Sim, resolvi repaginar O Odioso.
Há mais melhorias vindo por aí, apesar de que ninguém comenta nada. É um maraaasmo, uma incerteeeza...
Quem sabe mais feio as pessoas voltem a odiar esse blog.
Cheers
terça-feira, 3 de julho de 2007
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Fostum Rotum Agnomático si
O amor é uma besteira criada para dificultar a procriação humana.
Antigamente tudo era mais fácil. O homem estivesse no cio, ou a mulher; bastava estar com vontade. Muito mais do que ser uma atitude pensada, antigamente era puro instinto. Antigamente era tudo mais fácil.
Depois que inventaram o amor surgiram centenas de problemas. Acabaram-se as oportunidades, acabaram com o instinto humano de preservar-se. Hoje o que sobram são somente aquelas velhas desculpas. Ainda escolhemos nosso parceiro afim de garantirmos aos nossos filhos uma ótima genética. A diferença é que aparência hoje em dia é muito mais importante que bons hábitos, boa educação e boa família.
Porque a humanidade se rende a um sentimento tão agressivo à própria natureza humana? Porque a humanidade tenta levar a sério um sentimento que não mostra em sua gênese nada mais do que o desejo de se fazer o que o homem já tem escrito em seu código genético? Como a humanidade ainda se cria com essa onda de amor? É verdade que amor é tudo? Como pode ser? Algo tão desimportante, algo tão nocivo, algo tão evidente como o amor ser um impecílio para a procriação, antepenúltima fase do ser humano! Como a vida poderia piorar?
TPM, menopausa, andropausa, o culto do corpo, o crescimento das DSTs, a prostituição, o ciúme, os crimes passionais, a família, dentre muitas outras coisas, são besteiras que surgiram depois da criação do amor. Muitas delas seriam evitadas se ainda fôssemos humanos dotados somente de nosso instinto e alguma irracionalidade. Aliás, é isso que o amor é: fruto da passagem da irracionalidade à razão. Ele é algo que, como muita coisa que veio com a razão, não acrescenta nada à natureza. É como perguntar-se se existem extraterrestres!!!
Cheers!
Antigamente tudo era mais fácil. O homem estivesse no cio, ou a mulher; bastava estar com vontade. Muito mais do que ser uma atitude pensada, antigamente era puro instinto. Antigamente era tudo mais fácil.
Depois que inventaram o amor surgiram centenas de problemas. Acabaram-se as oportunidades, acabaram com o instinto humano de preservar-se. Hoje o que sobram são somente aquelas velhas desculpas. Ainda escolhemos nosso parceiro afim de garantirmos aos nossos filhos uma ótima genética. A diferença é que aparência hoje em dia é muito mais importante que bons hábitos, boa educação e boa família.
Porque a humanidade se rende a um sentimento tão agressivo à própria natureza humana? Porque a humanidade tenta levar a sério um sentimento que não mostra em sua gênese nada mais do que o desejo de se fazer o que o homem já tem escrito em seu código genético? Como a humanidade ainda se cria com essa onda de amor? É verdade que amor é tudo? Como pode ser? Algo tão desimportante, algo tão nocivo, algo tão evidente como o amor ser um impecílio para a procriação, antepenúltima fase do ser humano! Como a vida poderia piorar?
TPM, menopausa, andropausa, o culto do corpo, o crescimento das DSTs, a prostituição, o ciúme, os crimes passionais, a família, dentre muitas outras coisas, são besteiras que surgiram depois da criação do amor. Muitas delas seriam evitadas se ainda fôssemos humanos dotados somente de nosso instinto e alguma irracionalidade. Aliás, é isso que o amor é: fruto da passagem da irracionalidade à razão. Ele é algo que, como muita coisa que veio com a razão, não acrescenta nada à natureza. É como perguntar-se se existem extraterrestres!!!
Cheers!
sábado, 2 de junho de 2007
Vermalo apt Mensasgos
Um alvoroço muito grande está sendo formado bem aqui, ao norte de onde moro. Dia desses quase que eu me pergunto, com sérios riscos de obter uma resposta bem mal criada, se o Chávez não vai querer invadir o Amazonas. Possivelmente sim. Todo tipo de governo ditatorial tem sua megalomania...
Aliás, é isso que o Chávez é, um megalomaníaco. Foi expulso do México porque portava esse comportamento, e agora está bem aqui, subindo a ribanceira.
Infelizmente essa gente se acha muito digna. Infelizmente um lobo-em-pele-de-cordeiro como esse se diz "socialista". Infelizmente ele dá um golpe, cria-se num meio autoritário com a permissão do povo, que não faz nada e ainda por cima fecha uma rede de TV oposicionista.
O que será da Venezuela sem uma oposição? Será que existe alguém além de mim que pensa no que seria deixar um homem com aquela índole governar um pais membro da OPEP? O que seria da Venezuela se além de futricar nos interesses mundiais o Chávez quisesse usar esse país pra "combater" os EUA?
Quantos interesses. Quanta falsidade. Muita prepotencia de subir num palanque e fazer exatamente o que o Bush faz...
O que os difere é o modus operandi de cada um. E ainda falam mal, um do outro, na mídia...
Nesse jogo de cartas marcadas!
Cheers!
