Há uma nuvem de esperança espreitando, sempre espreitando, buscando uma oportunidade. Ainda que somente uma nuvem, essa esperança é como um verão frente ao inverno dos meus últimos dias. Algo que sinto melhorar cada dia, mais certezas que dúvidas. Não me iludo, pois somente nuvem, nada mais que uma sombra do que era minha vida, ela é somente isso. Nuvem.
Cabe a mim ficar atento. Não posso errar dessa vez, com tão pouco ânimo. Preservar somente aquilo que se tornou imortal, e esquecer aquilo que se tornou fatal. Juntar as lembranças e escreve-las no livro, e rumar pra outra página. Assim farei meu amanhã, com os pés no hoje.
Mas por quanto tempo?
quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Desabafo
Normalmente eu diria umas palavras de esperança depois de tantas de desespero, mas é impossível, impraticável, agora, neste momento.
O Odioso meio que se tornou o único veículo disposto a me ouvir. Mas ele não fala...
Entendo...
O Odioso meio que se tornou o único veículo disposto a me ouvir. Mas ele não fala...
Entendo...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Antagonistas eternos
Eu digo: na batalha entre a mente e o espírito nenhum dos dois se rende. Novo roundabout implícito naquilo que são idéias somente. Mente se sobressaindo como naquele tempo em que eu não contava o tempo. Espírito inquieto como naquele tempo em que eu jamais tornara a lembrar.
O corpo, velha ferrugem, nobres engrenagens, está soçobrando em seus vícios, como se realmente não reagisse ao mundo exterior. Na verdade o corpo sem mente e espírito suporta tudo, a dor é somente uma criação mentespírito, autopreservação, autopiedade.
O corpo range, sempredorme às temperaturas, e não percebe nada...
O corpo, velha ferrugem, nobres engrenagens, está soçobrando em seus vícios, como se realmente não reagisse ao mundo exterior. Na verdade o corpo sem mente e espírito suporta tudo, a dor é somente uma criação mentespírito, autopreservação, autopiedade.
O corpo range, sempredorme às temperaturas, e não percebe nada...
domingo, 17 de abril de 2011
Pense
Ter a oportunidade de ter uma família.
Leia essa frase. Pense que você não tem uma família. Pense em você sozinho. Sozinho por ser deixado, não por deixá-los. Sozinho não por opção mas por imposição, por uma vontade manifestada.
Agora pense na sua família. Pense no seu futuro. Pense em como vocês poderiam ou são felizes. Pense positivo. Pense no conforto de saber que se tem uma família. E pense na hipótese disso tudo durar sua vida inteira.
Só agora pense na sua casa. Pense no seu futuro novamente. Pense que você mora ali porque ali é SUA casa. E pense na sua família dentro dessa casa. Repito: dentro da SUA casa. Pense que sua casa é perfeita, por mais defeitos ela tenha. Aquelas rachaduras, e o piso, não são imperfeições, são o charme da sua casa. Daí pense numa família feliz dentro desse lugar.
Leia a primeira frase novamente. E mais uma vez. Pense que você tem essa oportunidade, não por já saber ter uma família, mas como se não houvesse uma. Pense nessa oportunidade como a eterna busca de sua vida. Daí acrescente "e uma casa" ao final da primeira frase, antes do ponto. Leia na sua mente a frase como ela ficou com a adição.
Então... de um dia para o outro... ter a oportunidade de ter uma família e uma casa é tirada de você. Subitamente. Por capricho. Por raiva. Desilusão. Por...
até você ter perdido tudo...
Agora não pense em nada.
Leia essa frase. Pense que você não tem uma família. Pense em você sozinho. Sozinho por ser deixado, não por deixá-los. Sozinho não por opção mas por imposição, por uma vontade manifestada.
Agora pense na sua família. Pense no seu futuro. Pense em como vocês poderiam ou são felizes. Pense positivo. Pense no conforto de saber que se tem uma família. E pense na hipótese disso tudo durar sua vida inteira.
Só agora pense na sua casa. Pense no seu futuro novamente. Pense que você mora ali porque ali é SUA casa. E pense na sua família dentro dessa casa. Repito: dentro da SUA casa. Pense que sua casa é perfeita, por mais defeitos ela tenha. Aquelas rachaduras, e o piso, não são imperfeições, são o charme da sua casa. Daí pense numa família feliz dentro desse lugar.
Leia a primeira frase novamente. E mais uma vez. Pense que você tem essa oportunidade, não por já saber ter uma família, mas como se não houvesse uma. Pense nessa oportunidade como a eterna busca de sua vida. Daí acrescente "e uma casa" ao final da primeira frase, antes do ponto. Leia na sua mente a frase como ela ficou com a adição.
