terça-feira, 12 de março de 2013

Clotho I

Caminhava em uma estrada sem se preocupar com o tempo ou o espaço, seguia reto. De repente esta fez-se curva e dobrei quando então vi a lua nova, seu contorno. Aqueles rabiscos no céu tornaram-se fogos que desciam como gotas de água no inverno, gotas grossas e frias.

Sentia calor e me deparei comigo mesmo, um espelho? Meu eu falando comigo, quando avistei um pequeno vilarejo no qual este cantarolava uma música desconhecida pra mim que começou a fazer algum sentido em certo momento; Meus olhos fecharam. Vi minha família reunida de novo, após um longo tempo de brigas e caos, neste momento alegre, unida e forte. Tomei conta por mim e estava de volta aos meus 8 anos, na minha infância, onde videava desenhos e era ingênuo, onde a pureza era o principal. 
Aproximaram-se de mim, eram guerreiros hunos que clamavam por minha ajuda, neste momento fiz uma viagem no tempo em aproximadamente 20 anos, já era homem feito, tinha minha independência. Era mesmo eu que fui chamado? Ou simplesmente sonhei? Estava realmente acordado, será que dormi? 

"Se está em paz contigo, estás conosco. Se está em paz contigo, estás conosco.  Se está em paz contigo, estás conosco." Cantavam... Felizes, despreocupados, sorridentes. Que encontro foi este? 
 

Círculo reverso

No universo das palavras, ainda idéias, pura imaginação. Não consigo soltar as amarras. Estou saindo de mim e visitando o passado.

Cheers!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Arvore de natal

Vou enrolar um fio elétrico ao redor da árvore, ligar dezenas de lâmpadas coloridas, pôr uma estrela na ponta e colocar na sala de casa. E não é natal. Essa data não existe. Simplesmente não existe.

Cheers!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Normal Tipo B

Acho tudo normal. Não fico feliz com qualquer coisa, mas sempre estou buscando a felicidade. Alheio a isso ainda sou uma pessoa incorreta, racional, fatídica. Não lembro sequer do último beijo que dei. Desapego fácil. Não tenho bola de cristal para adivinhar o que a mulher quer de mim. Mas sou modesto, eu deixo a dúvida no ar.

Sou homem complicado, porra! Não me entenda...
Cheers!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Relendo uma lembrança (Sonho matutino)

Normalmente sóbrio, eu ainda me afogo nas lembranças e intenções do passado. Como me livrar da mente mentirosa? Queria mesmo é aquela máquina do filme Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças...

Touché!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Realmente um pequeno apanhado de idéias

Leves nuances, doenças velhas, amigos distantes, temporal com raios, caderno com mofo, palavras vazias.

Cheers!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O mal que se repete

E seguimos com Hugo Chávez governando da UTI. A América do Sul tem mesmo a sina de colonizada, dominada pela força de espertalhões. Como uma abjeta criatura consegue perpetuar-se assim? O Brasil deveria temer um golpe de estado na Venezuela, principalmente com a tal em processo de adesão ao Mercosul. Nunca seremos levados a sério com esse "socialismo bolivariano" assombrando o povo pobre e MAL informado da Venezuela.

É triste constatar que o tal socialismo de Chávez só justifica uma corrida armamentista naquele país, e a porta de entrada de dinheiro para financiar milícias terroristas como as FARC, que usa o tráfico de drogas como mola mestre. Chávez é sinônimo de atraso, de farsa, de ditadura, de morte. E o mundo só assiste!

Vamos tomar vergonha na cara, deixar a Palestina em paz, e derrubar de uma vez por todas os ditadores-terroristas da América do Sul. O combate às drogas agradecerá, tenho certeza.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Nave velha

Primeirona de 2013!

Projetos novos, mas ânimo nenhum. Grandes expectativas derrotadas pela minha racionalidade. Eu deveria escrever mais fantasia do que sci-fi ou policial. Gostaria de saber o que o Escudeiro tem a dizer, mas sei lá. A Flor diria boas coisas talvez. Eu queria mesmo era terminar tudo que comecei. Sinto que estou me tornando cada dia mais anônimo. Espírito deixando o corpo decrépito.

Naves velhas, novas viagens.
Cheers!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Aos navegantes

Notificado, explicado, deturpado e cada dia mais desligado.

Como posso parar de escrever se minha imaginação anda cansada? É em momentos assim que eu prefiro escrever, levar ao limite minha imaginação. E para aqueles que acham que minhas histórias aqui são verdadeiras, eu digo: é tudo ficção.

E tudo tem um final.
Cheers!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Uma dose de caos, por favor!

Não quero mais tentar entender você. Quando eu estou complicando tudo, dificultando a nossa comunicação, você vem e compreende tudo. Quando trago a minha parcela do caos pra dentro, você varre minha mente com a sua organização oportuna. Eu não aguento mais. É sério.

Antes que pense que isso é uma reclamação, eu digo, não pense. Me dê um dia sem que penses demais. Ah sim, você pensa demais! Eu já me perdi nos seus pensamentos, de tão sérios e organizados que são. Sei que não haveria nada na sua vida sem o seu trabalho, seu esforço, sua rotina, mas eu pergunto: cadê a emoção?

Desisto de tentar te entender. É demais para mim tanta perfeição. E eu não quero perfeição, jamais vou querer perfeição. Então vamos tomar algumas doses de caos e flertar com o perigo? Eu pago.

Cheers!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

from Paradise


"Tell me why are we so blind to see
That the ones we hurt are you and me?"

Cheers!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Agentes do Caos

Nessa vida somos pequenos, tentando alterar a realidade a qualquer custo, transformar em energia a gota de orvalho que cai das plantas dos poucos jardins. Não dominaremos o mundo, e avisados, seremos dominados pelo mundo. Somos tão pequenos. Impossíveis de curar.

Novos jogos mortais começam, a cada dia, assim que a sua consciência desperta. Tagarelamos nossas dores e, invisíveis, matamos o nosso mundo. Somos surdos-mudos naturais, e da natureza somos só os animais que melhor aproveitam o caos.

Novos inimigos da vida.
Cheers!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Notimeallowed

Nunca.


Das cinzas para as cinzas. Do pó para o pó. Voltamos todos ao início, ao útero de nossas mães. Nos tornamos novamente somente palavras, a preocupação de nossos pais, meras células multiplicadas, uma gravidez indesejada. Sais minerais, pó, terra, fogo.

Sempre.

Quando se busca um homem sábio, nessa vida, só se acha mulheres. Qual a pergunta que eu faria para elas, se não tenho perguntas. Antigamente as culturas não eram meras opiniões. Mas a verdade está bem escondida. É, estão muito bem escondidas, em segurança. Dividiremos o que perdemos e o quanto crescemos quando acharmos um homem sábio.

Tempo.
Cheers!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Não mais que gente

Gente comum, gente com dor de dente. Eu odeio ficar sem nada para fazer quando há tanta coisa inacabada. Espero ficar logo bom dessa doença medíocre...

Cheers!