Aliás, é isso que o Chávez é, um megalomaníaco. Foi expulso do México porque portava esse comportamento, e agora está bem aqui, subindo a ribanceira.
Infelizmente essa gente se acha muito digna. Infelizmente um lobo-em-pele-de-cordeiro como esse se diz "socialista". Infelizmente ele dá um golpe, cria-se num meio autoritário com a permissão do povo, que não faz nada e ainda por cima fecha uma rede de TV oposicionista.
O que será da Venezuela sem uma oposição? Será que existe alguém além de mim que pensa no que seria deixar um homem com aquela índole governar um pais membro da OPEP? O que seria da Venezuela se além de futricar nos interesses mundiais o Chávez quisesse usar esse país pra "combater" os EUA?
Quantos interesses. Quanta falsidade. Muita prepotencia de subir num palanque e fazer exatamente o que o Bush faz...
O que os difere é o modus operandi de cada um. E ainda falam mal, um do outro, na mídia...
Nesse jogo de cartas marcadas!
Cheers!
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Tárnecas
Incrível.
Hoje eu deveria me premiar com uma noite de sono muuuito boa. Realmente eu deveria...
Saí das Tárnecas pra ir pras Rímicas. Parei em frente ao portão, olhei bastante pro movimento, fiquei com medo de passar alguém, apontei pruma parede próxima e.... ufa, mijei bem em cima da placa com o nome do Patriarca. Hahahahahaha...
Anotem aí: eu mijei em Rímicas, e em Tárnecas e não fui preso. E, ao meu ver, nem deveria... pois, com essa felicidade, eu deveria mesmo é me premiar com uma noite de sono muuuiito boa.
Cheers!
Hoje eu deveria me premiar com uma noite de sono muuuito boa. Realmente eu deveria...
Saí das Tárnecas pra ir pras Rímicas. Parei em frente ao portão, olhei bastante pro movimento, fiquei com medo de passar alguém, apontei pruma parede próxima e.... ufa, mijei bem em cima da placa com o nome do Patriarca. Hahahahahaha...
Anotem aí: eu mijei em Rímicas, e em Tárnecas e não fui preso. E, ao meu ver, nem deveria... pois, com essa felicidade, eu deveria mesmo é me premiar com uma noite de sono muuuiito boa.
Cheers!
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Bamahi Navídia (ou Seakku Furna)
Há uma agonia no ar que passa quase desapercebida pela vida. Uma agonia que sufoca, mas que ao mesmo tempo deixa respirar. Eu não sou nenhuma criança pra chorar quando estou com fome, mas já não dá mais pra aguentar essa agonia.
As horas em que eu gostaria demais de morrer, que seria uma coisa tão interessante a fazer. São nesses momentos é que percebo as coisas morrendo ao meu redor. Quanta gente não enxerga aquilo que está morrendo ao seu lado, e nada faz.
Existe uma guerra lá no Oriente Médio. Dezenas de pessoas morrem por dia. Pessoas. Humanos. Plantas. Sonhos. Tanta coisa. E eu fico querendo morrer aqui, sem poder me dar o a chance de fazer algo pra estancar essa sangria religiosa. Deveríamos ver mais a morte pra enxergar a vida. Deveríamos ter mais noção do ridículo que são nossas vidas perfeitas frente à barbárie da sobrevivência de um povo que está sendo refém da "maior potência do mundo" e ao mesmo tempo refém da ignorância religiosa e surdez auto-imposta.
Eu, sinceramente, gostaria que a agonia passasse, até porque eu a identifiquei, eu a reconheci. A gente convive com uma doença por décadas quando não a conhece, quando não a sabe.
Mas, sem a agonia, eu me sentiria como? Será que não há lição nisso? Com ela eu sei duma parcela infinitamente pequena do que ocorre naquelas terras longíquas. Sem ela eu serei mais um daqueles personagens dos folhetos das igrejas mórmons: aparentemente felizes!
Hum, e dá uma folga pra mim, oclusiva repetitiva que tornou a me assombrar as madrugadas. Dá uma folga pra mim, grande verbo exasperante. Você sabe quem é, você sabe que é pra você que eu me dirijo.
Cheers!
domingo, 29 de abril de 2007
Empelitáculo Ocnatitante
Liguei a máquina e ela não respondeu. Santa paciência! Fui na tomada, estava ligada. Voltei meus olhos para o chão, mas nada a respeito de cabos soltos. Apertei novamente o botão do power...
Sim, sim, sim... a máquina está ligada. Sempre esteve, desde muito tempo. A máquina estava ligada e eu não percebi. O problema não era com a máquina, não era com ela. O problema era eu. Eu estava com problema. Sem alternativa.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu não percebi que estava com problema. Eu achava, inconscientemente, que tudo estava errado. Não percebia o quanto eu estava cego, ou o quanto minha vista estava nublada, incapaz de ver mais adiante.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu me choquei com o comportamento das pessoas. Eu não posso culpá-las por serem tão diferentes de mim, por eu não ter compreendido seus intelectos, ou a falta dele. Um problema que eu não vou mais procurar resolver. É muito difícil tentar se tornar igual, é muito difícil se tornar interessante.
Eu sei que há pessoas que lêem meus escritos e não comentam. Mas tenho certeza que essas pessoas falam sozinhas, enquanto lêem, e sabem que eu me refiro a elas. Muita gente sabe que eu já desisti de me tornar nobre de espírito e uma pessoa gentil.
