papéis, nas velhas caixas, atrás de algo que pudesse me fazer compreender os dias de hoje. Antigos métodos ainda dão resultado. Mas sentimentos são perigosos quando não se quer ter um roteiro.


Hoje estamos bem, amanhã nem sei. Queria voltar a compor, voltar a escrever pelo menos poemas. Este blog mesmo, que é a esperança de reunião da fragmentada mente de uma criança grande, está se tornando tão absoleto em sua missão. Estou em dúvida. Existe alguma explicação? Relembrando velhos papéis, em velhas caixas, pra poder dizer pro mundo que eu ao menos tentei compreende-lo. Ou compreende-la.


Queria viver aquele sentimento de sossego novamente. Por uma semana, que fosse.
Cheers!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Bardos antigos

Sempre idéias diferentes. Uma maré ruim, daí uma tempestade. As coisas voltam a ficar bem. Paciência que vem, paciência que se vai. Me conta uma história, uma balela, e quer que eu acredite. Dizer que está falando a verdade. Irritar-se ao menor sinal de dúvida. Pelo que eu aprendi, isso é sinal de mentira. Nova tempestade. Paciência. Desejo fumar, mas daí seria destruir valores. Mesmo assim, lume aceso, eu não consigo me encaixar na história. E que história...


Prefiro os bardos de antigamente!
Cheers!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Censura Não!

Não quero SOPA!

Não quero PIPA!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Observações acerca suas tralhas modernas

Verdes pratos, velhas memórias. Aliás memórias serão sempre velhas, não há memória do que há por vir. Sopas amarelas, verdes pratos. Cozinheira holandesa, gosta da culinária local. Aliás quem não gosta?

I send a messagem to my unconscious mind...

Cheers!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

What's do my thing do

Pobre blog, seu hálito frio está me matando...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Na alma desses dias

Voltando de algum lugar que ainda não fui... futuro incerto.

Cheers!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cristalino

Eu fico pensando em você. Penso em você. Sempre pensando em você. Nos olhos. Olhos nos olhos. Na aventura. Na fuga. Está em tudo. Penso em você. Misturo tudo. Misturo lembranças. Prefiro pensar em você. Prefiro estar com você. Prefiro você. Quero pensar em você. Quero você. Sempre quero pensar em você. Beijo. Abraço. Afago. Sozinho...

...dá saudade...
Cheers!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

So fragile yet so devious

Talvez ainda por não ter certeza, sem dúvida nenhuma, o velho sentimento de auto obrigação esteja se tornando absoleto. De nada adianta querer o abismo, se ele te engole. O espaço pros devaneios estão raros, o caminho do meio parece ser o único possível. Pães franceses na mesa, leite, café solúvel, inveja das crianças brincando despreocupadamente, um velho que toma conta delas cochilando numa cadeira de balanço perigosamente à beira da rua.

Não noto mais o vermelho, não consigo mais o azul turquesa e o cinza parece que está na moda. O plural de inferno é minha casa. Sensação amarga.

Mudando de ares. Ares. Não sei se amar depende de ser aceito, se pra amar você deve ser aceito. O amor agora é um clube exclusivo. Não se pode mais amar só. Não se pode mais amar. E eu acho que eu não sou da tal "tribo", simplesmente porque, magicamente, não sou aceito. Então bebei-vos. Bebei-vos para esquecer, esquecer que tem vergonha. Vergonha de que amas. Amor que te faz beber. Da fonte.

Cheers!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Água corrente

Tudo vem sendo, intenso, cada dia mais, e quando me deparo com o que passou, logo vem muito mais, sendo, intenso. Assim procuro ir, levado, numa vibração, longo caminho, sempreluz distante que se aproxima.

Estou me tornando, devagar, alguém aqui dentro. Estou me tornando alguém possível, paciente, novo, tão próximo de algo que jamais eu achei poder ser. Meu coração já fala, sem medo, mas a mente ainda me trai um pouco. Dia a dia mais que perfeito, companhia muito mais que perfeita.

Espero ter o tempo ao meu favor. Tanta coisa contra, o tempo tem que ser a favor. Eu mesmo não reconheço mais minhas forças. Nada está tão difícil, como em eras atras. Sempredistante equilíbrio que persigo. Semprepresente vontade de viver um novo amor. Vivendo...

Cheers!

P.S.: Matando a saudade de escrever-te, blog maldito...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novum Futurum

O último destino da saudade.
A última palavra.
Vejo imagens.
Imagens.
Vejo uma pessoa.
Vejo uma pessoa.
E vejo a mim...

Cheers!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Retrô

Eu era feliz e não sabia.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nova paz

Novas correntes, novas algemas. Um saco plástico amassado no lugar do coração, bombeando ar, bombeando a fumaça. Lume na mão, rodopios. Uma máquina registra os passos, traços, a capacidade de se reaver os velhos hábitos. Máquina insana, me pede poses, closes e me deixa mais triste. A máquina.

Daí eu morri. Não me deram a oportunidade de carregar sequer um pouco de dignidade. Máquina insana, circuitos perfeitos e fora do comum. Meu corpo agora está sendo velado pelos agentes funerários, ninguem no salão. A máquina não me deu sequer a voz de pedir umas flores. Não me deu sequer o suicídio, do espírito, passo em falso pro abismo, um novo batismo, a queda.

Daqui de baixo eu os olho agora. Não tenho paz. Olho por entre a fumaça, engano da mente. Não tenho paz, não tenho um momento de paz. Não tenho mais a minha paz. Aqui em baixo as coisas fervem por dentro, nessa idéia de frio. Aqui em baixo estamos sufocados, acorrentados, algemados. Ainda assim é um conforto. Estou repleto de cinzas, queimando o antigo plano de ter uma vida. Aos poucos a máquina me supõe em seus cálculos. E um fio ainda me liga ao mundo lá de cima.

Não tenho paz. Não tenho paz. Não tenho paz. Não. Tenho.

Paz.