Então... de um dia para o outro... ter a oportunidade de ter uma família e uma casa é tirada de você. Subitamente. Por capricho. Por raiva. Desilusão. Por...
até você ter perdido tudo...
Agora não pense em nada.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Ódio à ele
Poderíamos dizer que todos ali estavam pouco confortáveis com a sua presença. Com pouco mais de quinze minutos mais da metade dos alunos saíram da sala. Era insuportável a idéia de estudar com tal pessoa, e você sabia disso. E por isso mesmo ficou ali, impassível, anotando tudo o que o tambem relutante professor tentava ensinar.
Cinco minutos mais haviam passado e agora somente uns dez alunos estavam em sala. De lá de fora já ouvíamos os burburinhos, alunos inconformados com sua presença, alguns à beira de chegar às vias de fato. Haviam aqueles que racionalizavam, buscavam uma explicação que não existia, e por isso mesmo geravam tais embates: os que "queriam acreditar que era possível que você estivesse lá" versus os que "simplesmente não toleravam essa idéia".
Mais tempo se passara e você ali, sentado à frente dos remanescentes impacientes pelo fim daquela aula. Uma névoa de fumaça de cigarro entrava pelas frestas das janelas, fumaça cuspida, uma forma de boicotar aquela situação, e de não levá-la adiante. Mesmo assim o professor, procurando ser profissional, tolerou mais alguns minutos de explanação. Ninguém copiava, ou prestava atenção, exceto você. Todos olhavam muito putos pras suas costas, e para mim parecia que a qualquer momento alguém partiria sua cabeça com uma cadeira. Sei lá...
Eu pensava nisso tudo dessa maneira por sentir que isso me confortava, me tornava neutro, quase impossível de percebê-lo ali, e lembrar de você. Eu tentava me manter sóbrio na minhas próprias convicções, com algum esforço para notar a aula, claro, a coisa mais desimportante daquele momento, daquele cenário. Além do mais, você não se importava. Ou pelo menos mostrava isso. E assim eu percebi seu plano: fazer com que eles sentissem somente o que você sentiu na solidão dos rumores. Uma inexplicável solidão dolorosa. Você os deu o esquecimento. Você os esqueceu!
Não há nada pior do que não existir pro pensamento...
Cheers!
Cinco minutos mais haviam passado e agora somente uns dez alunos estavam em sala. De lá de fora já ouvíamos os burburinhos, alunos inconformados com sua presença, alguns à beira de chegar às vias de fato. Haviam aqueles que racionalizavam, buscavam uma explicação que não existia, e por isso mesmo geravam tais embates: os que "queriam acreditar que era possível que você estivesse lá" versus os que "simplesmente não toleravam essa idéia".
Mais tempo se passara e você ali, sentado à frente dos remanescentes impacientes pelo fim daquela aula. Uma névoa de fumaça de cigarro entrava pelas frestas das janelas, fumaça cuspida, uma forma de boicotar aquela situação, e de não levá-la adiante. Mesmo assim o professor, procurando ser profissional, tolerou mais alguns minutos de explanação. Ninguém copiava, ou prestava atenção, exceto você. Todos olhavam muito putos pras suas costas, e para mim parecia que a qualquer momento alguém partiria sua cabeça com uma cadeira. Sei lá...
Eu pensava nisso tudo dessa maneira por sentir que isso me confortava, me tornava neutro, quase impossível de percebê-lo ali, e lembrar de você. Eu tentava me manter sóbrio na minhas próprias convicções, com algum esforço para notar a aula, claro, a coisa mais desimportante daquele momento, daquele cenário. Além do mais, você não se importava. Ou pelo menos mostrava isso. E assim eu percebi seu plano: fazer com que eles sentissem somente o que você sentiu na solidão dos rumores. Uma inexplicável solidão dolorosa. Você os deu o esquecimento. Você os esqueceu!
Não há nada pior do que não existir pro pensamento...
Cheers!
quarta-feira, 16 de março de 2011
Poeira
Por uma nova pergunta, aquela bebida aquecida que descia pela garganta. Vídeos velhos das bicicletas, os mutantes andando em rampas de barro. E muita poeira.
Cheers!
Cheers!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Fora do Ar Loaded
Dois meses e quatro dias eu finalmente termino uma capa nova pra blog, depois de mais de ano...
Cheers!