Estou disposto a perder muitos colegas e alguns amigos. É impossível viver com eles durante minha mudança tão cansativa. É uma evolução da minha capacidade de compreensão, me tornar igual a todo mundo: me afastar daquilo que eu não compreendo.
E você... não queira que eu diga a você que eu não te compreendo...
Cheers
Sim, sim, sim... a máquina está ligada. Sempre esteve, desde muito tempo. A máquina estava ligada e eu não percebi. O problema não era com a máquina, não era com ela. O problema era eu. Eu estava com problema. Sem alternativa.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu não percebi que estava com problema. Eu achava, inconscientemente, que tudo estava errado. Não percebia o quanto eu estava cego, ou o quanto minha vista estava nublada, incapaz de ver mais adiante.
Nos mais diversos momentos da minha vida eu me choquei com o comportamento das pessoas. Eu não posso culpá-las por serem tão diferentes de mim, por eu não ter compreendido seus intelectos, ou a falta dele. Um problema que eu não vou mais procurar resolver. É muito difícil tentar se tornar igual, é muito difícil se tornar interessante.
Eu sei que há pessoas que lêem meus escritos e não comentam. Mas tenho certeza que essas pessoas falam sozinhas, enquanto lêem, e sabem que eu me refiro a elas. Muita gente sabe que eu já desisti de me tornar nobre de espírito e uma pessoa gentil.
Estou disposto a perder muitos colegas e alguns amigos. É impossível viver com eles durante minha mudança tão cansativa. É uma evolução da minha capacidade de compreensão, me tornar igual a todo mundo: me afastar daquilo que eu não compreendo.
E você... não queira que eu diga a você que eu não te compreendo...
Cheers
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Digitalilembes Enocologes
Eu e minhas pulgas!!!!!
Desesperante diante as tardes chuvosas, onde eu treinava meus poderes de manipulação da nuvens, descobri também umas poucas habilidades de sentar pra ler e dormir. Por causa dela, por causa da poderosa chuva.
Hum, e hoje eu acordei com vontade de apreciar o feminino e o efêmero. Comecei uma leitura de partes das minhas casualidades, de partes das minhas versas magníficas com as mulheres que nublam e ensolaram meus dias. E descobri que eu sou um tanto insensível, realmente. Eu não sei medir minhas palavras... tenho que concordar com a Liliam!
EU: ...e eu queria encontrar aquela criatura novamente. Eu queria saber pq ela foi embora dizendo pra todo mundo que estava apaixonada... não entendi pq ela fazia tanta questão de dizer isso justamente na hora em que ela foi mais egoísta...
KAREN: Com certeza ela estava com medo, sofrendo. (suspiro) eu acho isso (suspiro)! Mas pq tu acha que ela estava sendo egoísta?
EU: Pq ela não pensou na felicidade dos dois, somente na dela. Foi por isso que ela foi embora pra casa da mãe dela, viver uma vida de bicho, na pobreza. Eu tenho certeza que se ela procurasse o cara ele ia dar uma vida melhor a ela que a que ela escolheu ter lá no interior...
KAREN: Luciano, a família dela não gosta que ela namore. E ela nem tinha conversado com o cara. Sofreu só por causa disso.
EU: ...de besta que é.
Realmente, frente a muitos episódios das inúmeras folhas, eu tenho que admitir: não é mais como era antes....
As mulheres de hoje não querem homens como eu!
Cheers!
Desesperante diante as tardes chuvosas, onde eu treinava meus poderes de manipulação da nuvens, descobri também umas poucas habilidades de sentar pra ler e dormir. Por causa dela, por causa da poderosa chuva.
Hum, e hoje eu acordei com vontade de apreciar o feminino e o efêmero. Comecei uma leitura de partes das minhas casualidades, de partes das minhas versas magníficas com as mulheres que nublam e ensolaram meus dias. E descobri que eu sou um tanto insensível, realmente. Eu não sei medir minhas palavras... tenho que concordar com a Liliam!
EU: ...e eu queria encontrar aquela criatura novamente. Eu queria saber pq ela foi embora dizendo pra todo mundo que estava apaixonada... não entendi pq ela fazia tanta questão de dizer isso justamente na hora em que ela foi mais egoísta...
KAREN: Com certeza ela estava com medo, sofrendo. (suspiro) eu acho isso (suspiro)! Mas pq tu acha que ela estava sendo egoísta?
EU: Pq ela não pensou na felicidade dos dois, somente na dela. Foi por isso que ela foi embora pra casa da mãe dela, viver uma vida de bicho, na pobreza. Eu tenho certeza que se ela procurasse o cara ele ia dar uma vida melhor a ela que a que ela escolheu ter lá no interior...
KAREN: Luciano, a família dela não gosta que ela namore. E ela nem tinha conversado com o cara. Sofreu só por causa disso.
EU: ...de besta que é.
Realmente, frente a muitos episódios das inúmeras folhas, eu tenho que admitir: não é mais como era antes....
As mulheres de hoje não querem homens como eu!
Cheers!
quarta-feira, 28 de março de 2007
Broncardíaco DraRevoniano
O que é que acontece nesses dias tão chuvosos e noites tão frias?
Dia desses eu gostaria de estar em Viamão, com a Flor, rs. Outro dia eu queria estar em Belém, com meus parentes, tal era a carência que eu sentia de falar de mim.
Na verdade já fazem longos meses que eu não converso com ninguém sobre mim. Estou ficando tão carente dos meus amigos, e talvez eles de mim. Posso chegar num ponto de ficar feito bêbado que confessa todas as suas dores pra qualquer pessoa que lhe dê ao menos vinte segundo de atenção.
Êpa! É de atenção que eu estou precisando? Será que é isso? Pq se for, eu tô fudido! De duas maneiras: a de me sentir abandonado, esquecido, e a de me sentir abandonando, esquecendo. Numa dessas coisas que sempre me acontecem, ou que eu sempre deixo acontecer...
Estou chateado com muita gente! Me esqueceram, como eu já começo a fazer por eles...
E com outros eu não estou tão somente chateado, mas furioso. Não pedirei perdão, tampouco quero que me perdoem. Estou muito inspirado a deixar muita gente pra trás, esquecê-las. Pois fazer isso de vez em quando é muito bom!
E que seja salutar a mudança que venho operando na minha vida. Pois eu já estou saturado de diversas coisa. E isso pode vir me atrapalhar mais tarde.
Cheers!
Dia desses eu gostaria de estar em Viamão, com a Flor, rs. Outro dia eu queria estar em Belém, com meus parentes, tal era a carência que eu sentia de falar de mim.
Na verdade já fazem longos meses que eu não converso com ninguém sobre mim. Estou ficando tão carente dos meus amigos, e talvez eles de mim. Posso chegar num ponto de ficar feito bêbado que confessa todas as suas dores pra qualquer pessoa que lhe dê ao menos vinte segundo de atenção.
Êpa! É de atenção que eu estou precisando? Será que é isso? Pq se for, eu tô fudido! De duas maneiras: a de me sentir abandonado, esquecido, e a de me sentir abandonando, esquecendo. Numa dessas coisas que sempre me acontecem, ou que eu sempre deixo acontecer...
Estou chateado com muita gente! Me esqueceram, como eu já começo a fazer por eles...
E com outros eu não estou tão somente chateado, mas furioso. Não pedirei perdão, tampouco quero que me perdoem. Estou muito inspirado a deixar muita gente pra trás, esquecê-las. Pois fazer isso de vez em quando é muito bom!
E que seja salutar a mudança que venho operando na minha vida. Pois eu já estou saturado de diversas coisa. E isso pode vir me atrapalhar mais tarde.
Cheers!
terça-feira, 13 de março de 2007
Caos Cosplayer!
Quando um homem tem um sonho, no começo ele é somente um sonho, como qualquer um pode ter. Um sonho que pode inpirar, um sonho que pode revelar, ocultar, nos entristecer ou nos alegrar. Apesar de tudo será sempre um sonho. Como qualquer um pode ter.
Mas, quando enxergamos num sonho a possibilidade de ser real, tudo pode acontecer. Quando uma pessoa torna o sonho a inspiração de sua vida, quando ela vê nos seus objetivos a realização de um sonho, sua vida muda completamente, e muita coisa que não fazia sentido, que não fazia falta, passam a ser importantes, excitantes e deliciosamente felizes.
A Caos Cosplayer surgiu de um sonho. Um sonho coletivo, quando compartilhado. E isso se tornou importante a medida em que os caminhos de vários outros sonhos se cruzaram. Importante quando tudo o que era possível foi possível também nos sonhos. E principalmente, importante quando o sonho Caos Cosplayer se tornou importante para outros sonhadores.
Quero registrar o meu orgulho. O orgulho de todas as pessoas envolvidas nesse sonho, nesse desafio. Albertino, Alessandro, Apoena, Andréia, Adriana, Bárbara, Eurípedes e Luís. Não existe forma de expressar com palavras o agradecimento, o orgulho e a felicidade que todos vocês me causaram. Tudo que é mais difícil nos torna melhores, mais bem preparados, é mais gostoso. E é por isso que a vida passa ter um significado maior, um significado importante.
É por isso que a vida se torna um sonho.
Mas, quando enxergamos num sonho a possibilidade de ser real, tudo pode acontecer. Quando uma pessoa torna o sonho a inspiração de sua vida, quando ela vê nos seus objetivos a realização de um sonho, sua vida muda completamente, e muita coisa que não fazia sentido, que não fazia falta, passam a ser importantes, excitantes e deliciosamente felizes.
A Caos Cosplayer surgiu de um sonho. Um sonho coletivo, quando compartilhado. E isso se tornou importante a medida em que os caminhos de vários outros sonhos se cruzaram. Importante quando tudo o que era possível foi possível também nos sonhos. E principalmente, importante quando o sonho Caos Cosplayer se tornou importante para outros sonhadores.
Quero registrar o meu orgulho. O orgulho de todas as pessoas envolvidas nesse sonho, nesse desafio. Albertino, Alessandro, Apoena, Andréia, Adriana, Bárbara, Eurípedes e Luís. Não existe forma de expressar com palavras o agradecimento, o orgulho e a felicidade que todos vocês me causaram. Tudo que é mais difícil nos torna melhores, mais bem preparados, é mais gostoso. E é por isso que a vida passa ter um significado maior, um significado importante.