Cheers!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Caminho imaginário
Andando e pela frente tendo flores; atrás o caminho pisado, pés furados por espinhos. Singular tempo adiantando temporais, somente a roupa do corpo, e o vento levanta o pólen dalgumas. Pedras escondidas pelo caminho, tropeços. Novos ventos sopram soluços e mordidas, animais pelo campo. Mal irradiados raios de sol, lume perfeito, saem por meio as sombras das nuvens. Começa a chover...
Molha o caminho.
Cheers!
Molha o caminho.
Cheers!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Roundabout III (ou MMXI)
A prioridade era ser
assim sendo existia a chance de mudar
com a transformação analítica do pensamento
viver se baseou em pensar
Pensar existia na mudança
sendo amálgama turbulenta da razão
transmitindo em vibrações novos seres
dentro e fora de mim.
Longo tempo longe do que seja
ser era tão distante
e a mudança opera mudança
radicalmente fora do projetar
Faltou água na noite passada
ninguém percebeu, só eu
nenhuma diferença para eles
exceto a mim.
Cheers!
assim sendo existia a chance de mudar
com a transformação analítica do pensamento
viver se baseou em pensar
Pensar existia na mudança
sendo amálgama turbulenta da razão
transmitindo em vibrações novos seres
dentro e fora de mim.
Longo tempo longe do que seja
ser era tão distante
e a mudança opera mudança
radicalmente fora do projetar
Faltou água na noite passada
ninguém percebeu, só eu
nenhuma diferença para eles
exceto a mim.
Cheers!
sábado, 13 de novembro de 2010
Apologize
Sou um pai em chamas, um pai que chora pelo filho, na chuva eu me entardeço, e estou com saudade de mim ainda por aqui, pois sozinho é que não estou. Por aqui.
Meu blog anda abandonado. Serve the servants, eu pensaria comigo mesmo, mas daí não seria justo com esse meio que já viu adentro minhas facetas. Pensava que era maior do que simplesmente falar, e vocês lerem, ou dar uma prova que o contrário também ocorre. Sim, dá pra ler vocês daqui, leitores.
Estou mesmo com saudades de escrever. Vez ou outra o mesmo ocorre com as falhas. Outrora fui um pai mais severo, hoje relaxado.
Filho amado, o pai voltou!
Cheers!
Meu blog anda abandonado. Serve the servants, eu pensaria comigo mesmo, mas daí não seria justo com esse meio que já viu adentro minhas facetas. Pensava que era maior do que simplesmente falar, e vocês lerem, ou dar uma prova que o contrário também ocorre. Sim, dá pra ler vocês daqui, leitores.
Estou mesmo com saudades de escrever. Vez ou outra o mesmo ocorre com as falhas. Outrora fui um pai mais severo, hoje relaxado.
Filho amado, o pai voltou!
Cheers!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
T.R.A.M.P.O. S.A.
Aparte a nova era, eu era todo síncrono com a idéia de começar nova rotina. Pensei que ia encontrar um padrão, algo que me deixasse pouco interessado, mas fui surpreendido com uma sempre pulsante (estressante) rotina. É tudo tão volátil, instável, que eu procuro "desmontar a bomba" antes de descobrir como monta-la...
Novos viveres...
Cheers!
Novos viveres...
Cheers!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Algo nada dantes verdadeiro
Destino que reaparece, uma vela do passado que eu não assoprei. Nada dantes irreconhecível, ainda crível e cheio de malícia. Tenho vontade de contos, e dos neologismos, bagana de cigarro de bar amassado no bolso esquerdo, onde guardo o dinheiro.
Destino que é verdade, outro passo pra qualquer lado. Passo ao lado não é um progresso, então não tomemos passos por evolução. Jaz aqui uma incendiosa e lânguida volúpia. Outros tempos, há quem se lamente. Horror na TV, algumas notícias da saudade e velhos novos amigos para sempre.
Ser...
Cheers!
Destino que é verdade, outro passo pra qualquer lado. Passo ao lado não é um progresso, então não tomemos passos por evolução. Jaz aqui uma incendiosa e lânguida volúpia. Outros tempos, há quem se lamente. Horror na TV, algumas notícias da saudade e velhos novos amigos para sempre.
Ser...
Cheers!
terça-feira, 13 de julho de 2010
Lembrança do teatro
Faz falta a flor que figurava no palco, em meio às poucas árvores com gente dentro. Temo não haver sequer o grito da raposa, pequena atriz, no entremeio da tragédia. O público adora, com seus conceitos e pais cheios de expectativas. Eu mesmo estou velho de tanta tristeza, triste com tanta velhice...
O salto no texto, do texto, para fora da compreensão, quem entendeu não leu, mas quem leu pediu atenção. Então de súbito da coxia vinham sussurros, ouvidos perdidos tentando ouvir. Era um erro, ou uma saliente atitude libertária? Ora só, seus parnasianos duma figa, que só escutam os ecos que suas mentes toscas lhes dizem. Coitada da criança!