É por isso que a vida se torna um sonho.
sábado, 3 de março de 2007
Sonambulósculos Textulusíncopes!
Em meio a dezenas de compromissos, e o principal dele, o que tenho com a Caos, eu acabei lembrando de algo que já estava esquecido: meus textos. Todos eles. Os fantásticos, os filosóficos, os prescritos e, enfim, toda sorte de coisas que eu vinha escrevendo, ou mantendo frescas na memória.
Eu sempre acabo lembrando dos textos. Talvez isso facilite minha vida, pois de qualquer forma, sempre que eu me encontro livre de qualquer compromisso, eu corro para ler, escrever e reescrever meus textos. Meus pobres textos.
Pobres textos! Eternamente sem revisão ortográfica! Mas mesmo assim, perfeitos, já que não tenho leitores...
Preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos... e você, leitor, não tem textos te chamando não?
Cheers!
Eu sempre acabo lembrando dos textos. Talvez isso facilite minha vida, pois de qualquer forma, sempre que eu me encontro livre de qualquer compromisso, eu corro para ler, escrever e reescrever meus textos. Meus pobres textos.
Pobres textos! Eternamente sem revisão ortográfica! Mas mesmo assim, perfeitos, já que não tenho leitores...
Preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos, eu preciso voltar para meus textos... e você, leitor, não tem textos te chamando não?
Cheers!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
"Estar" melancólico
Eu ando tão melancólico...
Certa vez, durante um pequeno período da minha vida, eu achei que deveria somente observar as pessoas para não cometer os erros delas, e, com sorte, não cometer os meus. Aprender observando era a lei.
Eu, então, me fechei em copas. Andei por um bom tempo com um temperamento bem diferente do meu real. Eu estava fechado (ainda mais), calado, e pouco comentava as inúmeras coisas que os amigos falavam. Abri mão de conversar sobre meus próprios problemas. Não havia falhas no meu plano. E ele daria certo, se eu não houvesse adquirido a melancolia dos poetas.
Chamo de melancolia dos poetas aquele estado de espírito em que você se encontra quando chora as perdas que não teve, sorri pelas alegrias que não sentiu, enfurece-se com os motivos que nunca lhe farão sentir raiva.
Aprendi isso durante esse período de observação. Porque é assim que fica a pessoa que somente observa. Ela se torna melancólica, e vive escarafunchando o passado, o presente e o futuro da vida, como alguém que relê velhos livros, e somente imagina como serão os novos.
Aí eu mudei. Mudei de planos.
Cheers
Certa vez, durante um pequeno período da minha vida, eu achei que deveria somente observar as pessoas para não cometer os erros delas, e, com sorte, não cometer os meus. Aprender observando era a lei.
Eu, então, me fechei em copas. Andei por um bom tempo com um temperamento bem diferente do meu real. Eu estava fechado (ainda mais), calado, e pouco comentava as inúmeras coisas que os amigos falavam. Abri mão de conversar sobre meus próprios problemas. Não havia falhas no meu plano. E ele daria certo, se eu não houvesse adquirido a melancolia dos poetas.
Chamo de melancolia dos poetas aquele estado de espírito em que você se encontra quando chora as perdas que não teve, sorri pelas alegrias que não sentiu, enfurece-se com os motivos que nunca lhe farão sentir raiva.
Aprendi isso durante esse período de observação. Porque é assim que fica a pessoa que somente observa. Ela se torna melancólica, e vive escarafunchando o passado, o presente e o futuro da vida, como alguém que relê velhos livros, e somente imagina como serão os novos.
Aí eu mudei. Mudei de planos.
Cheers
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Notícia Fresca
Hoje, as 2:17 da manhã, eu titubeei. Foi a primeira vez, enquanto eu não conseguia dormir, que eu pensei em desistir da Caos. Eu pensei, e não acredito que vá ser a única vez, que nada daria certo.
Eu, definitivamente, tenho que tomar calmantes!
Eu, definitivamente, tenho que tomar calmantes!
domingo, 4 de fevereiro de 2007
A Véspera da Paciência é o Desespero.
Um único dia em minha vida em que eu possa acordar e não lembrar que há muito o que fazer, que há muito o que terminar, muito o que rabiscar, desenhar, ler, ver, tocar...
Esse dia não existe. Procurei por ele esses tempos. Estresse, alguma dor de cabeça, mas eu ainda tenho argumentos que fazem com que eu não desista.
Ainda assim eu procurei esse dia. Me despluguei de tanta coisa, deixei de lado alguns medos e pus em ação um plano, um motim...
Não tive sucesso, claro! Então volto à rotina, e de vez em quando, ao déjà vu.
Mudando de assunto...
Quando eu penso, já estou agindo com o coração. Eu odeio quando eu faço isso. Eu simplesmente não consigo desvincular coisas tão distintas... eu ainda sou aquele que não supera e não entende o diferencial entre coração e razão... acho ser por isso que ainda estou na Filosofia.
E agora, que eu volto os meus olhos pro que é do coração, eu ainda penso que isso não é para mim, que isso é uma utopia minha velha e esquecida... aí dá vontade de escrever, de cantar poesias velhas (as mais nocivas).
Mas há alguém que tá mexendo comigo por dentro. Alguém que sequer me deixa tentar não ser tão paternalista. Uma obra que, divagando sobre, eu já chamei de vários nomes, só dentro de mim.
Alguém que eu espero. Dentro de mim...
Esse dia não existe. Procurei por ele esses tempos. Estresse, alguma dor de cabeça, mas eu ainda tenho argumentos que fazem com que eu não desista.
Ainda assim eu procurei esse dia. Me despluguei de tanta coisa, deixei de lado alguns medos e pus em ação um plano, um motim...
Não tive sucesso, claro! Então volto à rotina, e de vez em quando, ao déjà vu.
Mudando de assunto...
Quando eu penso, já estou agindo com o coração. Eu odeio quando eu faço isso. Eu simplesmente não consigo desvincular coisas tão distintas... eu ainda sou aquele que não supera e não entende o diferencial entre coração e razão... acho ser por isso que ainda estou na Filosofia.
E agora, que eu volto os meus olhos pro que é do coração, eu ainda penso que isso não é para mim, que isso é uma utopia minha velha e esquecida... aí dá vontade de escrever, de cantar poesias velhas (as mais nocivas).
Mas há alguém que tá mexendo comigo por dentro. Alguém que sequer me deixa tentar não ser tão paternalista. Uma obra que, divagando sobre, eu já chamei de vários nomes, só dentro de mim.
Alguém que eu espero. Dentro de mim...
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
2007
Ano Novo!
Eu nunca havia iniciado um ano com tantos planos... que horror!
E para os traunsentes que por aki passarem. E para a Flora que é a única que comenta:
Eu nunca havia iniciado um ano com tantos planos... que horror!
E para os traunsentes que por aki passarem. E para a Flora que é a única que comenta:
FELIZ ANO NOVO!!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Bons ouvintes pra mim, por favor!
Dia desses eu desabafei horrores com uma amiga do quanto eu estava precisando dum gás. Ela não é a melhor confidente nem tem os melhores ouvidos, mas eu precisava de alguém pra me ouvir...
Necessariamente para mim, hoje em dia, ter alguém pra me dar ouvidos é alugar um ouvido, mesmo q seja um ouvido como o dela, distraído e cheio de gatilhos preconceituosos... e, embora eu tenha alguns bons amigos, há uma omissão muito grande.
Acontece que eu me dispus a falar, e a procurar, com ela, uma forma de ganhar um gás... e, obviamente, como a maioria das coisas inesperadas, eu obtive soluções surpreendentes. Muitas nem deveriam entrar nesse blog, pois extrapola o propósito dele, mas outras sim.
1. Matar-se: é uma boa alternativa, já que quita qualquer dívida e transforma qualquer transtorno em saudade, compaixão e outros... mas dar um gás num dá...
2. Encher a cara de pinga: uma alternativa paliativa... rs. Serve pra dar gás numa festa mt foda ou numa mt morta.
3. Mandar um scrap bonitinho, lindinho pra todos do meu orkut: uma alternativa q eu descartei... tem mt gente que a usa pq não tem nada de importante pra escrever e acaba copiando a mensagens de quem tem com aquelas mensagens açucaradas... blérgh! E não dá gás...
Aí você vê, nobre leitor, a pobreza de espírito dessa minha amiga pra dar um conselho. Até eu resolveria meu problema!
Mudando de assunto: dia desses eu ganhei novo gás(!) pra screver poemas, textos, trabalhos, projetos e até cartas, como a que eu enviei pra Flora. Tá certo q era uma carta mt venenosa, mas eh sempre assim qnd eu tiro a tampa do inferno interior meu!
Cheers!
Necessariamente para mim, hoje em dia, ter alguém pra me dar ouvidos é alugar um ouvido, mesmo q seja um ouvido como o dela, distraído e cheio de gatilhos preconceituosos... e, embora eu tenha alguns bons amigos, há uma omissão muito grande.
Acontece que eu me dispus a falar, e a procurar, com ela, uma forma de ganhar um gás... e, obviamente, como a maioria das coisas inesperadas, eu obtive soluções surpreendentes. Muitas nem deveriam entrar nesse blog, pois extrapola o propósito dele, mas outras sim.
1. Matar-se: é uma boa alternativa, já que quita qualquer dívida e transforma qualquer transtorno em saudade, compaixão e outros... mas dar um gás num dá...
2. Encher a cara de pinga: uma alternativa paliativa... rs. Serve pra dar gás numa festa mt foda ou numa mt morta.
3. Mandar um scrap bonitinho, lindinho pra todos do meu orkut: uma alternativa q eu descartei... tem mt gente que a usa pq não tem nada de importante pra escrever e acaba copiando a mensagens de quem tem com aquelas mensagens açucaradas... blérgh! E não dá gás...
Aí você vê, nobre leitor, a pobreza de espírito dessa minha amiga pra dar um conselho. Até eu resolveria meu problema!
Mudando de assunto: dia desses eu ganhei novo gás(!) pra screver poemas, textos, trabalhos, projetos e até cartas, como a que eu enviei pra Flora. Tá certo q era uma carta mt venenosa, mas eh sempre assim qnd eu tiro a tampa do inferno interior meu!
Cheers!