Cheers!
O salto no texto, do texto, para fora da compreensão, quem entendeu não leu, mas quem leu pediu atenção. Então de súbito da coxia vinham sussurros, ouvidos perdidos tentando ouvir. Era um erro, ou uma saliente atitude libertária? Ora só, seus parnasianos duma figa, que só escutam os ecos que suas mentes toscas lhes dizem. Coitada da criança!
Cheers!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Solari ainda pulsa
Sempre que eu podia mostrava um pouco do material de Solari. Ando um pouco ocupado pro blog, mas Solari pulsa a cada dia. Guerras, poderes, novos personagens e a incrível nova concepção de magia. É tanta coisa nova...
Pena que meus leitores debandaram. Infelizmente!
Cheers!
Pena que meus leitores debandaram. Infelizmente!
Cheers!
sábado, 20 de março de 2010
Força Poética
Eu vim do vácuo, e sempredistante hora em que nasço sem fazer barulho, partida equidistante à sua chegada, luz que alumia a vida cadente...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
By: Escudeiro...
Olá de novo caros mortais! Estou aqui em missão de falar sobre meu projeto, o meu projeto de Black Metal. Como funcionará? Este meu projeto, é focado em duas bandas: Mayhem e Dimmu Borgir. Estou pensando numa banda formada por mim (na qual tocarei bateria, cantarei e tocarei teclado) e outro indivídio (que tocará guitarra e baixo). Nesse projeto, pretendo gravar uma demo com 6 músicas: duas com a raíz mais crua (Mayhem), que falará sobre o movimento de Black Metal na Noruega, e o Inner Circle. Depois, as duas músicas de raíz mais sinfônica (Dimmu Borgir) que falará da Mitologia Pagã, e seus Deuses (tais como: Odin e Thor). E depois, dois covers das respectivas bandas: Mayhem (The Freezing Moon) e Dimmu Borgir ( The Insight And The Catharsis, na qual pegarei a bateria eletrônica, pois fica difícil ainda pra mim).
Para os interessados no meu projeto, que queiram falar comigo:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16955145184215495020&rl=t
http://twitter.com/pedrovalls
www.formspring.me/pedrovalls
Cheers!
Para os interessados no meu projeto, que queiram falar comigo:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16955145184215495020&rl=t
http://twitter.com/pedrovalls
www.formspring.me/pedrovalls
Cheers!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
DesNovas
Eu ouso dizer que estamos todos num ritmo alucinante, como se estrelas fossem frutas em galhos baixos, e pudéssemos correr à velocidade da luz. Respiro, continuo, minha mente uma hora mais cansada. Eu ouso dizer que somos o melhor momento de nossas vidas, e o presente é a apoteose magnífica da peça mal escrita do rumo malamado por nossas opiniões pessoais. Se não existe futuro, o possível não existirá, e passado é somente um aglomerado de circunstâncias e acasos. Já não sei no que acreditar...
Sinto falta, nessa corrida galáctica, dos pomares, dos bolevares, das trancinhas, sobrinhas e amigos carniceiros... dá pra dizer que os amo.
Cheers!
Sinto falta, nessa corrida galáctica, dos pomares, dos bolevares, das trancinhas, sobrinhas e amigos carniceiros... dá pra dizer que os amo.
Cheers!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Idílio
Mais um ano se acaba, mais um ano começa! Adeus 2009, olá 2010! é tão bom quando termina algum ano, pois, assim lembramos daquilo de bom que fizemos e de tudo que lutamos, e lembramos que agora podemos comemorar descansando! O bom disso, é que nós já fazemos planos para o ano que virá, e entraremos prontos. Meu nome é Dead, e hoje vou escrever este post, por causa da ausência de Yabukishin, mas garanto que farei um bom trabalho. Para eu que sou estudante, o meu ano de 2009 foi marcado por estudos, e preocupação com formatura de 8ª série. Para os adultos, a sua preocupação foi de trabalhar e ganhar seu sustento e ser feliz com sua família. Mas agora, é momento de esquecer o que passou, o que aconteceu, e pensar no que vai acontecer, que é o mais importante! Natal, Ano novo, são festas bem felizes que reúnem a família, pra comemorar a vinda do ano que vem, e celembrações católicas. Essa será a última postagem de o Odioso Yabukishin, mas não se preocupem, ano que vem, continuaremos a postar, eu (Dead) e Yabukishin. Um feliz 2010 para todos, saúde, paz e prosperidade.
Cheers!
Cheers!
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