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Short Tale Of A Haunted House

Era uma vez uma situação. Ela é, quando muito se repete, e volta a ser sempre. Está sempre no ar, mas é pesada e em demasia. Uma verdadeira força negativa e muito mal descrita. Uma situação mal nascida, mas eternamente empregada, lembrada, repetida. Nunca envergonhada, ela é ainda maior do que seus sujeitos. Não pensemos em substantivo, pois substantivada ela não se encontra, pois ela é ação. Está mais para verbo. Transitiva e diretiva, verbo incompreensível, mas inteligível.
Eu sou vítima dessa situação aqui tão pobremente descrita. Agora eu carregarei um arranhão dessa situação vigente. Uma marca do poder que a palavra perdeu nessa vida...
Espero que não cure... pois dos males, o pior!
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Para o meu prazer ontem, no Programa do Jô, a entrevista era com Paulo Autran. Nunca uma dor de cabeça passou tão rápido com aquele papo cabeça sobre o teatro brasileiro. Foi explêndido a forma como ele, sinceramente, falou da sua "burrice" pela constante recaída que tem pelo cigarro. Imagino que muita gente se espelhou naquele relato.
Na outra ponta do iceberg, a que está escondida, há uma trama terrível, indestrutível aos meus olhos. A reconstrução dos meus textos perdidos está me dando um trabalho horrível. Estou imerso numa irreconhecível parte de mim. Falo isso porque os textos perdidos, se não fossem assinados por mim, eu diria que eram de outra pessoa. Lendo-os fiquei curioso com o constante sentimento de perseguição que eu tinha naquela época. Eu realmente invocava uma parcela da minha atenção à análise do cotidiano ao meu redor. E buscava, suado, como descrevi instintivamente, a trama que não me permitia ser alguém feliz.
Lendo esses textos eu compreendo, um pouco envergonhado, como eu me saí das mais bizarras situações, como me tornei um ser tão urbano quanto excêntrico. Eu li, naquelas folhas, uma escrita que abandonei a muitos anos, e que hoje me explicam de forma perigosa. E é essa essência perigosa que expus naqueles textos que me preocupam. Vou queimar todos aqueles papéis, vou encerrar os segredos dali.
E só conto aqui a existência desses textos porque, até nesse momento, eu me sinto perigosamente exposto, e, sem um público cativo desse blog, eu não corro riscos. Conto um segredo para ninguém e posso fazer o que quiser com ele.
Na outra ponta do iceberg, a que está escondida, há uma trama terrível, indestrutível aos meus olhos. A reconstrução dos meus textos perdidos está me dando um trabalho horrível. Estou imerso numa irreconhecível parte de mim. Falo isso porque os textos perdidos, se não fossem assinados por mim, eu diria que eram de outra pessoa. Lendo-os fiquei curioso com o constante sentimento de perseguição que eu tinha naquela época. Eu realmente invocava uma parcela da minha atenção à análise do cotidiano ao meu redor. E buscava, suado, como descrevi instintivamente, a trama que não me permitia ser alguém feliz.
Lendo esses textos eu compreendo, um pouco envergonhado, como eu me saí das mais bizarras situações, como me tornei um ser tão urbano quanto excêntrico. Eu li, naquelas folhas, uma escrita que abandonei a muitos anos, e que hoje me explicam de forma perigosa. E é essa essência perigosa que expus naqueles textos que me preocupam. Vou queimar todos aqueles papéis, vou encerrar os segredos dali.
E só conto aqui a existência desses textos porque, até nesse momento, eu me sinto perigosamente exposto, e, sem um público cativo desse blog, eu não corro riscos. Conto um segredo para ninguém e posso fazer o que quiser com ele.
terça-feira, 5 de setembro de 2006
Breve história do soldado e da bela esposa
No front:
O soldado, amigo das armas, estava realmente estimulado naquele dia. Contava os dias naquela guerra sanguinária. Resolveu vingar a morte de seus companheiros na noite anterior. E não conhecia limites para matar.
Sua arma era sua amiga, membro obscuro de seu corpo. Sua arma era a extensão metálica de sua alma. A destruição começava por ela. Acabava com a dor, o sofrimento, a guerra interna.
No rosto da amada:
O amor tolera quase tudo. A ausência daquele ser, o soldado, era demais para a bela esposa. Ela o lembrava, ela o invocava, nas manhãs solitárias. Pedia aos céus o fim da guerra, a saúde do soldado; mas a simples lembrança enviaria-lhe forças para manter-se vivo.
Ela realmente o amava. Triste com toda a situação a bela esposa só conhecia uma rival: a arma. O sangue, troféu de seu amado, era o pior estímulo amoroso que conhecia, e isso a deixava mais deprimida. Como sobreviver sem seu amor ao lado, sabendo-lhe estar fazendo aquilo que mais lhe dá prazer?
Os fortes se comprazem na batalha, enquanto os amantes estão em seus recatos. O soldado, ele nunca mais será visto ao lado da bela esposa. E a bela esposa nunca mais será vista chorando a distância de seu amado. O mundo não é cruel. Cruéis somos nós; nosso egoísmo. Mesmo lutando ou chorando a batalha dos outros, somos cruéis em afirmar pra si mesmos que o que amamos está vivo, ou morto.
Cheers!
O soldado, amigo das armas, estava realmente estimulado naquele dia. Contava os dias naquela guerra sanguinária. Resolveu vingar a morte de seus companheiros na noite anterior. E não conhecia limites para matar.
Sua arma era sua amiga, membro obscuro de seu corpo. Sua arma era a extensão metálica de sua alma. A destruição começava por ela. Acabava com a dor, o sofrimento, a guerra interna.
No rosto da amada:
O amor tolera quase tudo. A ausência daquele ser, o soldado, era demais para a bela esposa. Ela o lembrava, ela o invocava, nas manhãs solitárias. Pedia aos céus o fim da guerra, a saúde do soldado; mas a simples lembrança enviaria-lhe forças para manter-se vivo.
Ela realmente o amava. Triste com toda a situação a bela esposa só conhecia uma rival: a arma. O sangue, troféu de seu amado, era o pior estímulo amoroso que conhecia, e isso a deixava mais deprimida. Como sobreviver sem seu amor ao lado, sabendo-lhe estar fazendo aquilo que mais lhe dá prazer?
Os fortes se comprazem na batalha, enquanto os amantes estão em seus recatos. O soldado, ele nunca mais será visto ao lado da bela esposa. E a bela esposa nunca mais será vista chorando a distância de seu amado. O mundo não é cruel. Cruéis somos nós; nosso egoísmo. Mesmo lutando ou chorando a batalha dos outros, somos cruéis em afirmar pra si mesmos que o que amamos está vivo, ou morto.
Cheers!
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
O Tombamento da Preguiça
Eu já havia listado esse assunto pra ser escrito no meu blog, mas nunca havia tempo, nem sequer inspiração. É um assunto que deixa-nos, invariavelmente, contra E a favor. É algo que, eu tenho que confessar, sempre quis dizer: vamos Tombar a PREGUIÇA como Patrimônio da Humanidade...
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
Essa, a preguiça, a tal que nos motiva(!) a não-fazer-nada. A que nos garante o descanso. Essa deveria ser considerada um Patrimônio da Humanidade, deveria ser exaltada, como foi feita pelos gregos e outros povos desenvolvidos... a preguiça que nos acolhe.
A preguiça é que nos acolhe depois do almoço, depois da aula, do trabalho, da foda, de brincar, de dançar e etc... é ela quem nos faz discorrer sobre aqueles assuntos próprios à um pré-sono, aquele papo-furado, aquela lembrança de mil novecentos e antigamente...
Fora isso a preguiça é advertência. O corpo nos diz quando estamos dispostos ou não pela preguiça. Deveríamos interpretar a preguiça como algo útil e não como somente a vontade de fazer o ócio. Praticarmos é o caminho! Como a paciência, na minha opinião, a preguiça necessita de prática. Assim deixaremos o preconceito de que preguiçoso é inutil...
Se Tombarmos a preguiça, estaremos criando um clima de sossego... mesmo que pareça idéia de preguiçoso! E não é! Um clima de sossego a gente só espera no campo, após uma guerra, após uma briga com a amada, após um banho, após o almoço... um clima que nos deixa suspensos, com vontade de não pensar, de não produzir, de não executar a ordem do chefe, de não ler, de não matar, de não roubar, de não beijar, de não estar (quem nunca ficou no reino da Lua depois daquela preguiçinha?)...
O que há sendo feito pra que as pessoas deixem o estresse, a carnificina, a prática do mal? Acho que se houvesse mais PREGUIÇA o mundo seria mais calmo... por isso vamos TOMBAR A PREGUIÇA como PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!!
Cheers!
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Eu, saco de pancadas?!
Eu ouvi dos amigos dos amigos daqueles que se dizem meus amigos (e entendam que me refiro a pouquíssimos...) uma bela perspectiva do meu futuro: vou me tornar, segundo eles, um desses caras que, petulantes perante a sociedade, vivem margeando o impossível, eterno dependente dos meus pais e amigos, um cara com pouca sorte.
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
Fiquei impressionado com a previsão! Eu juro que fiquei emocionadíssimo com a descrição detalhada do meu infame futuro, do meu infame infortúnio! Diziam eles que eu "estou nessa" de Filosofia pra dar uma bela desculpa pra viver sem dinheiro, sem emprego, sem banho, namorada e outros tipos de conversa fiada a respeito dos filósofos...
É claro que fui vítima de um estereótipo. Um estereótipo comum àqueles que fazem Filosofia. É, infelizmente, prática natural das gentes desenformadas... Mas acontece que, quando da previsão, eu estava num profundo mau humor, daqueles ácidos! Ouvi, sorridente, todo tipo de escárnio e pouco caso, até que encheu o saco e reagi. Aí eu posso dizer que o estereótipo fui um parto triste, pois a idéia nasceu natimorta. Oras, comigo não! Papo de preconceito pro meu lado?!?! Já me bastam os ridículos conceitos que a grande maioria da sociedade impõe pros filósofos...
Noutrora uma grande chance pra "encher a cara", dessa vez eu vi uma oportunidade de defender a minha classe de pensadores, defender-me e, de quebra, realizar a catarse que eu estava necessitando... enchi de argumentos aquelas mentes ineficazes, vazias e dominadas pelo senso comum. E estou certo que foi somente um confronto numa batalha diária contra o preconceito e a má desinformação. Uma batalha... sim, batalha.... pq a guerra... a guerra não poderá ser vencida...
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